<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942</id><updated>2012-03-11T16:07:29.771-03:00</updated><title type='text'>Palavras de Esperança</title><subtitle type='html'>Wagner Pedro Menezes</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>72</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-2327727606439516190</id><published>2012-03-11T16:07:00.002-03:00</published><updated>2012-03-11T16:07:29.777-03:00</updated><title type='text'>DE J. KENNEDY A J. FONSECA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;DE J. KENNEDY A J. FONSECA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;“Eu sou John Kennedy!”, gritava ele do alto de um armário como se estivesse num palanque &lt;personname productid="em Nova Iorque. Fazia" w:st="on"&gt;&lt;personname productid="em Nova Iorque." w:st="on"&gt;em Nova Iorque.&lt;/personname&gt; Fazia&lt;/personname&gt; um discurso inflamado pela loucura das drogas, falando sobre a Aliança para o Progresso, a miséria da América Latina, o ideal de Cuba, o racismo... Chegaram os policiais, acompanhados pela irmã desesperada e o conduziram para a Clínica de Repouso de Mandaqui (SP). Iniciou-se ali o calvário do até então comedido funcionário da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que não mais suportava planilhas e números, jogos de interesse e manipulação de dados, mordomias e miséria. Foi conhecer de perto a loucura sensata numa verdadeira fábrica de loucos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Depois de sucessivas internações, um dia encontrou o sentido de sua cruz. “A porta do Reino se abre com uma cruz”, foi sua grande descoberta. “Vivendo no meio de publicitários, ouvi um deles falar de um grupo de cristãos que se reunia para debater problemas da profissão”. Era o ano de 1972. Assim conheceu a Comunidade dos Artistas Cristãos, o Meac ainda em formação. “Minha vida mudou muito a partir do Meac, onde experimentei de forma profunda o concomitar da cruz e da ressurreição. Uma hora é cruz. Outra é ressurreição. O fato marcante foi descobrir que “nenhum de nós é tão bom quanto todos nós, juntos”, pois a força da associação é o segredo para perseverar sempre”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Esse é José Antonio Fonseca, único dos missionários remanescente do grupo de fundadores do Meac. Sua vida é um livro aberto (tanto que a colocou em livro: Nó Cego, inferno e paraíso..., O Recado Editora). “Antigamente eu passava maconha, hoje passo pitadas do Evangelho”, diz em sua introdução. Sua opção missionária foi radical, a ponto de abandonar tudo, vida profissional, segurança, lazer, para servir tão somente às maravilhas do Reino. Não mais faz uso dos palanques da ilusão, mas de púlpitos sólidos, consistentes, que lhe dão oportunidades para falar da Nova e Eterna Aliança, aquela que nos faz progredir para Deus. Do armário inviolável de sua fé fala da loucura do amor de Deus. Sente-se pequeno diante de tão grande desafio, porém “a inutilidade, o nada, o zero, o caos são aos olhos da fé a matéria prima de Deus; Ele sabe fazer de um servo inútil alguém capaz de subir a um presbitério de igreja e fazer uma homilia leiga, sobre o dízimo ou sobre a Palavra de Deus, com competência profissional”. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Recentemente, esteve em Moçambique, África, pregando sobre o dízimo. Retornou de lá com uma imagem de N. Sra. entalhada em ébano, madeira rara, preciosíssima, “negra como a noite”, que adquiriu por inspiração divina, dando-lhe o título de N. Senhora do Dízimo. Desde então, essa imagem tornou-se sua companheira inseparável, atribuindo a ela muitos dos milagres que testemunha em sua vida e por onde tem passado. “Ela levou-me a Nazaré da Galiléia e mostrou-me a oficina de José”. Já reconhecida como passível de devoção, através de licença especial de D. Fernando Figueiredo, bispo de Santo Amaro (SP), Nossa Senhora do Dízimo é uma semente em gestação no Meac e, com certeza, está aí para “praticar novas locuções com novas Valdices e novos Fonsecas”, profetiza esse nosso irmão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Seu maior orgulho, como pai coruja que é, são as filhas Renata e Sara. A primeira é médica fisioterapeuta e pratica sua profissão dentro dos cenáculos e grupos católicos. A segunda, também missionária do Meac, já rodou por Roma, Paris e Madri (JMJ), carregando com orgulho a imagem de ébano cuja devoção o pai incentiva. Peço-lhe algumas palavras finais. “Na oficina de José percebi que muitos milagres devem ser esperados no coração e na vida de cada pessoa que tiver a graça de conhecer o passo a passo mais importante da humanidade: o caminho da Dor nas 14 estações que precedem o novo Big Bang da nova Ressurreição Total”.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES – Meac – 40 Anos&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-2327727606439516190?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/2327727606439516190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=2327727606439516190&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2327727606439516190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2327727606439516190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/03/de-j-kennedy-j-fonseca.html' title='DE J. KENNEDY A J. FONSECA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-5671581925988800645</id><published>2012-03-04T14:41:00.002-03:00</published><updated>2012-03-04T14:41:57.502-03:00</updated><title type='text'>URBANO, O MÚSICO DA FÉ</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;URBANO, O MÚSICO DA FÉ&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Você já imaginou que música Maria, José e Jesus ouvia? Urbano Medeiros já. Não só imaginou, como têm reconstruído, através de estudos e pesquisas bíblicas, instrumentos daquela época, para deles tirar seus acordes e louvar a Deus com sua música. Que sons acompanhavam os momentos de louvor do povo que frequentava o Templo ou mesmo quais notas e timbres musicais inspiravam Davi na composição de seus Salmos? Tudo isso Urbano já se perguntou e por isso não desiste de um projeto audacioso que envolve estudo das músicas do oriente, bizantinas, sírias e até músicas dos cristãos da Índia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas, afinal, quem é ele? “Sou um pecador público, pequeno, cheio de defeitos, um pai de família e avô”, diz em sua simplicidade. Trata-se, no entanto, de um dos maiores saxofonistas brasileiros, segundo a crítica especializada. Nascido &lt;personname productid="em S￣o Jo￣o" w:st="on"&gt;em São João&lt;/personname&gt; do Seridó, RN, desde criança demonstrou amor à música. Sua origem judaica explica um pouco sua espiritualidade e interesse pela história bíblica, mas “lendo a vida dos santos da Igreja, tive um encontro com a fé cristã” e, desde então “aplico música católica e cristã oriental na vida dos irmãos mais pobres”. Sim, não é difícil encontrá-lo com seus instrumentos a tocar em hospitais, entre doentes terminais, nos presídios onde desenvolve trabalhos missionários ou na rua entre famintos, leprosos, indígenas, pessoas marginalizadas, drogados, aidéticos, alcoólatras, levando não apenas um som e palavras de conforto, mas também por acreditar no poder da música para restaurar pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Em 1981 Urbano conheceu o Meac, Missionários para Evangelização e Animação de Comunidades. Deixou então seu norte e veio somar-se ao trabalho missionário do grupo. “Foi amor à primeira vista, anos super felizes na minha vida”, nos diz, completando: “O Meac foi a maior universidade de toda a minha vida. Devo muito ao grupo. Só aprendizado positivo, até mesmo nas coisas negativas, tão poucas... Tenho muito orgulho de ter passado por esse grupo”. Por razões pessoais, deixou-nos em 1986, levando como espólio desses anos de missão apenas o saxofone, único bem que o grupo pôde lhe oferecer. Em contrapartida, muito mais dele recebemos, com sua presença sempre serena e incondicional amor à vida missionária.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Hoje, morador de Pará de Minas, ao lado da esposa Regina, filhos e netos, diminuiu um pouco seu ritmo de trabalho por sérias questões de saúde. Pergunto sobre ela: “Estou numa luta grande e peço as orações de todos...” E chora. Mas encontra forças ainda para nos deixar um recado que considera vital para qualquer família cristã: “A família é a base de tudo. Nenhum sucesso do mundo compensa o fracasso no lar”. Está aí seu recado, “mano santo”. (Foi assim que ele sempre se dirigiu a cada um de nós, dentro do grupo). Esse maninho que coloca alma e coração na boca ao soprar seus instrumentos. Que inventou até uma palavra para definir sua música: hesicasta. Que é isso, meu mano? “Uma forma de estar sempre conectado no Santo Nome de Jesus por meio da respiração. Viver rezando jaculatórias. Eu faço isso enquanto estou soprando nos instrumentos como clarinete, aulos, duduk, etc.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tá bom, Urbano. Você está sempre se inovando, para honra e glória de Deus. Então diga o que você quiser agora... “Sejamos todos católicos unidos ao ensinamento da Igreja e fiéis a Pedro, hoje Bento XVI. Sejamos escravos do amor de Maria Santíssima. A época é de Maria. Não tenho medo nenhum de ser criticado por esta minha fidelidade à Igreja Católica e ao seu magistério. Quero morrer nos braços da Igreja de Cristo!”&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES – Meac – 40 anos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-5671581925988800645?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/5671581925988800645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=5671581925988800645&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5671581925988800645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5671581925988800645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/03/urbano-o-musico-da-fe.html' title='URBANO, O MÚSICO DA FÉ'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-3349264349949521540</id><published>2012-02-26T15:59:00.002-03:00</published><updated>2012-02-26T15:59:49.460-03:00</updated><title type='text'>AGORA É COM VOCÊ,VALDICE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;AGORA É COM VOCÊ, VALDICE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Moça ainda, foi ser freira. Ingressou na congregação Sacré-Coeur de Marie, o tradicional Colégio Sagrado Coração de Maria, na Rua Tonelero, Copacabana, Rio. Portanto, por uma dessas questões de sorte que poucos brasileiros conseguem, recebeu rígida e sólida formação, que iria nortear sua vida para todo o sempre. Mas não era bem essa sua vocação. Largou tudo e, temporariamente, foi lutar pela sobrevivência. Trabalhou como secretária da escritora carioca Nicéia Ferraz, ocasião em que teve a oportunidade de conhecer e conviver bem de perto com Dorival Caymmi e Chico Buarque, amigos da família. A eles apresentou seus dons como cantora, letrista e violonista esmerada. Chegou a compor com eles e dividir o palco em pequenas apresentações. Tinha jeito aquela jovem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Valdice Oliveira Santos queria mesmo era ser missionária (em qualquer lugar, até na África, se possível), pois que sua extremada devoção mariana sempre lhe dizia isso. Mas onde, oh Mãe? Conheceu Raimundo, ex-seminarista franciscano, com quem logo se identificou e casou-se. Foram viver a vida – ele como eletricista – sem no entanto abandonarem o sonho que agora sonhavam juntos: a vida missionária como leigos. Vieram para São Paulo, onde passaram a frequentar grupos de oração, dos quais logo se tornaram líderes. Mas ainda não era a missão que sonhavam. Nos anos oitenta, conheceram uma proposta cativante: fundar e organizar o OMIL,Organismo de Missionários Leigos, cuja proposta inicial era exatamente a busca de apoio para os vários grupos de leigos que atuavam missionariamente na Igreja, mas sem o respaldo desta. Dentre esses grupos estava o Meac. Apenas alguns anos e Valdice e Raimundo não titubearam: venderam tudo o que tinham, compraram uma caminhonete e partiram em missão, não sem antes pedirem a aceitação de seus nomes como membros do Meac. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Chegaram até Feira de Santana, BA. Acolhidos pelo frei Carlos André, começaram um trabalho de missão popular. Logo conseguiram uma pequena chácara e ali se instalaram, dando início a um centro catequético que ficou conhecido como Chácara da Missão. Iniciaram um projeto grandioso, tendo como núcleo uma formosa igreja de aproximadamente &lt;metricconverter productid="500 m2" w:st="on"&gt;500 m2&lt;/metricconverter&gt;. ponta de lança de um sonho...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas o sonho acabou... Em 1995, mais exatamente no diz 26 de fevereiro, Valdice faleceu, ainda na florada de uma vida, 50 anos. Quais seriam os desígnios de Deus neste momento? Muitos não entenderam. Porém, dois anos depois, o Meac realizou sua assembleia junto aos missionários leigos lá da Bahia. Eram mais de cem, todos de alguma forma despertos e orientados pela Valdice. Ainda hoje continuam numerosos e já se ramificaram em outros grupos. Porém, a maior surpresa daquela assembleia foi a necessidade de trasladar o corpo de Valdice, sepultado até então em túmulo emprestado. Mas onde colocá-la?&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não houve dúvidas: acompanhada pelos irmãos do Meac que sempre a ouviram com respeito, seguiram seus conselhos e respeitaram sua “intimidade” com a Mãe – tinha o dom da locução - fizemo-lhe um novo cortejo fúnebre. Sepultamos essa nossa irmã no local em que ela sempre desejou estar: dentro da Igreja construída por ela, na sua Chácara da Missão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É fácil perceber que esse sonho ainda está vivo. Talvez não conte com as ações tresloucadas daquela que levava adiante seus projetos, sem perguntar quanto isso lhe custaria. Talvez alguém pense: custou-lhe a vida. Talvez muitos ainda se perguntem: o que fazer com essa obra agora? Raimundo nos lembra: “Ela sempre foi uma mulher prudente, dedicada à missão, filha devotíssima de Maria, com inegável locução interior que sempre nos surpreendia, mas nunca fez nada em vão”. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Valdice, na sua humildade, ainda compõe versos desconhecidos, mas admirados pelo grande maestro da vida. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES – Meac – 40 anos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-3349264349949521540?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/3349264349949521540/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=3349264349949521540&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3349264349949521540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3349264349949521540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/02/agora-e-com-vocevaldice.html' title='AGORA É COM VOCÊ,VALDICE'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7130277645582825960</id><published>2012-02-19T02:59:00.000-02:00</published><updated>2012-02-19T02:59:36.559-02:00</updated><title type='text'>E AGORA, JOSÉ</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;E AGORA, JOSÉ&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Durante anos curou as dores e enfermidades de muitos, como bom farmacêutico que era. Tão bom que quase levou sua farmácia à falência; não sabia dizer não aos mais pobres. Além das receitas médicas, sabia como ninguém ler as receitas do coração... Mudou então de atividade, lidando ainda com receitas, pois que passou a distribuir bolos e salgados através de seu serviço de buffet. Esse era José Geraldo Gonçalves, o Zé Gordo para muitos ou Zé Geraldo para os amigos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mineiro de Cachoeira Alegre, viveu a maior parte da vida &lt;personname productid="em Belo Horizonte" w:st="on"&gt;em Belo Horizonte&lt;/personname&gt;, onde se casou com a Néia em 1967 e com quem teve quatro filhos: Flávia, Adriana, Ivan e Flávio. Uma família guerreira desde o início, que nada de especial possuiria, não fosse o histórico de luta e de fé que sempre norteou a maioria das tradicionais famílias mineiras. A princípio, Néia e Zé formavam um casal devotado a solidificar seus patrimônios com muito trabalho e objetividade. Nada mais justo. Mas, nessa busca, esqueceram-se de conciliar os planos de Deus. “Eu longe de Deus e Deus sempre por perto”..., desabafou em seu diário.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Um encontro cristão foi a gota d´água. Desde então, buscou com todas as forças recuperar o tempo perdido, envolvendo-se de corpo e alma nas atividades e movimentos de sua paróquia. “Foi o início de nova caminhada em minha vida. Seria fácil? Seria difícil? Nada disso era, agora, importante” – concluía.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Em 1980 conheceram o Meac, o grupo de missionários leigos que iria mudar suas vidas para sempre. Apaixonou-se à primeira vista e no mesmo ano apresentou-se ao grupo, em Campos do Jordão, como candidato a membro. Estava disposto a tudo, para inserir-se naquele trabalho missionário. Foi aconselhado a voltar a Belo Horizonte e ali descobrir uma maneira de desempenhar sua missão, dentro do Meac, através de uma obra qualquer. Uma obra? O que seria... “Conhecedores que éramos dos problemas da juventude – a quem há 10 anos dedicávamos parte de nossa vida – resolvemos que o menor carente abandonado, futuro delinqüente marginalizado pela sociedade, seria a nossa opção de trabalho”. Um ano depois lançavam a pedra fundamental do Lar de Maria, em Sabará, cidade satélite de BH.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Em 1985, 25 de maio, apenas quatro anos depois de iniciada, inauguravam a primeira ala de uma imensa creche com instalações “dignas de primeiro mundo”, pois que fugia totalmente do acanhado padrão das creches do governo. Donde os recursos? Da fé, unicamente da fé e das doações dos inúmeros “padrinhos” daquele sonho que o Zé e a Néia ousaram realizar. Fácil assim? Não tão fácil se nesse meio tempo o Zé não adquirisse um câncer! Assim o Zé nos descreve esse fato: “Minha estrutura física e mental balançou. Senti calafrios: estava confirmada a seriedade do problema. O primeiro passo foi uma cirurgia para extrair meu baço. As biópsias mostraram que a doença já estava no 3º. estágio”. Mesmo assim, continuou seu projeto, ao mesmo tempo em que se submeteu a todas as etapas de tratamento que a doença exigiu. Venceu o câncer. Construiu o Lar de Maria.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Em maio de &lt;metricconverter productid="1990 a" w:st="on"&gt;1990 a&lt;/metricconverter&gt; creche completava cinco anos. O Lar de Maria tornou-se uma referência de tratamento digno às crianças por ele atendidas. Zé dá início ao Lar de José, com funções profissionalizantes, como panificadora, carpintaria, corte e costura, etc e já fala num terceiro projeto, o Lar do Menino Jesus, destinado a abrigar idosos. Eta Zé! O câncer? Ora, quem diz que essa doença o infernizou um dia? &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Outubro. Faz uma visita ao grupo do Meac da Bahia, unicamente para lhes dar uma palavra de incentivo. Volta feliz com o que viu por lá. 24 de outubro: seu coração grandioso não mais cabe em seu peito angustiado por tantas carências e tantos sonhos. A notícia corre solta: o Zé morreu! “Ele deve ter tido tanto amor pelos pequeninos que seu coração explodiu num enfarto fulminante”, comenta um colega do Meac. E agora, José?&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES – Meac – 40 anos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7130277645582825960?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7130277645582825960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7130277645582825960&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7130277645582825960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7130277645582825960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/02/e-agora-jose.html' title='E AGORA, JOSÉ'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7664158523249658792</id><published>2012-02-12T20:00:00.000-02:00</published><updated>2012-02-12T20:00:39.462-02:00</updated><title type='text'>UM CEGO CHAMADO JEAN</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;UM CEGO CHAMADO JEAN&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;A história dos quarenta anos do Meac, como grupo de leigos missionários no Brasil, foi aureolada com nomes de peso do meio artístico, pois que sua origem se deu exatamente nesse meio. Assim, passaram por esse grupo artistas de renome, muitos dos quais até hoje na berlinda do sucesso. Quem imagina, por exemplo, um Jô Soares missionário, ministro da Eucaristia? Ou um cantor de nome como Peninha, Marcos Baby Duran, Antonio Marcos (falecido), Antonio Cardoso, etc. Ou apresentadores e humoristas tais como Raul Gil, Arthur Miranda e outros? Pois todos estes viveram ou ainda vivem a experiência do ardor missionário que a proximidade de Cristo nos proporciona, dentro do Meac. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Dentre esses também esteve um representante dos Estados Unidos da América que muito sucesso fez entre nós. Quem ainda se lembra de Edward Cliff e sua música “Nigths of september” ou “I had to go”? Tudo bem: a música e a voz você talvez tenha conhecido, mas o cantor, não com certeza. Simplesmente porque na realidade o cantor era “um cego chamado Jean”, brasileiro, paulista da gema, que, estigmatizado pela deficiência e preconceitos, usou sua voz e talento sob o disfarce de cantores americanos. Fez sucesso sob vários pseudônimos, tais quais Michael Davis, Peter Knaap, Gary Bristol, Steve Brandy e outros mais. Gravou e estourou no Brasil com a faixa “Another Song” e sob o codinome de Michael Davis, um dos temas da novela Semideus, da Globo. Assim, disfarçado, Jean Carlo durante anos saboreou o sucesso sem o aplauso e o calor humano de seu público. Mas acordou para a realidade ao assumir sua própria identidade e emplacar dois sucessos seguidos, interpretando “Aline” e “Eu nasci pra você”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Um dia fui convidado para participar de uma reunião com alguns elementos que se haviam convertido e que eu conhecera no passado. Sinceramente não acreditava na mudança deles: Neimar de Barros e Arthur Miranda”, declarou em livro que narra sua história. Começou ai a nova fase desse extraordinário cantor e missionário leigo, que se juntou aos demais missionários do Meac, para, durante 15 anos percorrer o Brasil, evangelizando. Deixou o grupo em 1986, mas continuou sua vida missionária, com esporádicas apresentações em emissoras de TV católicas e eventos evangelizadores. Anos depois, comentou comigo: “Quem bebe do néctar da missão de Cristo, não pode, não tem direitos, não mais consegue voltar atrás”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Gravou uma das interpretações mais ungidas da letra “Creio em Ti”. Tão bela e maravilhosa em sua voz que qualquer outro cantor, por mais talentoso que possa ser, nunca irá igualar essa sua interpretação. A respeito dessa obra prima, foram muitas as conversões que presenciei em vários momentos, uma delas em Assis, quando ligamos seu órgão eletrônico em voltagem imprópria e tudo acabou num grande estouro. Usamos então o recurso do play-back, que exigiu muito mais do cantor. Ao final da apresentação, alguém sensibilizado com a mensagem, deu-lhe de presente uma importância superior ao valor do aparelho queimado, dizendo: Essa voz não pode parar!&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Esse foi o artista Jean. Seu testemunho missionário ainda persiste, como homem de fé arraigada e pai de família exemplar. Seu aparente silêncio em nada desmerece sua intensa atividade de cantor e pregador cristão, que muito bem fez naquela época e muitos ensinamentos ainda nos oferece. “De Zé a Jean, de fútil a cristão, de cantor a missionário, hoje amo mais e respeito mais meu semelhante. Cheguei a tal ponto que nem me considero mais um cego, porque cego para mim é todo aquele que não quer enxergar. Eu perdi a vista, mas não perdi a visão do mundo de Deus”, conclui em seu livro.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES – MEAC – 40 Anos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7664158523249658792?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7664158523249658792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7664158523249658792&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7664158523249658792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7664158523249658792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/02/um-cego-chamado-jean.html' title='UM CEGO CHAMADO JEAN'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-4123819639249175741</id><published>2012-02-05T19:16:00.002-02:00</published><updated>2012-02-05T19:16:30.284-02:00</updated><title type='text'>A VERDADE DE NEIMAR</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A VERDADE DE NEIMAR&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Durante muitos anos o MEAC foi conhecido como grupo de Neimar de Barros. Afinal, um pregador católico saído dos Meios de Comunicação, ex-produtor de Silvio Santos, que assinou programas de grande audiência na TV, no início dos anos 70 e que deixou tudo, depois de uma conversão dentro de um Cursilho – movimento católico em voga na época – e juntou-se a um grupo de artistas dispostos a evangelizar. Durante 15 anos Neimar e seu grupo percorreu mais de três mil cidades brasileiras, escreveu mais de uma dezena de livros, dentre eles Deus Negro, que vendeu milhões de exemplares.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quem não se lembra de muitos de seus versos, tais quais aqueles consagrados no poema “Não tenho tempo”? Ou mesmo no desabafo: “Meu Deus, você é negro, que decepção”?&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Decepção essa que se tornou clamorosa em 1986, quando uma bombástica entrevista, que esgotou várias edições da revista Veja, afirmava: Neimar diz que era espião da Igreja. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Tal entrevista arrasou seu grupo e fechou muitas portas para o trabalho evangelizador que desenvolviam na Igreja. Foi nessa época de crise e ceticismo que eu e minha esposa nos somamos a eles, como membros efetivos de um grupo de leigos dispostos a dar continuidade a um trabalho de “loucos”. É claro que nunca compreendemos, nem aceitamos uma linha sequer daquela entrevista. Também não tínhamos nenhuma explicação lógica, a não ser a conclusão mais óbvia: Neimar não está bem psicologicamente. Preferimos então o silêncio e a oração por ele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No mesmo ano, dois livros vieram a público, editados e distribuídos pelo autor, sob os títulos de A Verdade de Neimar de Barros, vol I e II. Suas páginas eram de um conteúdo quase fantasmagórico, falando de um serviço prestado a uma tal Secretaria, vinculado ao movimento maçônico internacional, que tinha por fins levantar dados sigilosos da Igreja no Brasil. Neimar seria um agente infiltrado dessa facção maçônica e tentava explicar aquilo que Veja havia publicado. Os detalhes e a memória fantasiosa de um escritor ou roteirista de excelente produto novelesco ali estavam presentes, menos qualquer lampejo de verdade. Anos depois, Neimar fez uma visita ao Meac, durante uma de nossas assembleias festivas. Particularmente, conversamos muito, eu tentando entender a verdade e ele se embaralhando mais e mais em suas explicações. Ali, definitivamente, conclui pela sua instabilidade emocional, percebendo o quanto lhe era angustiante estar longe de sua vida missionária e daquele grupo que ajudou a fundar. Mas um fato era latente: Neimar continuava um homem de fé.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Hoje, quanto o grupo do qual fez parte de maneira marcante completa 40 anos, temos elementos suficientes para dar uma explicação mais lógica: na ocasião daquela entrevista Neimar já sofria os primeiros sinais do Alzheimer, doença degenerativa que ataca diretamente o cérebro humano. É fácil perceber isso nas linhas de sua entrevista e publicações posteriores, pois as mesmas são portadoras de pormenores do passado, nomes e fatos – mesmo que citados de forma fantasiosa e confusa – que caracterizam os primeiros sintomas da doença.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aquele comunicador com o qual convivi na intimidade, capaz de gestos extremos de doação, que não mediu esforços para largar tudo em nome da missão, que escreveu um dos livros mais profundos sobre jejum e oração, intitulado O Templo do Silêncio, que arriscou vida, profissão, segurança e conforto pessoal apenas para evangelizar, não mentiu, não fingiu, não espiou. Espia, sim, os pecados da limitação humana, hoje completamente cego e surdo, sem reconhecer os próprios filhos, a esposa, os poucos amigos que ainda se preocupam com ele. Essa é a verdade de Neimar, um “Apóstolo Cansado” (título de um de seus muitos livros), estigmatizado por duas tuberculoses durante sua vida missionária, chagado pela incompreensão e perseguição da mídia, mas que aguarda tranquilo, na graça de Deus, o dia de sua “Reta Final” (outro de seus livros que nos ajuda a refletir sobre a própria morte).&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES – MEAC – 40 anos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-4123819639249175741?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/4123819639249175741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=4123819639249175741&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4123819639249175741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4123819639249175741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/02/verdade-de-neimar.html' title='A VERDADE DE NEIMAR'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-3328106504821284732</id><published>2012-01-31T23:22:00.000-02:00</published><updated>2012-01-31T23:22:00.181-02:00</updated><title type='text'>QUARENTA ANOS DE DESERTO</title><content type='html'>&lt;span lang=""&gt; &lt;div align="justify"&gt;QUARENTA ANOS DE DESERTO &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando o povo de Deus buscou a liberdade foi obrigado a se purificar no deserto. Quando Cristo iniciou sua vida missionária preparou-se antes durante quarenta dias de jejum e orações. Nada a ver com os quarenta anos do MEAC, grupo de leigos missionários católicos, do qual também faço parte, que realizou sua assembleia jubilar em Salvador- BA, neste final de semana. Forçando uma reflexão mais consistente, temos sim que considerar nossos momentos de deserto, quando avaliamos o histórico de qualquer caminhada na vida. A história do MEAC, Missionários para Evangelização e Animação de Comunidades, é uma história humana, imperfeita em muitos momentos, que traz em sua essência a unção e as bênçãos divinas pertinentes a todos que percebem suas insignificâncias e se fazem instrumentos nas mãos do Pai. Ser missionário, dentro dos princípios da fé cristã, não é nenhum privilégio, mas obrigação. Pertencer, pois, a um grupo de leigos que se dizem missionários é apenas somar forças com o outro, para encarar esse desafio com mais coragem. Dois a dois, Cristo nos pediu. Em grupo, em comunidade, a humanidade venceu muitas das etapas mais difíceis de sua história. Assim também nosso grupo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falar dos momentos de glória é fácil e gratificante. Um grupo de leigos cujo trabalho evangelizador ultrapassou fronteiras, arrebanhou multidões, foi censurado e incompreendido em muitas de suas ações, possuiu elementos que foram expulsos dos meios de comunicação pela postura ética e cristã que possuíam, mudou e está mudando o conceito de arrecadação financeira dentro da Igreja, dando nova visão à prática do dízimo nas comunidades católicas, não só no Brasil, mas em muitos outros países como EUA, Peru, Moçambique (onde já existe um núcleo do MEAC), Alemanha e outros mais, não é um grupelho qualquer. Setenta por cento das paróquias brasileiras já receberam um dos nossos. Muitos dos livros editados pelo grupo se tornaram best-seller sem que nenhum órgão de imprensa registrasse tal feito. Mas, nessa história de sucesso, foram muitos os momentos de angústia, decepção, solidão. Chegamos ao fundo do poço quando a imprensa agnóstica resolveu nos destruir, aproveitando-se da fragilidade circunstancial de um dos expoentes do grupo. A reportagem sensacionalista caiu como uma bomba dentre nós. Apenas três sobreviveram. Destes, dois continuam, como a nos provar a impotência das forças demoníacas diante das obras de Deus. Neimar de Barros, fundador e divulgador dessa obra, ao contrário do que muitos pensam, não traiu, nem mentiu durante sua vida missionária, mas foi podado momentaneamente como Paulo em sua queda, como Jó em seu leito de dores e angústias. A esses foram dados o privilégio de conhecer a Deus também através da dor e incompreensão. A Neimar, a cegueira e o silêncio hoje purificam sua alma contrita, sempre consciente de suas fraquezas e limitações, mais agora quando padece do mal de Alzeimer, que explica as contradições estapafúrdias daquela reportagem. Justiça seja feita a esse nosso grande missionário.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobraram dois. Hoje, na Bahia, somos dez vezes mais. No Brasil, na África, muitos outros. Não importa o número exato, mas sim a idéia de que como servos como quaiquer outros, fazemos apenas o que Deus nos pede. Como afirmou D. João Carlos Petrini, bispo de Camaçari, durante nossa assembleia jubilar: "Há quarenta anos, o MEAC se antecipou ao que a Igreja nos pede hoje, a missionariedade. A missão nasce da experiência de plenitude com Jesus. Posso garantir a vocês que essa também foi a raiz da minha vida missionária". Esse bispo chegou ao Brasil como leigo missionário...&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;　&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;　&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-3328106504821284732?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/3328106504821284732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=3328106504821284732&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3328106504821284732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3328106504821284732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/01/quarenta-anos-de-deserto_31.html' title='QUARENTA ANOS DE DESERTO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-8285300307743251341</id><published>2012-01-23T17:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-23T17:00:14.304-02:00</updated><title type='text'>QUARENTA ANOS DE DESERTO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;QUARENTA ANOS DE DESERTO&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;Quando o povo de Deus buscou a liberdade foi obrigado a se purificar no deserto. Quando Cristo iniciou sua vida missionária preparou-se antes durante quarenta dias de jejum e orações. Nada a ver com os quarenta anos do MEAC, grupo de leigos missionários católicos, do qual também faço parte, que realizou sua assembleia jubilar em Salvador- BA, neste final de semana. Forçando uma reflexão mais consistente, temos sim que considerar nossos momentos de deserto, quando avaliamos o histórico de qualquer caminhada na vida. A história do MEAC, Missionários para Evangelização e Animação de Comunidades, é uma história humana, imperfeita em muitos momentos, que traz em sua essência a unção e as bênçãos divinas pertinentes a todos que percebem suas insignificâncias e se fazem instrumentos nas mãos do Pai. Ser missionário, dentro dos princípios da fé cristã, não é nenhum privilégio, mas obrigação. Pertencer, pois, a um grupo de leigos que se dizem missionários é apenas somar forças com o outro, para encarar esse desafio com mais coragem. Dois a dois, Cristo nos pediu. Em grupo, em comunidade, a humanidade venceu muitas das etapas mais difíceis de sua história. Assim também nosso grupo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Falar dos momentos de glória é fácil e gratificante. Um grupo de leigos cujo trabalho evangelizador ultrapassou fronteiras, arrebanhou multidões, foi censurado e incompreendido em muitas de suas ações, possuiu elementos que foram expulsos dos meios de comunicação pela postura ética e cristã que possuíam, mudou e está mudando o conceito de arrecadação financeira dentro da Igreja, dando nova visão à prática do dízimo nas comunidades católicas, não só no Brasil, mas em muitos outros países como EUA, Peru, Moçambique (onde já existe um núcleo do MEAC), Alemanha e outros mais, não é um grupelho qualquer. Setenta por cento das paróquias brasileiras já receberam um dos nossos. Muitos dos livros editados pelo grupo se tornaram best-seller sem que nenhum órgão de imprensa registrasse tal feito. Mas, nessa história de sucesso, foram muitos os momentos de angústia, decepção, solidão. Chegamos ao fundo do poço quando a imprensa agnóstica resolveu nos destruir, aproveitando-se da fragilidade circunstancial de um dos expoentes do grupo. A reportagem sensacionalista caiu como uma bomba dentre nós. Apenas três sobreviveram. Destes, dois continuam, como a nos provar a impotência das forças demoníacas diante das obras de Deus.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Neimar de Barros, fundador e divulgador dessa obra, ao contrário do que muitos pensam, não traiu, nem mentiu durante sua vida missionária, mas foi podado momentaneamente como Paulo em sua queda, como Jó em seu leito de dores e angústias. A esses foram dados o privilégio de conhecer a Deus também através da dor e incompreensão. A Neimar, a cegueira e o silêncio hoje purificam sua alma contrita, sempre consciente de suas fraquezas e limitações, mais agora quando padece do mal de Alzeimer, que explica as contradições estapafúrdias daquela reportagem. Justiça seja feita a esse nosso grande missionário.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sobraram dois.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Hoje, na Bahia, somos dez vezes mais. No Brasil, na África, muitos outros. Não importa o número exato, mas sim a idéia de que como servos como quaiquer outros, fazemos apenas o que Deus nos pede. Como afirmou D. João Carlos Petrini, bispo de Camaçari, durante nossa assembleia jubilar: “Há quarenta anos, o MEAC se antecipou ao que a Igreja nos pede hoje, a missionariedade. A missão nasce da experiência de plenitude com Jesus. Posso garantir a vocês que essa também foi a raiz da minha vida missionária”. Esse bispo chegou ao Brasil como leigo missionário...&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-8285300307743251341?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/8285300307743251341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=8285300307743251341&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/8285300307743251341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/8285300307743251341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/01/quarenta-anos-de-deserto.html' title='QUARENTA ANOS DE DESERTO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7017551751702881781</id><published>2012-01-15T14:34:00.002-02:00</published><updated>2012-01-15T14:34:47.337-02:00</updated><title type='text'>DEUS LHE PAGUE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;DEUS LHE PAGUE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Quando muitas recordações se acumulam no decorrer de nossas existências, já é longa a estrada percorrida. Ano após ano, a experiência do passado parece-nos um baú de reminiscências, boas ou ruins, que se abre em nossas mentes com o peso da saudade ou a alegria de um momento bem vivido. Lembranças, quem não as têm? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ano novo sempre nos proporciona a magia dessas recordações. Quando criança, juntava-me ao grupo de crianças alegres e esperançosas, para a coleta do simbólico “ano bom”, que poderia ser um doce, uma bala ou mirradas moedas. Contentávamos com pouco. Meu pai, dono de uma pequena fábrica de refrigerantes, abria as portas de sua indústria e distribuía guaraná às levas de crianças que se enfileiravam ordeiramente à espera de sua vez. Um pipoqueiro abarrotava seu carrinho com vistosas pipocas coloridas e as distribuía feliz da vida. Assim também agia um sorveteiro, cujos picolés de groselha, anis e abacaxi eram a festa da garotada. Depois, com sagrado respeito e sem excessos, retribuíamos aos adultos desejando prosperidade naquele ano e agradecendo com um “Deus lhe pague” sem muita percepção do que dizíamos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tempos felizes, aqueles! Sem traçar qualquer paralelo, olho para as crianças que hoje repetem essa tradição. Os sonhos, a inocência, o desejo de seus corações ingênuos continuam os mesmos. “Feliz Ano Novo, tio”! Quase não se percebe o desejo final: “Deus lhe pague”! Essa constatação é o que mais me preocupa e assusta. Será que nossas crianças perderam o referencial divino, a mística da gratidão?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Creio que não. A infância pura e despretensiosa é a mais inviolável guardiã do sagrado, do misterioso dom da vida que procede de Deus. Não a demonstram verbalmente, não por propósito, mas por falta de exemplos da parte dos adultos. A sociedade já não demonstra com clareza esse respeito místico, esse desejo simples e belo de gratidão Àquele que nos possibilitou vencer mais um ano. Se o desejo de hoje é apenas de prosperidade material, com esforço e mérito próprios, é fatal que se exclua Deus dessa história. A cada ano, o que vemos acontecer prepotentemente em nossa sociedade é o distanciamento humano da providência divina.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O pensamento típico do materialismo em excesso trilha uma diretriz perigosa: “Se eu não lutar, ninguém lutará por mim; se não o fizer, ninguém o fará; se não correr atrás, outros chegarão primeiro”. E assim por diante... Nem aquela máxima do “cada um pra si e Deus pra todos” vale mais. Por que então incluir Deus no mérito de nossas conquistas, quando o que conta é o mérito pessoal?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Lembro-me de fabula bem a propósito. Um pobre viajante atravessava um deserto. Em meio à travessia, encontrou-se com a caravana de um rico príncipe, dono de vasta fortuna, que naquela viajem se encontrava desprovido de alimentos. O príncipe, humildemente, pediu ao viajante um pedaço do seu pão. Mais por piedade, do que caridade, o pobre tirou pequena lasca do seu mirrado alimento e a estendeu ao príncipe.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mais adiante, à sombra de um oásis, o viajante parou para se alimentar. Ao retirar o pão de sua sacola, com ele encontrou uma pequena pedra de ouro. Ouro puro! Percebeu então que aquela jóia tinha o exato tamanho da lasca de pão dada ao príncipe. Então se lamentou por não lhe ter oferecido o pão inteiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eis nossa história. Ano vai, ano vem e muitos de nós, viajantes nessa terra, não nos damos conta de que Deus cruza nosso caminho a todo instante. Não só nos acompanha nessa travessia, como também nos pede um gesto de gratidão, um sinal de confiança em sua providência e amor. Ele que nos dá todas as riquezas da vida, que não nos deixa faltar o essencial e nos colocou nessa terra para merecermos a paga de sua generosidade. Porque “uma geração passa, outra vem; mas a terra subsiste” (Ecle 1,4). E Deus continua nos abençoando em proporção de nossos méritos e boas ações. &lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7017551751702881781?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7017551751702881781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7017551751702881781&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7017551751702881781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7017551751702881781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/01/deus-lhe-pague.html' title='DEUS LHE PAGUE'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-4383581141860079204</id><published>2012-01-08T15:41:00.000-02:00</published><updated>2012-01-08T15:41:05.468-02:00</updated><title type='text'>PASSANDO O RODO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;PASSANDO O RODO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A situação estava intolerável. Ninguém mais suportava aquele cheiro ácido e aquela fumaça quase tóxica, a provocar narinas e olhos mais delicados. O ambiente putrefato e lúgubre já era insuportável até para baratas e escorpiões. O que se diria para um ser humano! Nem é bom pensar... Ali, naquelas ruínas fétidas, úmidas, impróprias até mesmo para a função de um depósito de lixos – pois qualquer aterro sanitário seria mais higiênico que aqueles logradouros ditos públicos – ratos, cães e humanos coexistiam em perfeita harmonia... Isso tudo no coração da mais arrojada e moderna cidade brasileira, São Paulo, rincão desse país da ordem e do progresso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas não se via luz imediata. As ações naquela área doente e corroída pelo consumo de drogas, em especial o crack, se limitavam a esporádicas reações de aversão, nunca compreensão, compaixão. Imaginem: até desinfetante a prefeitura já usou em uma de suas frustradas tentativas de “saneamento” do local! A vergonhosa mancha continuou, incrustada não no cimento dos decadentes logradouros, mas na carne viva do coração paulistano. Não é logo ali o Parque da Luz? A porta de entrada para esse paraíso não se chama Largo Coração de Jesus? Um pouco mais adiante não está a Praça Princesa Isabel, a redentora da escravidão? O outrora charmoso e luxuoso Bom Retiro, vizinho contrastante, ainda faz jus ao nome? Higienópolis não está logo ali? E não é nesta área que se projeta a mais audaciosa obra de reurbanização e revitalização da grande metrópole brasileira, com o sugestivo nome de Projeto Nova Luz?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então, mãos à obra! Antecipando o cenário político que já desponta com sua carnificina de interesses partidários, o poder repressivo mostra suas garras, numa operação policial sem precedentes, - qual máquina de esteiras que arrasta para longe tudo o que encontra pela frente – apenas e tão somente para fincar naqueles escombros (arquitetônicos e humanos, diga-se de passagem) a bandeira de suas ações repressivas.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Resultado: uma leva incontável de tristes farrapos humanos, muitas jovens, - muitas crianças - é escorraçada do “ambiente de apoio mútuo”, que para muitos deles era a prefiguração de um lar, doce lar. Pobre cidade, incapaz de amparar, acolher, abrigar seus filhos mais carentes! Pobre polis, sem política social! &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;As ações repressivas das instâncias de governo contra a alcunhada região da cracolândia, São Paulo, é o típico tiro de um soldado contra o próprio pé. A limpeza foi aplaudida por muitos, mas apenas se transferiu um problema social. Não será dispersando aquela pobre população de dependentes químicos que se acaba com a dependência, sabemos disso. Mas usamos da política dos três macacos (não ver, não ouvir, não dizer) mais habitualmente do que pensamos admitir, pois silenciar-se e conformar-se com tão amadoresca e aviltante ação de governo, sejamos francos, é degradante para qualquer cidadão com vergonha na cara. Estamos passando o rodo na lama, secando o gelo do nosso indiferentismo, usando peneiras contra a luz que nos ilumina... Apenas empurramos um problema!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O mal está feito. Soltamos uma bomba dentre centenas de irmãos nossos, acionamos nossas sirenes, gritamos contra eles nossa indignação, nossa aversão, como a lhes dizer: Vocês não prestam, não servem pra nada, a não ser como lixos, dejetos da nossa sociedade. E, como tais, devem ser varridos do nosso meio! Sim, foi esse o recado que lhes mandamos com a prepotência de nossas ações de truculência. Extirpamos com violência um câncer do próprio corpo. Quem vai curar essa ferida? Tardiamente, uma comunidade católica da região saiu às ruas, &lt;personname productid="em protesto. Levava" w:st="on"&gt;em protesto. Levava&lt;/personname&gt; à frente o ostensório do Santíssimo, numa inusitada procissão para acolher alguns viciados remanescentes daquele reduto de infelizes. Tardiamente, eu disse... Mas antes tarde...&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-4383581141860079204?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/4383581141860079204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=4383581141860079204&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4383581141860079204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4383581141860079204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/01/passando-o-rodo.html' title='PASSANDO O RODO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-510402370694702481</id><published>2012-01-01T22:22:00.000-02:00</published><updated>2012-01-01T22:22:13.736-02:00</updated><title type='text'>O SERVO E O AMIGO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O SERVO E O AMIGO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;“Já não vos chamo de servos, porque um servo não sabe o que seu amo faz, mas vos chamo de amigos, porque vos revelei tudo o que sabia a respeito do meu pai” (Jo 15, 15). Durante meus primeiros anos como pregador, muitas vezes, era convidado a falar sobre amizade, sua mística, seus valores cristãos e morais. Invariavelmente, começava minhas colocações com a citação acima. Por quê? Porque nela residem todas as fundamentações da amizade pura, sincera, desatrelada de qualquer sentimento contrário à santidade e plenitude do segundo maior sentimento humano depois do amor. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Retomo o tema motivado por um amigo que não aceitou para si a peja de servo inútil. De fato, qualquer operário de uma empresa bem sucedida tomaria como ofensa uma avaliação desse tipo sobre seu trabalho. Entre a servidão e a amizade com o patrão há aqui grande distância. Já na história que produziu a citação acima, não. Ela é o auge de uma caminhada penitente, de séculos, milênios até, que levou o povo de Deus a se considerar escória, escravos indignos da graça e misericórdia do Pai, pois que a fraqueza e infidelidade escasseavam os frutos exemplares da vida digna que Deus oferecia a todos. Preferiam a servidão, a humilhante tarefa dos vis subalternos de um projeto de Amor grandioso, para o qual não se sentiam dignos, aptos, merecedores...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eis então que o Senhor compreende essa insegurança e caminha ao passo deles. “Eis meu Servo que eu amparo, meu eleito ao qual dou toda minha afeição. Faço repousar sobre ele meu espírito, para que leve às nações a verdadeira religião” (Is 42, 1). Diante da incerteza de um povo, temeroso pela grandiosidade do desafio missionário que Deus lhes confiava, o Senhor suscita dentre eles um Servo com S maiúsculo, para lhes assegurar os sabores de uma vitória futura: deixar a servidão e viver a plenitude de uma amizade divina. Mesmo assim, o povo escolhido não se acha digno e assume sem preconceitos a condição de servos de Deus. Essa resistência torna-se virtude, pois coloca no devido lugar os eleitos para tão sublime missão diante do mundo: “eu te formei e designei para seres a aliança com os povos, a luz das nações” (Is 42, 6). Diante desse Servo (prenúncio do Cristo em pessoa), de fato todos nos tornamos servos inúteis. Mas, nem por isso, deixamos de merecer o privilégio de uma tarefa grandiosa, transformadora, que só a experiência missionária é capaz de proporcionar e provar quão saboroso é o fruto de uma vitória, uma conquista que glorifique o nome do Senhor. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No auge dessa história, Cristo nos chama à amizade total, aquela que se sela à sombra de sua cruz e nos revela todos os mistérios dessa escolha pessoal e da missão que nos foi confiada “para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça”.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Um mínimo de humildade vai bem em qualquer coração pecador (Nem sei falar, diria Jeremias, ou Sou um servo inútil, diria Isaias). Nem por isso foram omissos em suas missões diante do povo sofredor. Nem por isso Paulo, o grande amigo de Deus, deixou de lado sua servidão missionária para sofrer na pele todo tipo de injuria, violência, martírio de cruz... Como Isaias, tornou-se servo. Como servo, sentiu a pequenez de suas limitações humanas, mas abraçou a fé no amigo da estrada. Em Damasco caiu, mas em Jerusalém agigantou-se. Provou do fel da indiferença e incompreensão dos amigos de outrora, para se inebriar com o vinho de uma aliança eterna, amizade perfeita, que a Revelação da Verdade operou em seu coração: “Vós sois meus amigos”. Paulo, que assumiu plenamente sua amizade e sua servidão ao Cristo Jesus, a ponto de um dia exclamar: “Já não sou eu quem vivo. É Cristo que vive em mim...”&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-510402370694702481?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/510402370694702481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=510402370694702481&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/510402370694702481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/510402370694702481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2012/01/o-servo-e-o-amigo.html' title='O SERVO E O AMIGO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7237811786902065243</id><published>2011-12-25T21:24:00.002-02:00</published><updated>2011-12-25T21:24:46.148-02:00</updated><title type='text'>PREVISÕES SEM LASTRO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;PREVISÕES SEM LASTRO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Desde que me entendo por gente, o mundo já teria se acabado por mais de cinqüenta vezes. A cada fim de ano, revejo com ironia as previsões catastróficas que muitos profetas do caos divulgam como favas contadas. Atiram no escuro de um futuro que desconhecemos, chamando a atenção e despertando o medo ou mesmo a confusa fé dos incautos. Seja por fatores advindos do trato humano ao seu planeta, seja pelas distorções dos escritos sagrados ou mesmo pela mística que a dança astrológica exerce sobre nós, pobres e insignificantes mortais, o fato é que muitos tiram proveito deste lastro de confusas informações para tecerem seus diagnósticos sobre o futuro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quando criança, seguia também à risca essas previsões. Até as anotava, para conferi-las no ano seguinte. Cheguei mesmo a despertar minha curiosidade para as órbitas interestelares, buscando a possibilidade de descobrir um cometa em rota de colisão. Seria o fim, mas seria também minha glória... Lembro-me que o gosto por essa matéria influenciou até meus filhos. Em 1979, uma estação espacial norte americana, pesando 69 toneladas, colidiu com a Terra. Nada comparável a qualquer satélite natural, mas a divulgação da queda em lugar incerto deixou o mundo em polvorosa apreensão. Meu filho mais velho, ciente do perigo, não falava em outra coisa. “O Skylab, pai! Vai cair e destruir o mundo!” E a pobre criança buscava abrigo até embaixo da mesa, apavorado como muitos. Mas a queda foi um pífio espetáculo que emergiu nas águas de um oceano qualquer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Seguiram-se mais previsões, sempre embaladas por interferências humanas sobre o equilíbrio de seu mundinho ferido na harmonia e desgastado nas relações daqueles que o povoam. Ora era uma hecatombe nuclear. Ora, um desastre ecológico (o único que respeito e ainda temo), ora um castigo dos céus. De 2.000 não passará. E passou. Mas 2012...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Bem ou mal, aqui chegamos. Olhar para trás é sempre oportunidade de reconhecer os desacertos e mirar com mais objetividade os acertos que buscamos. Tudo muito lógico e até saudável no campo material, no aspecto físico. Quantas conquistas já obtivemos com essas análises históricas, esse repaginar do passado em busca do futuro! Agora, no aspecto espiritual, muitos ainda vivem na idade da pedra. Pouco ou nada possuem de concreto – de sólido mesmo, apesar da disparidade entre matéria e espírito – que ateste maior maturidade humana diante de sua realidade também espiritual. Corpo e alma é o que somos. Essa identidade mística nos faz ver o mundo, o tempo e o espaço que ocupamos na vida como meros instrumentos, veículos de uma viagem muito mais ampla que aquela contada pela órbita da Terra ao redor do Sol. Nossa rotação e translação são mais amplas que a insignificante contagem dos dias e anos num calendário. Nem por isso vamos desqualificá-la&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aqui é que são elas. Viajamos sem a contemplação da paisagem, mas com a preocupação do destino. Onde acabará essa odisséia? Como? “O vento sopra onde quer; ouves-lhe o ruído, mas não sabes donde vem, nem para onde vai. Assim acontece com aquele que nasceu do Espírito” (Jo 3,8) A verdade não assusta, nem preocupa, quando o espírito humano encontra sintonia com os mistérios divinos, o plano que o Pai nos traçou. Essa é a previsão que liberta, a verdade dos que aprendem a contemplar o cenário, o dia-a-dia. “Quanto àquele dia e àquela hora, ninguém o sabe, nem mesmo os anjos do céu, mas somente o Pai” (Mt 24,36) Eis o lastro dos que fazem da própria vida uma aventura nunca banal, mas providencial, privilegiada. Pois que na nave que embarcamos o piloto é o Pai. Boa viagem, ops, bom ano!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 2;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7237811786902065243?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7237811786902065243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7237811786902065243&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7237811786902065243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7237811786902065243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/12/previsoes-sem-lastro.html' title='PREVISÕES SEM LASTRO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-9126881380330189685</id><published>2011-12-18T18:16:00.002-02:00</published><updated>2011-12-18T18:16:42.470-02:00</updated><title type='text'>IMUNIDADE AMEAÇADA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;IMUNIDADE AMEAÇADA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Não só de imunidade parlamentar vive o político brasileiro. Também – e principalmente – porque um dia em suas vidas adquiriram imunidade biológica contra esta ou aquela doença. Neste quesito, somos uma nação abençoada, onde uma necessidade gritante fez nascerem vários institutos de pesquisa científica, que salvaram sua população de pelo menos três surtos endêmicos: a peste bubônica, o tifo e a febre amarela. Assim surgiram os Institutos Oswaldo Cruz, Vital Brazil e Butantan.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A biografia de pelo menos três grandes sanitaristas brasileiros é um marco histórico de heroísmo e audácia. Quando a peste bubônica ceifava milhares de moradores litorâneos, no inicio do século 20, Oswaldo Cruz propôs ao governo do Rio a fabricação nacional de um soro adequado ao combate epidemiológico, pois que a importação de qualquer remédio, naquela época, era um processo moroso e de alto custo. Paralelamente, &lt;personname productid="em São Paulo" w:st="on"&gt;em São Paulo&lt;/personname&gt;, os sanitaristas Vital Brazil e Emílio Ribas somavam forças para transformar a velha fazenda Butantan, às margens do rio Pinheiros, em um centro de pesquisas e produção do soro antiofídico. Foram os primeiros passos para a descoberta de novas vacinas, eficientes não só no combate à peste que assustava o Brasil, mas igualmente outras mazelas epidemiológicas da época. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tempos áureos da pesquisa brasileira! Mas emblemáticos nos dias atuais! Segundo artigo do professor Isaias Raw, atual presidente do conselho científico e tecnológico da Fundação Butantan, uma terrível ameaça ronda a lisura de uma história quase sacrossanta. Querem acabar com o Butantan! Sim, foi isso mesmo que você leu. Segundo o título de uma das publicações de Tendências/Debates da FSP de 18 de dezembro de 2011, “O Butantan desafia o cartel das vacinas”. Linha por linha, detalhe por detalhe, o artigo do cioso professor é de um teor evidentemente preocupante, decepcionante, (diria até: questão de segurança nacional, que merece intervenção de nossos governantes).&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Fica evidente mais uma vez o jogo de interesses do monopólio farmacêutico, das leis de patentes, de mercado, que priorizam o lucro, nunca a saúde pública. Está na hora do governo deixar de lado seu caráter assistencialista, humanitário, e pensar mais no lucro, na sua identidade capitalista, parece dizer o texto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Para quem não teve o desprazer de ler esse desabafo de um cientista emérito, mas amante da história de idealismo sem fronteiras de seus antecessores (talvez até dele próprio) eis a chave de sua denúncia: “É preciso liquidar o Butantan, porque nós ousamos desenvolver novas vacinas e a tecnologia para sua produção! Voltaríamos a ser mais um enorme mercado, num país sem desenvolvimento. Aceitaremos ser colônia?”. Tudo porque uma empresa bem sucedida na produção de medicamentos (qual não é?) tenta convencer o governo de São Paulo a lhe vender a divisão bioindustrial do Instituto. Fica evidente no texto que a indústria farmacêutica quer inflacionar o custo da produção brasileira de vacinas, que é muito baixo em relação ao mercado mundial. Cita como exemplo a vacina contra tétano-difteria-pertussis, com o custo de R$ 0,30 e que as multinacionais copiaram e vendem a um custo de 50 vezes mais. “Sem confiança de que podem controlar o Butantan, tentam comprá-lo; para as empresas o ideal é o país voltar a ser um enorme mercado para vacinas”, denuncia o lead desse heróico texto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas nem tudo é assustador. Em meio a tantas e tamanhas mazelas, eis que o articulista nos deixa uma notícia alvissareira. Já temos a vacina contra a dengue. Poderá ser fornecida ao Ministério da Saúde por cerca de R$ 2, se não conseguirem “bloquear o ensaio clínico, que começa em poucos meses”. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O veneno que mata, segundo o conceito de Vital Brazil, é o mesmo que salva. Seu lema era “Veritas super omni” e, como bom espiritualista, era profundo conhecedor da Bíblia. Morreu vítima de uma das doenças que tanto combateu, a febre amarela. Pois é: queremos “a verdade acima de tudo”.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-9126881380330189685?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/9126881380330189685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=9126881380330189685&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/9126881380330189685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/9126881380330189685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/12/imunidade-ameacada.html' title='IMUNIDADE AMEAÇADA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-2724133785360857600</id><published>2011-12-11T21:07:00.002-02:00</published><updated>2011-12-11T21:07:35.726-02:00</updated><title type='text'>CONSELHO DE ANCIÃOS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CONSELHO DE ANCIÃOS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A fisionomia jovial, quase criança, de um senador brasileiro na TV, dias destes, assustou-me e roubou de mim um comentário conformista: só mesmo no Brasil! Isto porque, por definição e origem do ofício, senador deriva de sênior, senex, palavra latina para definir velho, idoso, ancião. A origem do próprio nome já explica a função da mais remota hierarquia política, que na Roma antiga – isto há quatro mil anos antes de Cristo – era ouvida em assembleia e respeitada em suas decisões nos entraves apresentados pelas comunidades. Seus representantes eram denominados como Senadores, que, sob a tutela de uma república ou regime imperial, era a instituição política de maiores poderes abaixo dos governantes supremos. Tal sua importância, que o Império romano era conhecido sob a sigla SPQR, que significava: O senado é o Povo Romano.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Até na velha e quase sempre desrespeitada ou esquecida mãe África, o continente berço da humanidade, ainda é possível encontrar núcleos tribais harmonizados e bem conduzidos comunitariamente sob as rédeas de pequenos senados, a voz experiente e sempre respeitada de seus idosos. Há exemplos mais próximos de nós. Nas aldeias indígenas brasileiras a importância do idoso é tão forte que decisões tomadas sob a luz de um Conselho de Anciãos tornam-se algo sagrado, inquestionável. Um exemplo bem claro é a manutenção de suas tradições, apesar do contato com a civilização, além do apego indígena às suas culturas e práticas religiosas ou mesmo a resistência destes às outras expressões políticas ou hierárquicas que não a própria. Além do respeito às suas tradições, ao conselho dos idosos compete a transmissão dos conhecimentos e da história de seu povo. Senado mais que federal... Universal, ideal! Mas o papel social do idoso num grupo tribal, aborígine em sua essência, é que os eleitos para representá-los com nível de poder ganham subtítulos conforme suas aptidões. No Brasil temos o cacique, o pajé, o curandeiro ou mesmo o profeta, cada qual com funções distintas, mas coordenadas pelas decisões conjuntas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Diante de histórico tão coerente e positivo para justificar a existência de um poder senatorial (poder dos idosos ou simplesmente o conselho dos anciãos) tentei entender a presença de jovens “senadores” (palavras que se opõem na própria etimologia) na vida política brasileira. Descobri que o senador brasileiro pode ser eleito a partir dos 35 anos. Seria tão baixa assim nossa expectativa de vida? Ou será porque aos 35 nada mais nos assusta, pois já vimos e aprendemos tudo o que tínhamos direito! Sei que não era assim antes, mas não consegui precisar a data em que essa regra contraditória nos foi imposta. Nem quem foi o artista. – Se alguém souber, me informe – O fato justifica a indignação popular contra seu Congresso, cujo senado deixa de lado sua função histórica e seu aspecto de voz da Razão, da Experiência, do Bom Senso acima dos entraves políticos do baixo escalão. O mesmo se poderia dizer ou entender da função de um juiz da Suprema Corte. Qual a idade mínima e o histórico que se exige para um assento no Supremo Tribunal Federal? Eis mais pano pra nossa manga. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No entanto, na proximidade do ano em que poderei gozar dos privilégios da fila dos idosos, compete-me mais seriedade do que ironias. Além do mais, Natal vem chegando e os recessos parlamentares, o dejavú dos assuntos políticos dá espaço para “les fétes” regradas a champagnes, caviar... Poucos, pouquíssimos darão valor às palavras de um ancião. Como poucos, pouquíssimos prestaram atenção às palavras daquele velho Simeão, ansioso no templo de poder de sua época, na espera de um novo tempo. Quando viu o menino Jesus, suspirou profundamente e exclamou: “Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos...” (Lc 2, 34) Pois é, cada qual a seu tempo, seguimos os passos dos nossos velhos! &lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-2724133785360857600?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/2724133785360857600/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=2724133785360857600&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2724133785360857600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2724133785360857600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/12/conselho-de-anciaos.html' title='CONSELHO DE ANCIÃOS'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-3955910024285847411</id><published>2011-12-04T21:37:00.000-02:00</published><updated>2011-12-04T21:37:01.087-02:00</updated><title type='text'>TEMPO DE ALEGRIA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;TEMPO DA ALEGRIA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Dizemos que nada acontece sem um princípio. Lei da Natureza. Também da lógica. &lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Princípio que aqui poderíamos denominar de Advento, tempo de esperança, de sonhos, de expectativa. Enfim, tempo de preparação para algo de grandioso em nossas vidas. Assim também deveríamos entender as semanas litúrgicas que antecedem o Natal, o dia mais festejado do mundo cristão. “Naquele dia se dirá: Este é o nosso Deus, nele esperamos, e ele nos salvará. Este é o Senhor em quem esperamos” (Is 25,9). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Dizemos também que a esperança cristã surge na simplicidade de um curral, uma estrebaria de animais, envolto na pele de uma criança frágil, inocente, desprotegida... Mas um provérbio chinês (por que todo provérbio tem que ser chinês?) ainda nos lembra: “O grande homem é aquele que não perdeu a candura da criança”. A verdade é que ambas as citações só reafirmam a grandiosidade do maior milagre que se tem notícia na história da humanidade: Deus se fez criança para salvar sua criação maior. Este é o Senhor...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tentar compreender os mistérios e a lógica da ação de Deus em nossas vidas é inverter o processo princípio-e-fim da melhor definição que possamos fazer de Deus. Alfa e Omega, ou seja, extremidades infinitas, sob cujos mistérios a sabedoria humana não consegue penetrar. Mas sentí-lo, tocá-lo, viver com Ele uma experiência concreta de amor, sabedoria, entendimento ou qualquer outra experiência de reciprocidade, sim, isto sim é possível no agora de qualquer um de nós. Basta nos tornarmos criança diante de sua inquestionável paternidade criadora. Basta-nos a compreensão de quão insignificantes somos diante da grandiosidade de sua obra. Basta-nos deixarmos de lado os pedestais de nossa arrogância e prepotência. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A mais bela das poesias paulinas já nos ensinava: existe tempo para tudo. Para colher, para plantar, para sorrir, para amar, ficar triste, se alegrar... No processo do crescimento humano, a infância é o tempo das descobertas, da percepção das dores e alegrias, da compreensão de que o coração que bate num peito humano também é sede de seus mais autênticos sentimentos, os impulsos de sua alma. A espiritualidade é inerente ao ser humano, apesar de muitos a negarem ao longo de suas vidas. Mas que ela esteve em nossos berços, acompanhou-nos nos primeiros passos, sentou-se ao nosso lado nas primeiras leituras, não tem como negar. Sim, toda e qualquer criança compreende e melhor irradia sua própria espiritualidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nosso problema é que nos tornamos adultos. Daí que a soberba de nossas aspirações e a lógica de nossas “lógicas” realizam verdadeiras varreduras na maneira com que cada indivíduo define seu existir. A ideia do divino, do transcendente, do sobrenatural só prevalece quando bem acentuada e orientada na infância. Portanto, o advento cristão necessita que nos tornemos crianças, que reconheçamos sempre nossa pequenez e dependência diante de tudo que é divino, grandioso como nosso “Pai que está no céu”. Que nossa humanidade não se perca nas amarras da vaidade, do existencialismo puro e simples, nas teias da prepotência de se sentir deus, senhor do universo e das criaturas, mentor e manipulador de todas as ciências.... Ah, pobre animal racional, mas irracional na sua ignorância da própria origem. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A humanidade do Deus-menino, que só o presépio cristão apresenta ao mundo, além de seu aspecto místico e poético, é a maior das provas de que o tempo é senhor da verdade – no caso, da Verdade- pois só ele para amadurecer no coração irredutível da humanidade a ideia de um Deus Uno, porém Trino, que se faz um conosco tão somente para nos convidar a sermos um com Ele, a darmos novo sentido à nossa história, com princípio, meio e fim. Portanto, Advento é Tempo da alegria; alegria de novas descobertas e compreensões dos mistérios que rondam nossa espiritualidade, nossa fé.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-3955910024285847411?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/3955910024285847411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=3955910024285847411&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3955910024285847411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3955910024285847411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/12/tempo-de-alegria.html' title='TEMPO DE ALEGRIA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-5446344732355634037</id><published>2011-11-27T19:37:00.002-02:00</published><updated>2011-11-27T19:37:38.085-02:00</updated><title type='text'>O MENINO INSEGURO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O MENINO INSEGURO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;O povo de Deus vivia uma época de queixumes, frustrações e lamentações. Queixavam-se de tudo, de Deus, do templo do Senhor, da reforma religiosa da época... Já sequer praticavam a justiça, de acordo com a Lei. Em meio a tantas lamúrias, crescia o menino, com sentimentos de incerteza, muito sofrimento e luta interior para fazer ver a esse povo as contradições de suas práticas de fé. Filho de um dos sacerdotes do povo, o menino ao menos cumpria suas devoções pessoais, pondo-se em constante oração. Inseguro quanto ao futuro, pedia a Deus pelo seu povo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Um dia teve uma visão. Uma dessas inspirações ou aparições que se confunde com a realidade – da qual não se sabe se foi sonho ou real – mas que marcou em definitivo sua infância, definiu seu próprio futuro. A voz daquela visão lhe dizia: “Eu lhe conheço desde antes de sua fecundação”! Como? Quem é o ser capaz de proferir tão absurda afirmativa; dizer-se conhecedor de alguém que sequer existia?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas a voz prosseguiu: “Eu lhe consagrei mesmo antes do seu nascimento”. Seria possível tamanho ideal? Como consagrar o inexistente? “Eu confiei uma missão a você, mesmo ainda estando no ventre de sua mãe”! Ah, só Deus para tamanha audácia, tão misterioso projeto: confiar uma tarefa a alguém que sequer havia nascido!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Assustado com tais revelações, o menino tentou argüir com uma desculpa evasiva. “Senhor, eu mal sei falar, sou apenas uma criança”. Quem sabe, diante daquele argumento de um menino ainda inseguro, mas consciente de que algo não ia bem com a fé do seu povo, o Senhor ponderasse melhor. Quem sabe Deus escolhesse outro. Não ele, um menino inseguro, cuja devoção se limitava às suas pequenas obrigações diárias, tais como as orações e tarefas domésticas que desempenhava com louvor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A voz tornou-se imperativa: “Não. Nunca diga: “sou criança ainda”; não sou capaz”. O desafio do Senhor não escolhe idade, não tem hora para ser colocado em prática, não aceita justificativas vazias, pois as exigências do Reino são gritantes, estão presentes no aqui e agora do tempo presente, dos fatos que rugem contrários aos planos de Deus. Não. Nada justifica uma omissão, quando o próprio Deus ainda pondera: “Vá procurar todos aqueles aos quais eu lhe enviar”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O menino, indeciso ainda diante de tamanha responsabilidade, não tem muito a responder. Tenta um segundo “mas”..., porém a voz é mais convincente. “Estarei com você, para livrá-lo de qualquer perigo”. Estende sua mão e o unge com seu mandato, sua autoridade: “Colocarei minhas palavras em sua boca, dar-lhe-ei poderes sobre as nações, os reinos, as instituições humanas, para destruir em meu nome tudo o que é contrário aos meus ensinamentos, mas também para construir, edificar, plantar tudo o que é bom, favorável aos princípios da minha Lei”. Então o menino, inseguro que era, tornou-se forte e destemido diante das ameaças que rondavam sua fé. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sua tarefa era austera. Porém como um louco e destemido defensor do povo, tornou-se uma voz profética, anunciadora de um novo tempo. Como guardião da fé que o movia, tornou-se um poeta de primeira linha, deixando vários poemas eivados de sensibilidade e visão realista de sua grandiosa tarefa. Escreveu: “Seduziste-me, Senhor, e eu me deixei seduzir! Dominastes-me e obtivestes o triunfo, Sou objeto de contínua irrisão, e todos zombam de mim”.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nem por isso desistiu. Foi caluniado, preso e correu risco de morte. Durante quarenta anos exortou seu povo à reconciliação com Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Dizem que de poeta e louco todos temos um pouco. Acrescento: de profeta também. Só que muitos não o sabem e, os que sabem, se dizem desentendidos, inseguros, incapazes. O menino dessa história, Jeremias, o que se dizia pequeno diante de grande desafio, tornou-se um dos maiores profetas da história da Salvação. Portanto, nunca diga: sou pequeno, sou incapaz!&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-5446344732355634037?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/5446344732355634037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=5446344732355634037&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5446344732355634037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5446344732355634037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/11/o-menino-inseguro.html' title='O MENINO INSEGURO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-590045302442164015</id><published>2011-11-21T00:05:00.002-02:00</published><updated>2011-11-21T00:05:23.831-02:00</updated><title type='text'>DORES QUE NOS AFLIGEM</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;DORES QUE NOS AFLIGEM&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Uma das angústias mais corriqueiras da vida chama-se dor de consciência. Talvez tenhamos aqui uma definição não muito apropriada, já que ao processo da dor atribuímos uma ação fisiológica, neurológica, estritamente relacionada à realidade física de um indivíduo. Nunca aos seus sentimentos. Da mesma forma, quando falamos da dor de amor, dor da alma, dor de saudade...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas como doem! Apesar de sua ausência na corrente neurológica, todos nós um dia experimentamos suas fisgadas no coração. Quem já não sofreu por amor, saudade, angústia, aflição? Então, como ficamos diante dessa? Segundo os poetas mais renomados, a dor do amor é suave, pois que faz mais presente a pessoa amada, não deixa no esquecimento uma relação possível ou impossível, mas que se alimenta na esperança de se concretizar ou mesmo no conformismo da não correspondência. Esvai-se, muitas vezes, na decepção desta. Mas leva consigo belas lembranças!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Já a dor da saudade é constante. Seja uma separação momentânea, passageira, circunstancial, está restrita à ausência de uma das partes. Quando entre elas se interpõe a morte, eis que a saudade perde forças só na recordação de belos momentos de convivência passada. Então dizemos: os que se foram retornam na saudade dos que ficaram.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A dor da alma é a angústia que açoita qualquer espírito saudoso de sua origem. É o confronto da realidade física e espiritual do humano. Diante de um quadro de lamentações e angústias próprias do cotidiano dos fracos, eis que a alma se rebela muitas vezes. Nada mais apropriado que um verso do Pe. Zezinho, o poeta da alma: “Essa fome de felicidade é saudade do infinito”. Ou mesmo a experiência que temos quando, através de nossas dores, sentimos mais intensamente a proximidade de Deus. Esquecemos, no entanto, que aqui o Senhor nos colocou para aprimoramento espiritual e lenitivo das nossas dores, nossas incertezas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nesse aspecto, nenhuma dor física se sobrepõe às dores espirituais que carregamos conosco. Estas não têm localização diagnosticável, pois que nos atingem por inteiro, corpo e alma. À dor física qualquer analgésico basta. Ao espírito conturbado, outro remédio não há senão o da reconciliação com a graça de Deus, fonte da plenitude que buscamos. Uma alma convicta de sua Fé conserva sua pureza, sua força de amar incondicionalmente. Sofre às vezes com a dor do próximo – nunca pela própria dor – se emociona, confia, admira, sente os problemas ao seu lado, mas não foge destes. Sabe sonhar, mas distingue o real. Não falseia, não titubeia, sequer pressiona ou deixa totalmente livre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Um corpo debilitado, sem a pureza da alma, renitente, sofre ao dobro. Pois que a força maior das qualidades humanas não emana do corpo físico, mas do seu corpo espiritual. Esse é o segredo dos grandes vencedores, aqueles que atingem a glória suprema, o podium dos santos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No entanto, consciência pesada é a dor mais terrível. A ela se atribuem as quedas de muitos “vencedores” da constante competitividade humana. Muitos destes chegam ao topo, beijam troféus do seu orgulho, da prepotência de suas lutas, da guerra sanguinolenta que travaram – e ainda travam – para se manterem numa posição de status, privilégios, mordomias... Mas não conseguem um sono, uma noite, um momento sequer de paz, de harmonia com o mundo interior que os agita. Guerreiros do nada! Tudo fizeram, sobrepujaram eventuais rivais com unhas e dentes, garras e esporas, armas de grosso ou médio calibre, mas não são capazes de vencerem a si próprios, desconhecem o maior dos troféus que a vida possa lhes oferecer: a paz de espírito.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-590045302442164015?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/590045302442164015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=590045302442164015&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/590045302442164015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/590045302442164015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/11/dores-que-nos-afligem.html' title='DORES QUE NOS AFLIGEM'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-8275256036764441952</id><published>2011-11-13T17:48:00.002-02:00</published><updated>2011-11-13T17:48:48.353-02:00</updated><title type='text'>SABER OUVIR E VER</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;SABER OUVIR E VER&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Se há uma condição básica na construção positiva do relacionamento humano, esta se esconde nos meandros do verbo ouvir. Curiosamente, somos privilegiados como única nação do mundo cujo hino nacional começa com esse verbo, que convida a todos a prestarem maiores atenções ao grito do Ipiranga. Nas plácidas margens de um simbólico riacho retumba o clamor maior do heroísmo popular, o brado da liberdade. Ouçam, já ecoa no horizonte o grito de amor e de esperança!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas não basta ouvir. É preciso ver. Os raios fúlgidos do hino pátrio também marcam presença como sinais concretos de um sonho que se realiza. Assim na vida. Ouvir e ver são condições mínimas para se atingir um ideal, se o que desejamos é construir relações pessoais que não se percam na placidez do indiferentismo, no isolamento do individualismo. Falo, pois, dos maiores entraves pessoais quando da construção de nossos relacionamentos: pouco ouvimos o outro; pouco vemos da sua realidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Saber ouvir requer sensibilidade. Daí que nem sempre estamos aptos a entender os brados de amor, de clemência, de perdão, de alegria, de justiça, de piedade, de tudo mais que possa vir de um coração ao lado, quando nossos caminhos não por acaso se cruzam. Daí a razão das oportunidades perdidas, do isolamento de muitos, da falta de solidariedade e fraternidade, hoje os maiores obstáculos das sociedades conglomeradas. Vivemos em massas sem interação pessoal. Para tanto há o fone de ouvido, o celular de multiuso que nos conecta com o mundo dos nossos interesses, mas nos desconecta com o mundo aos nossos pés. Ouvimos apenas o que nos interessa, quando às vezes uma palavra amiga capaz de transformar nossa existência está ali, ao lado, prestes a explodir em nossos tímpanos se lhe dermos essa possibilidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Saber ver requer acuidade. Dos sentidos humanos, esse não é maior; nem menor que a audição, mas complemento perfeito. Leva-nos à consciência do belo, das maravilhas que rodeiam e enfeitam nossa peregrinação, nossa contemplação terrena. Dizem que os olhos são portas da alma, dos sentimentos. Daí que a acuidade também é qualidade da boa visão, como sensibilidade o seria da alma, do coração. Mas, atentem para isso: sem boa acuidade não se pode ouvir e sem boa sensibilidade não se pode ver com clareza tudo de belo e misterioso – tudo de mal e evidente – que a vida possui. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não por acaso, uma das mais belas conclusões dos discursos cristãos nos apresenta esses dois verbos. “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça; quem tem olhos para ver, veja”. O grito de socorro dos cegos de então era único: “Senhor, que nossos olhos se abram!”. Ao surdo-mudo coube a única proibição de Jesus para não divulgar um milagre: “Éfeta”. Ou seja; que seus ouvidos se abram, que sua língua proclame a verdade, não com palavras vazias de um testemunho estéril, mas com a coerência de sua gratidão e visão da graça recebida. Por isso, Cristo o proibiu de fazer publicidade, pois “o que sai da boca do homem, isso é que mancha o homem”. Não basta falar; é preciso, por primeiro, compreender, sentir, viver, ver em tudo a ação de Deus em nossas vidas. “Mas quanto mais lhes proibia, tanto mais o publicavam. E tanto mais se admiravam dizendo: “Ele fez bem todas as coisas. Fez ouvir os surdos e falar os mudos!”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quem bem enxerga a ação divina na história humana, não silencia nunca. A proclamação da verdade faz parte da condição cristã. “Quem ouve a palavra, a coloca &lt;personname productid="em prática. Quem" w:st="on"&gt;em prática. Quem&lt;/personname&gt; me vê, vê ao Pai”. O grito de liberdade plena e total, sufocado na garganta de muitos, só não acontece porque ainda há cristãos que não sabem ouvir e ver.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-8275256036764441952?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/8275256036764441952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=8275256036764441952&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/8275256036764441952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/8275256036764441952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/11/saber-ouvir-e-ver.html' title='SABER OUVIR E VER'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-9103012035680670944</id><published>2011-11-06T20:17:00.002-02:00</published><updated>2011-11-06T20:17:42.076-02:00</updated><title type='text'>A PONTE CAIU</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A PONTE CAIU&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nos bons anos de minha infância em Palmital – SP, minha terra adotiva, um clube de pesca idealizou e construiu uma arrojada ponte pênsil. Ligava margens e ilha fluvial onde possuíam um rancho de pescas. Lá era a sede do G20 daquela época, o Clube dos Vinte. Cá, às margens, ficávamos nós outros, a turba de plebeus marginalizados de uma elite social, que semanalmente afogava seus nervos na farta pescaria de curimbatás, dourados e pacus, abundantes nas águas do Paranapanema.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;À inauguração da pitoresca ponte acorreram multidões, convidados e curiosos. Antes mesmo do ato oficial, centenas de pessoas tomaram de assalto aquele “caminho sobre as torrentes”, admirando a paisagem e a criatividade dos engenheiros – aproveitaram cabos de aço que outrora se prestavam a movimentar algum elevador então aposentado de algum edifício e o reutilizaram como fio condutor de tábuas justapostas e redes laterais. Pronto! - Essa era a ponte...&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Calcularam bem as distâncias, mas não tão bem o peso que poderia suportar. Então lá se foi o povão, deliciando-se com aquela travessia, aproveitando a brisa e... o balanço da ponte. Logo mais chegava o padre, inocente que era também no próprio nome, com sua água benta e a estola de sua autoridade sacerdotal. Pouco lhe valeram esses instrumentos sacros, pois mal se aproximou, ergueu as mãos qual novo Moisés diante da travessia de um mar revolto, quis proferir suas orações, mas um estrondo, gritos, pedidos de socorro anteciparam a bênção do padre. A ponte caiu.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A grande maioria deu com os burros na água, mergulhando em seus redemoinhos ou seguindo o curso das bravias correntezas. Alguns poucos escaparam do banho surpresa, enroscados nas redes de proteção das laterais. Mas enroscados ficaram.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não encontrei melhor acontecimento para ilustrar e comentar as ações de outro grupelho com iguais pretensões, o G20, clube de pesca dos países ricos.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ironia maior é que no banco dos réus desse clube de privilegiados está justamente o berço da democracia humana, a Grécia. Dizem as más línguas que o berço quebrou. Que daqueles dos quais um dia extraímos o modelo ideal para a construção de uma civilização responsável com o bem comum, hoje só sobram ruínas de seus fóruns e parlamentos. Tudo deles o mundo sugou: sabedoria, arte, filosofia, além da arte de bem gerir o que é público, discutir o que é polêmico e respeitar o que é sagrado. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O mundo tem uma enorme dívida de gratidão para com a Grécia. Nessa ilha de sabedoria e justiça social nasceu o modelo da civilização como hoje a compreendemos. Se a ponte que nos une parece ruir, o responsável único é a engenharia monetária que a sustenta extensivamente (também ostensivamente), calculando apenas os benefícios imediatos de sua razão de ser. Pouco importa a seus construtores o peso do povo – esse que ficará sempre à margem, pois é lá seu lugar – porquanto o objetivo primeiro é dar salvo conduto aos associados do clube, isolar as classes, garantir mais benesses à elite dos mais abastados. Mas, já dizia Aristóteles, o teórico mais prático da Grécia antiga: “As pessoas dividem-se entre aquelas que poupam como se vivessem para sempre e aquelas que gastam como se fossem morrer amanhã”. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Recordemos aqui recente afirmativa do Santo Padre (esse que não é tão ingênuo como muitos pensam) ao tratar das ameaças que a crise econômica atual faz ao mundo: “O centro da economia deve ser o homem”. A frustrada reunião do Clube dos Vinte foge desse ponto, teimando na preservação de sua ilha de fantasias. Não há como manter essa ponte entre países ricos e pobres sem um planejamento globalizado, que considere o ponto fraco da estrutura social que aí está. Ou todos nós fazemos essa travessia ou a Terra Prometida nunca terá a possessão que sonhamos. Lá em minha terra a ponte caiu, mas todos sobreviveram.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-9103012035680670944?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/9103012035680670944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=9103012035680670944&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/9103012035680670944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/9103012035680670944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/11/ponte-caiu.html' title='A PONTE CAIU'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-4141996700981721279</id><published>2011-10-30T19:05:00.002-02:00</published><updated>2011-10-30T19:05:27.786-02:00</updated><title type='text'>SENHOR, EU NÃO SOU DÍGNO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;SENHOR, EU NÃO SOU DÍGNO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O Dicionário diz que digno é alguém merecedor, honrado, capaz, confiável, apto, apropriado, adequado, etc. Não repetiria algo que o leitor certamente já sabe, não fossem tantos os sinônimos para uma única palavra. Além deles, há os derivativos, tais como dignidade, dignificado, dignitário, digníssimo. Aqui entra a questão, ou seja, seríamos merecedores desses títulos e do uso dessa palavra?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Coloco-a num confronto com a relação não social, nem pessoal ou profissional, mas com sua essência humana, a dignidade da vida. Todo ser humano possui direito a uma vida digna. Todo filho de Deus merece respeito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Vai daí que o conceito de dignidade oscila de pessoa para pessoa, dança conforme a música, pois acima do respeito e da prática está o individualismo e seus interesses pessoais. Há muitos digníssimos senhores sem dignidade alguma. Há certos apropriados que só sabem apropriar-se. Capacitados por falsos diplomas ou méritos pessoais sem mérito algum, que vivem de aparências, incapacitados em plenitude, sem os dons que pensam ou dizem merecer... E assim por diante.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Conhecemos bem essas situações. Autoridades sem unção, profissionais de fachada, doutores por vaidade, médicos que nada curam, pastores do rebanho de suas reses (nunca de suas rezas), padres por acaso... Nenhuma categoria profissional ou social se safa desses usurpadores, que desonram a classe à qual pertencem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por outro lado, há os verdadeiros merecedores. Curiosamente, a maioria destes se acha indigna, porque para eles a perfeição é uma busca constante, sem fronteiras, sem limites. Não aceitam elogios. Não se ufanam do que fazem. Não se cansam de aprimorar seus feitos, buscar mais e mais conhecimentos, novos procedimentos, novas condutas. Citá-los agora seria incorrer numa injustiça, pois incontáveis são seus nomes. Um desses certamente você conhece bem. Fica, pois, ao seu critério a escolha desses exemplos. É sempre salutar nos alimentarmos com referenciais construtivos, mais ainda quando são capazes de nortear nossas vidas, nossas condutas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Algo ainda me incomoda nesta reflexão. Por onde anda nossa dignidade diante de Deus? Não voltarei ao negativismo puro e simples, pois que tal visão nada constrói. Apenas questiono, já que são raros esses momentos de auto análise, busca de novos rumos. A Bíblia – nosso dicionário – nos fala poeticamente desses questionamentos humanos. “Senhor, vós me perscrutais e me conheceis. Sabeis tudo de mim, quando me sento ou me levanto. De longe penetrais meus pensamentos, quando ando e quando repouso, vós me vedes, observais todos os meus passos...” (Sl 138, 1-3). Seria interessante se você pude ler esse salmo em sua totalidade. Mas o essencial está dito: Deus nos conhece por dentro e por fora. E nos quer dignos diante dele.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Porém, não temos o hábito de parar por um momento, nos confrontarmos, sentir sua presença, escutar suas palavras, praticar seus ensinamentos, buscar a perfeição através da observância de suas leis. Dizem os Evangelhos que certo centurião romano, rico, influente em sua comunidade, respeitado por todos, foi atraído pela mensagem do Cristo. Vendo seus milagres, não pediu para si, mas para um servo doente, que muito sofria. Pensou primeiro no outro, externando sua solidariedade humana, sua própria dignidade. Deixou-nos uma grande lição de humildade, que hoje repetimos na perspectiva da comunhão eucarística: “Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha casa. Dizei uma só palavra e meu servo será curado” (Mt, 8,8).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Donde lhe veio tamanha humildade diante dos poderes divinos de Jesus? Diante de Deus somos realmente indignos. Mesmo assim Ele nos oferece a cura, perdoando-nos sempre e nos reabilitando com sua graça e poder. Isso nos basta. A graça e o poder de Deus é que nos fazem dignos de qualquer título, até de cristãos.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES Wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-4141996700981721279?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/4141996700981721279/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=4141996700981721279&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4141996700981721279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4141996700981721279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/10/senhor-eu-nao-sou-digno.html' title='SENHOR, EU NÃO SOU DÍGNO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-8171959813308375651</id><published>2011-10-23T22:14:00.002-02:00</published><updated>2011-10-23T22:14:57.958-02:00</updated><title type='text'>ALMA E CORAÇÃO PEREGRINOS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;ALMA E CORAÇÃO PEREGRINOS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Há dias em que o coração da gente anseia pela quietude de um sono reparador. Há dias em que a alma suspira pelo silêncio do coração. Assim, desejando harmonizar-se entre o murmurinho da vida e a paz da consciência serena, coração e alma se tornam um, no desejo de experimentar um pouco da plenitude, da serenidade, do silêncio, da harmonia, da paz interior que qualquer filho de Deus busca para si próprio. Esse é o anseio da alma sedenta, do coração cansado. Esse é o desejo dos fortes.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Diz a vida que nenhum vivente passa por ela sem luta, sem garra, sem a fibra dos vencedores. Nasceu, tem que lutar. Tomo como exemplo aquele jovem viajante que caminhava obcecado em direção à sua meta de viagem. Vinha com fome, sede, câimbras e dores da exaustiva caminhada, mas vinha determinado a chegar. Passando ao largo de um casebre, observou em seu interior um homem de idade à mesa, saboreando um delicioso e suculento prato de sopas. Seu primeiro impulso foi chegar-se até sua porta e lhe suplicar um pouco daquela refeição. Mas preferiu, por primeiro, afastar-se daquilo que lhe parecia uma tentação humilhante: invejar a felicidade do outro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ali estava um senhor também cansado da luta diária, que fazia jus ao merecido troféu diário, sua bem saborosa refeição vespertina. Era aquele o troféu justo e merecido de quem, como ele, soubera buscar na luta pela sobrevivência o seu pão diário e repousar logo mais o corpo cansado no leito santo do seu lar, doce lar. Também ele haveria de alcançar e merecer aquele momento diáfano, pois para tanto se esforçava. Pensou então em acelerar seus passos, seguindo adiante.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas o homem do interior da casa logo percebeu a proximidade do viajante ao largo. Da janela, gritou, convidando-o a chegar-se mais. Mas, resoluto que estava em atingir logo seu objetivo, hesitou. O outro insistiu no convite, oferecendo-lhe senão da própria refeição, ao menos um café, um copo de água que fosse. Bem, um mínimo com gentileza, um gesto cordial, um sorriso, um descanso solidário nunca se rejeita. Assim, o obstinado viajante penetrou naquele aparente oásis. E, surpresa, era uma casa de leprosos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sua primeira reação foi de arrependimento. Mas logo a gentileza e tranquilidade daquela família afastou para longe seus temores e preconceitos. Tanto, que aceitou das mãos carcomidas do velho morfético uma xícara de chá e bolachas. Deixando de lado a tardia preocupação com a doença do outro, passou a analisar seu semblante cansado, porém feliz, satisfeito com mais um dia de muitas tarefas realizadas. Nada mais prazeroso que partilhar um pouco de suas conquistas com alguém ao lado, outro transeunte, mas que também labutava naquela jornada pela sobrevivência. Não tinha as marcas terríveis da doença que consumia sua carne, mas por certo tinha também grandes e incômodas cicatrizes a corroer sua alma, seu coração condoído pela morosidade dos sonhos a alcançar. Juntos, o velho e o jovem, acabaram por descobrir que a luta de ambos era a mesma. Talvez o velho estivesse um pouco mais à frente naquela jornada, mas a aventura do jovem, saudável, repleto de sonhos e projetos ambiciosos, era merecedora de idênticas esperanças. Ao menos o prazer de dividir um pouco de sua pobreza era agora o grande motivo da alegria estampada no rosto daquele velho e inesperado anfitrião. Marcas e cicatrizes eram seus maiores troféus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então, do fundo daquele casebre eis que surge uma jovem bela e sorridente. Minha neta, - diz o velho – minha mais preciosa e perfeita riqueza! Não demorou muito para o jovem viajante se deixar seduzir por aqueles olhos serenos, cheios de luz e encantamento pela vida. A tal ponto que logo concluiu ser ali o ponto de chegada da primeira grande meta de seu conturbado coração peregrino. Sua alma encontrara um oásis. E nenhuma lepra do mundo o impediria de continuar lutando, sonhando.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-8171959813308375651?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/8171959813308375651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=8171959813308375651&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/8171959813308375651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/8171959813308375651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/10/alma-e-coracao-peregrinos.html' title='ALMA E CORAÇÃO PEREGRINOS'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-6813721326876128470</id><published>2011-10-16T22:31:00.002-02:00</published><updated>2011-10-16T22:31:59.999-02:00</updated><title type='text'>FUNDO DE QUINTAL</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;FUNDO DE QUINTAL&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Criança ainda, já ouvia de meus mestres que o Brasil não passava de um quintal para países ricos, em especial os EUA. Ficava sempre imaginando as alegrias desse quintal, já que naquele tempo nossos quintais e praças interioranas eram paraísos pessoais de uma infância livre, leve e solta. Não se tinha a conotação depreciativa que hoje usamos de que lixo, sujeiras, entulhos, deveriam ser ocultos no fundo dos vastos quintais, longe da vista de turistas e transeuntes ilustres. Beleza, então, só de fachada? Ou é por isso que dizemos lavar nossas roupas sujas na própria casa?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Acontece que o conceito classista a dominar a sociedade capitalista, consumista, elitista e outras listas mais nos ensina o contrário: roupa suja vai para a lavanderia – ou no mínimo para a casa da serviçal da casa. Então não poderia ser novidade o flagrante da Vigilância Sanitária do Estado de Pernambuco, que apreendeu no porto de Suape, naquele Estado, dois contêineres com 46 toneladas de lixo hospitalar procedentes dos EUA. Há o histórico de seis outros contêineres desembarcados nesse ano, como também a expectativa de que mais 14 estão a caminho, devendo aportar no Brasil nas próximas horas. Isso não considerando a declaração de um empresário pernambucano de que essa prática já se dá “há mais de trinta anos”. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mais triste ainda é descobrir que esse material era basicamente tecido de algodão, a maior e mais usada matéria prima do artesanato em tecidos que o povo nordestino produz tradicionalmente. Lençóis hospitalares viram panos de prato, toalhas para nossa mesa de refeições, fraldas para nossas crianças, vestidos para nossas beldades e fronhas para reparar nossos sonhos de um país com “ordem e progresso”. Sem qualquer preconceito ou prevenção contra possíveis infecções, lençóis americanos podem até continuar como lençóis, bastando tão somente água e sabão, que não ocultam sequer o nome dos hospitais ou instituições das quais procedem. Pode um disparate desses? Pior que pode, pois se trata de importação legal de “tecido com defeito”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mais que uma simples denúncia – tardia, é verdade – o problema nos leva a uma reflexão e profunda preocupação. Não podemos nos ater ou nos somar ao crescente sentimento de antiamericanismo, hoje um fenômeno que assusta e expõe as raízes do ódio e do preconceito entre nações. Também não nos cabe o silêncio submisso e até consolador de que o mundo sempre agiu assim, de que a sobra da mesa do rico é capaz de alimentar a fome de muitos pobres ou de que “reciclar” está em voga e essa é uma forma inteligente de não devastar ainda mais nosso pobre planeta azul. Preocupa-me a instabilidade de milhões de empregos indiretos e o risco que corre a confecção de artesanatos em tecidos, com uma possível crise nesse setor. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por outro lado, um solavanco de quando em vez é saudável para se restaurar nossos brios pátrios, senão ao menos pessoais. Lembremo-nos: o único lençol manchado de sangue capaz de restaurar um pouco de dignidade entre as pessoas foi aquele que Madalena encontrou num túmulo vazio. O pano da ressurreição, o sudário de &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;Cristo. Desse mesmo Cristo que acolheu aquela pobre criatura que se contentava com as migalhas que caiam da mesa farta de sua misericórdia. “Não convém jogar aos cachorrinhos o pão dos filhos”, provocou Jesus, para obter, diante de todos, uma resposta reveladora: “Certamente, Senhor, mas os cachorrinhos ao menos comem as migalhas que caem da mesa de seus donos” (ver Mt 15,21-28). Eis o fato: pobre orgulhoso é pior que falso rico, pois rejeita até mesmo a mão estendida na hora da queda. Mas nem por isso se vai aceitar a transferência de um problema – no caso a destinação dos dejetos de uma sociedade – que sequer migalhas são, mas lixo mesmo. Ou, repetindo a sabedoria popular: “Não somos donos do mundo, mas filhos do dono”. Por isso, ao menos por isso, merecemos respeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-6813721326876128470?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/6813721326876128470/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=6813721326876128470&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/6813721326876128470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/6813721326876128470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/10/fundo-de-quintal.html' title='FUNDO DE QUINTAL'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-2241202780973868907</id><published>2011-10-09T20:54:00.000-03:00</published><updated>2011-10-09T20:54:09.536-03:00</updated><title type='text'>O PROCESSO DAS FORMIGAS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O PROCESSO DA FORMIGA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O juiz maranhense José Eulálio Figueiredo acaba de lançar o livro “O processo da formiga”. Trata-se de um curioso processo criminal ocorrido há 300 anos em um tribunal eclesiástico na então província do Maranhão. Segundo a narrativa, milhares de formigas foram sentenciadas por subtraírem da dispensa de um convento capuchinho a preciosa farinha que proporcionava o pão de cada dia aos piedosos frades. Além do furto, os túneis que conduziam ao precioso alimento eram tantos e tamanhos que ofereciam riscos à estrutura do convento.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Diz o zeloso historiador à reportagem da FSP: “Antigamente, era comum animais ou objetos serem processados. E a Igreja era a que mais processava animais”. Segundo ainda o jornal, “na época, não havia o entendimento de que os animais não tinham consciência do certo ou errado, e, como criaturas de Deus, os bichos eram submetidos à Igreja. Na história, há casos de ratos excomungados e animais venenosos banidos por ordem de bispos, diz o juiz”. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O drama das ladras famigeradas, segundo o autor, possuiu um desfecho comum à ideia dos dois pesos e uma medida. Apesar de terem um defensor nomeado pelo próprio tribunal, que defendeu a tese da ação radical em prol da sobrevivência, as “cidadãs” do formigueiro sem princípios éticos foram condenadas. Nos dias de hoje seriam enquadradas no artigo 171. Mas, ao que parece, gozaram da impunidade já latente na prática judicial desse país de antanho. Ontem, hoje e sempre?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Deixemos as ironias que o caso suscita. O retrocesso a um processo com tais ingredientes só nos induz a reflexões mais que históricas, pois nos leva a imaginar o famigerado formigueiro que ainda hoje ataca os celeiros da fé cristã. Não somente um ninho de lava-pés, nem de insignificantes formigas-doceiras, mas uma legião dos mais vorazes desses insetos, travestidos em suas seitas, filosofias, correntes políticas e tradições ditas culturais ou religiosas, atacam hoje as “dispensas” das reservas da fé cristã. Já não se trata de um simples abalo patrimonial, pois que há muito a ideia de Igreja hierárquica ou institucional não prevalece sobre a definição de Igreja, Povo de Deus. O que vemos acontecer em vários paises não cristãos é uma guerra declarada ao patrimônio maior da Igreja de Cristo, seus seguidores. Está em curso um ataque sistemático à fé dos que se declaram seguidores do nazareno, como se estes fossem portadores da mais abjeta das mensagens dirigidas à humanidade. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Para evitar maiores danos, a simples consciência dessa ameaça já é um grande passo. A própria Igreja tem denunciado, com veemência, as atrocidades que hoje se praticam contra seus seguidores. Uma instituição foi criada com o nome de AIS – Ajuda à Igreja que Sofre – e esta tem sido a porta-voz do grande martiriológio do terceiro milênio, que não poupa raças, países ou instituições. Já não se trata de um ato isolado de simples formiguinhas contra sobras de um bolo, mas sim de imensos formigueiros “sem consciência do certo ou errado”, segundo a ótica cristã ou segundo qualquer princípio humano. É certo: não vamos aqui restaurar um processo aos moldes do acima citado, pois que isto será competência do Juiz Supremo, que já sentenciou: “Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós” (Jo 15,18).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas também é certo: da própria formiga se extrai o pior dos venenos, a formicida. Pobres insetos, que desconhecem o mal que fazem a si próprios. Ameaçam a estrutura de uma instituição sólida, atemporal, acima das leis e das potestades... Pensam prestar culto a Deus, mas procedem deste modo, “porque não conheceram o Pai, nem a mim” (Jo 16,3). Então virá o dia da sentença final, quando os que defenderam as reservas da própria fé darão glórias ao juiz das causas perdidas. Vinde, Senhor Jesus!&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-2241202780973868907?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/2241202780973868907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=2241202780973868907&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2241202780973868907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2241202780973868907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/10/o-processo-das-formigas.html' title='O PROCESSO DAS FORMIGAS'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7007068221480123588</id><published>2011-10-02T17:53:00.002-03:00</published><updated>2011-10-02T17:53:21.575-03:00</updated><title type='text'>MUNDO SEM DEUS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;MUNDO SEM DEUS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O bom cristão vê o mundo com os olhos de Cristo. Não há como ser indiferente aos fatos que contrariam seus planos e sua missão no mundo. Quando a humanidade vai contra os princípios determinados pela doutrina do Mestre ou quando simplesmente esta é colocada de lado, como coisa do passado que não se encaixa mais na filosofia moderna ou nos padrões que o mundo de hoje aceita como normais, imagino sempre a nuvem de tristeza que perpassa o olhar amoroso Daquele que nos deu a vida. Um mundo sem princípios, sem ética e moral, é um mundo sem Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Refletir assim não significa entregar os pontos diante do caos que nos domina. Ao contrário, é retomar o fôlego, recarregar as armas da consciência que temos – ou pelo menos deveríamos ter – de que se o mundo vai mal temos responsabilidades nessa história. Isso é admitir nossa identidade missionária perante a sociedade. Mais ainda: é assumir com novo ardor o sinal que nos identifica no mundo, como seguidores de uma doutrina sempre viva, atual, a única que oferece soluções concretas de esperança e paz entre todos os povos. Como agentes de transformação dum mundo aparentemente em ruínas, os cristãos são elevados à condição de templos sagrados, onde Deus faz morada para estender sua ação dentre nós. Mas a ação missionária do cristão nunca será um paliativo emergencial, porém uma resposta consistente para todo e qualquer conflito humano. Não podemos fugir dessa nossa responsabilidade diante do mundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sigamos o capítulo terceiro da primeira carta de Paulo à igreja de Corinto. A partir do nono versículo, o apóstolo nos diz claramente que somos operários com Deus. Ora, não há nesta afirmativa nenhuma desonra quanto à condição com a qual nos qualifica diante do mundo, mas sim motivos de orgulho e alegria sem medidas, pois que nos eleva à condição de participantes diretos na obra de Deus. E ainda nos elogia: “Vós sois o campo de Deus, o edifício de Deus”. O Criador usa de nossa pequenez e aparente insignificância diante do mundo para dignificar nossa missão e, unidos à sua graça, construir o mundo melhor que sonhamos. “Segundo a graça que Deus me deu, como sábio arquiteto lancei o fundamento, mas outro edifica sobre ele”, confessa o apóstolo. Ou seja, como primeiro grande missionário dos princípios do cristianismo, Paulo já tinha bem clara a visão de uma Igreja-corpo, uma ação missionária que usasse todos os membros, somasse força com todos, sempre unidos à cabeça, ao mentor de um grandioso projeto de restauração humana, pois que a esse “fundamento ninguém pode por outro diverso daquele que já foi posto: Jesus Cristo” (3,11).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nesse desafio não cabem ideias próprias, foras do projeto já registrado e carimbado pelo sangue do amor redentor. Nada de bolsas. Nada de alforjes. Apenas a confiança total no amparo, na providência, na inspiração e na misericórdia Daquele que nos envia como outros “Cristos”.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A vida missionária nunca será mérito pessoal, escolha própria, mas do Pai que age em nós, atua através de nossa insegurança. Assim edificamos um mundo melhor. “Agora, se alguém edifica sobre este fundamento, com ouro ou com prata, ou com pedras preciosas, com madeira, ou com feno, ou com palha, a obra de cada um aparecerá” (3,12). Sim, será avaliada com justiça no julgamento final, pois o fundamental não serão os recursos que usamos para atingir o objetivo, mas simplesmente a consistência do trabalho que “será descoberto pelo fogo”, provado, apurado, purificado pela misericórdia do Pai. “Se a construção resistir, o construtor receberá sua recompensa” (3,14). Então, pior que o mundo sem Deus é o cristão sem vida missionária. “Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” (3,16).&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Dessa não temos como fugir. Se Deus se fez um conosco, não foi para nos garantir a salvação pessoal, mas de todos os que um dia fizessem parte da nossa história, da nossa vida. Porque ninguém se salvará sozinho.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7007068221480123588?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7007068221480123588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7007068221480123588&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7007068221480123588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7007068221480123588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/10/mundo-sem-deus.html' title='MUNDO SEM DEUS'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-1745859646297079602</id><published>2011-09-25T19:29:00.000-03:00</published><updated>2011-09-25T19:29:08.253-03:00</updated><title type='text'>ISSO NÃO ESTÁ NA BÍBLIA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;ISSO NÃO ESTÁ NA BÍBLIA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;São poucas as situações relacionadas com a história humana que não estejam registradas nas páginas bíblicas. Podemos exigir paralelos ao pé da letra, com clareza de fatos e circunstâncias convincentes, mas de uma forma ou de outra, há sempre no livro sagrado algo que se relacione com o que buscamos compreender ou mesmo acatar como lição de vida. Neste universo de busca de respostas a muitas das nossas questões, já houve até quem encontrasse, nas páginas sagradas, evidências de que Moisés seria um mago, um bruxo qualquer, menos um profeta enviado por Deus; a comprovação da existência de OVNIS (com referências claras à carruagem que arrebatou Elias – um carro de fogo); a ideia de deuses astronautas, vindos de outros universos; provas de que Jesus se libertou de sua cruz e sobreviveu, fugindo para a Índia; o casamento de Jesus com Maria Madalena, com quem teve muitos filhos e muitas outras aberrações.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Além das interpretações facciosas que hoje muitos publicam ou defendem, quase sempre para justificar erros ou comportamentos contrários à própria consciência, há ainda a leva dos modernos “doutores da lei”, que usam verdades bíblicas para arrebanhar e confundir incautos seguidores, as ovelhas sem pastor das quais nos falava o próprio Jesus. Também as situações catastróficas que de quando em vez assustam a humanidade estão lá, bem documentadas e até comentadas pelo Mestre. Como não relacionar, por exemplo, o massacre dos inocentes promovido por Herodes ao saber da proximidade de um novo Reino trazido pelo Messias, ao massacre dos poderosos do mundo atual, cujo infanticídio advindo da fome, do caos na saúde pública, do aborto institucionalizado, dos falsos controles de natalidade, da esterilização em massa, que continua a impedir o Reino de Deus entre nós? &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Quantas tempestades deixaram de ser acalmadas em nossas vidas, por não enxergarmos a presença de Jesus no mesmo barco? Quantas curas de lepras, paralisias, cegueiras, possessões demoníacas ainda poderiam ser feitas se o mundo se abrisse um pouco mais para as verdades evangélicas! Quantos filhos de Naim voltariam para os braços da mãe viúva e desconsolada, depois de atravessarem os estreitos corredores do vale da morte (tanto física, quanto espiritual) se as revelações da Palavra - e a força dela - lhes dessem nova oportunidade de vida! A maioria desses sequer conhece o poder que de suas páginas emanam.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Muitos dos fatos atuais nos assustam por seu quase ineditismo, pela audácia ou frieza com que são executados. As torres gêmeas da metrópole americana, os holocaustos dos homens-bomba em nome de uma crença, as várias formas de segregações raciais, sociais, religiosas, a loucura das manipulações genéticas, atômicas, químicas, a derrocada dos conceitos familiares, a proliferação das armas, das drogas, o consumismo como qualidade máxima de um povo desenvolvido, são alguns dos fatos que dificilmente encontraremos na Bíblia de maneira clara, mas que lá estão na voz profética daqueles que souberam ouvir e praticar os ensinamentos divinos. Nada foge dos Planos de Deus, mesmo com todas as contradições humanas. Errar é de nossa natureza. Mas dar nova oportunidade é ação divina. Moisés matou um egípcio que maltratava um irmão hebreu. Os filhos de Israel caíram na idolatria por diversas vezes. Saul perdeu seu reinado por desobedecer a Deus. Davi provocou a morte de Urias, marido de Betsabé, com quem se casou depois. Salomão esposou mulheres pagãs, que o arrastaram à idolatria. Jonas fugiu do Senhor, com medo de pregar &lt;personname productid="em Nínive. Heleodoro" w:st="on"&gt;em Nínive. Heleodoro&lt;/personname&gt;, o governador que roubou o tesouro do templo, foi pisoteado pelas patas de um cavalo e flagelado impiedosamente, mas sobreviveu para testemunhar o que todos os demais aqui citados bem conheceram: a misericórdia de Deus é maior. Todos estes foram personagens bíblicos que ilustram com suas vidas o poder da ação de Deus na história da humanidade. Portanto, as respostas para nossos dilemas estão sim na Bíblia.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-1745859646297079602?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/1745859646297079602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=1745859646297079602&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1745859646297079602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1745859646297079602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/09/isso-nao-esta-na-biblia.html' title='ISSO NÃO ESTÁ NA BÍBLIA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-4954208035410424334</id><published>2011-09-18T19:51:00.002-03:00</published><updated>2011-09-18T19:51:44.899-03:00</updated><title type='text'>SABOREANDO OS FRUTOS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;SABOREANDO OS FRUTOS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Uma das alegrias maiores de um semeador é sua colheita. Do missionário também. Mas raramente é dado ao missionário o prazer de saborear um fruto da messe onde trabalha, já que nessa a colheita não lhe pertence, mas sim ao dono da vinha, o Senhor da Messe. Todavia, ouso aqui afirmar que Deus me deu essa graça.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Convidado que fui a refletir com o grupo da Pastoral Arquidiocesana do Dízimo, em Londrina, PR, cheguei ao local com uma hora de antecedência. Enquanto aguardava, fiz uma caminhada pelas proximidades do bem cuidado Centro de Pastoral daquela cidade e acabei ajoelhado diante do Santíssimo na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. Ali estivera há exatos 18 anos, também com a missão de evangelizar sobre o Dízimo. Lembro-me com detalhes daquela missão, quando um grupo bem motivado e disposto a encarar o desafio que lhes trazia, assumiu pra valer aquela pastoral. Rapidamente tornou-se comunidade modelo na arquidiocese, em especial por levarem a sério o aspecto da dimensão social que a pastoral propunha. Não só cuidar das necessidades religiosas, paroquiais. Não só das necessidades do templo. Mas também e principalmente do templo-vivo que somos e por conseguinte das necessidades do irmão mais empobrecido, através de uma ação social mais responsável e solidária. Tão bem captaram esse desafio que o trabalho social ali desenvolvido tornou-se um documentário em emissora de TV da região. Está no nosso site.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas esse não era o fruto que saboreava agora. Saindo da igreja, em direção à sala de palestras, eis que um panfleto no chão despertou minha curiosidade. Abaixei-me para pegá-lo – o que raramente o faço em via pública – porque sua estampa era realmente irresistível: a foto e o formato de um tijolo de construção. Como não observar tão curioso panfleto? No verso, a surpresa: “O Dizimista é ‘Pedra viva valiosa aos olhos de Deus’(1Pd 2,4) Como membro de um grande ‘edifício espiritual’ (1Pd 2,5), é operário e construtor da obra do Senhor”. E, concluindo: “Pastoral do Dízimo! 18 anos construindo a obra de Deus nas dimensões religiosa, social e missionária. Parabéns a todos os que fazem parte dessa história de amor e solidariedade”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Seria esse o fruto que agora saboreava? Não, ainda não. Na sala de palestras encontrei um auditório repleto de representantes da maioria das paróquias da região. Grande parte dos presentes já conhecia o trabalho do Instituto MEAC, que realizou naquela arquidiocese um verdadeiro mutirão de conscientização e organização da pastoral. Nesse desafio estive inserido, durante vários meses, em companhia de vários outros irmãos missionários do MEAC. Mas não retornava ali para colher resultados...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O padre que me convidara, coordenador da Pastoral Arquidiocesana do Dízimo, foi a surpresa. Iniciou minha apresentação àquela assembléia da seguinte forma: “Talvez o Wagner não se lembre, mas o conheço desde minha quase infância. Lembro-me perfeitamente dele, de sua esposa e filhos, quando, trinta anos passados, foram pregar num retiro espiritual em minha cidade. Talvez venha dali minha vocação, minha opção sacerdotal. De certa forma, as palavras que eles nos dirigiram no passado despertaram em mim o meu sacerdócio...”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Obrigado, Pe. Olívio Gerônimo, por esse seu testemunho. Ali não estava para ouvir, para ter a vaidade aviltada pela contemplação de frutos, pela avaliação das qualidades da semente que Deus colocou em nossas mãos. Obrigado, Senhor, por repartir com um pobre operário um pouco das alegrias de sua colheita, sempre farta, generosa, abundante, providencial. Não. Não será o balanço positivo de trinta anos de pregações, nem os quarenta anos de existência do nosso Instituto que nos fará cruzar os braços e soltar rojões. Mas sim a visão da messe sem seus frutos, sem o sabor da colheita tão prodigiosa que às vezes deixamos ao relento, não preservamos.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-4954208035410424334?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/4954208035410424334/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=4954208035410424334&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4954208035410424334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4954208035410424334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/09/saboreando-os-frutos.html' title='SABOREANDO OS FRUTOS'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-4922273091894371794</id><published>2011-09-11T20:46:00.000-03:00</published><updated>2011-09-11T20:46:12.785-03:00</updated><title type='text'>AS ASAS DA GALINHA</title><content type='html'>&lt;h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;AS ASAS DAS GALINHAS&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A superproteção maternal é hoje um problema. De instinto que era, tornou-se caso de polícia. Diante de uma sociedade aglutinadora de talentos e excludente por excelência, principalmente para aqueles que não preenchem requisitos básicos que atendam a engrenagem da competição, da produção, do mercado, a educação para o trabalho deixou de ser um problema vocacional, mas de vida ou morte. Chora menos quem pode mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O velho terreiro familiar há muito ultrapassou os limites do quintal da casa. Ladrões de galinhas se sofisticaram: poupam as donas dos ovos à espera de suas ninhadas, hoje genética e qualitativamente melhores. Perdoem-me se baixo tão drasticamente o nível, para lhes falar em parábola de um problema social, portanto humano. Uma questão de sobrevivência!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Diante da voraz competitividade por um lugar ao sol – parece-nos! - a vida humana se assemelha mesmo a um galinheiro sem limites, onde cada qual tenta assegurar seu milhozinho, sua ração diária. O mundo tornou-se assustadoramente classista, elitista. A individualidade está acima do interesse coletivo, do bem comum. A educação, voltada para o mercado de trabalho, prioriza talentos pessoais, sobrepondo-se à visão comunitária, aos projetos sociais, ao bem estar outrora planejado sob o ponto de vista coletivo, não individual. Cresce o conceito do “cada um pra si”, do “salve-se quem puder”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Uma perigosa encruzilhada! Estamos diante de um fenômeno que muda drasticamente as regras da convivência humana. Suas conseqüências serão nefastas ao futuro da coletividade, como igualmente destruirão por completo muitos dos valores tipicamente humanos. A religião será posta nos sótãos de muitos lares, pois a doutrina do bem comum já não terá sentido. O coletivo, o que era de interesse social, perderá espaço para manutenção do interesse pessoal. Uma ameaça ao equilíbrio desse galinheiro que ocupamos. Um caos pleno, apocalíptico! Com isso, muda-se a “postura” das galinhas. Entendam bem essa ironia: qualidade acima de quantidade. Positivo? Nem tanto, se considerarmos que a qualidade educacional e familiar sempre se pautou e sempre deveria ser pautada pelas regras da convivência. Pela sua intensidade, se mede sua qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Um mundo que se quer mais justo e humano, não pode ser edificado sob as vistas do individualismo. Já conhecemos as conseqüências desse comportamento. O próprio Cristo o denunciou em sua época, quando escribas e fariseus colocavam o indivíduo, a classe política, os interesses de grupo acima de tudo que fosse de interesse coletivo. “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas”, bradou Jesus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A educação só será libertadora e minimamente humana, quando longe da visão individualista, dos interesses pessoais. Paulo Freire, grande educador, já dizia: “Os valores cristãos (como a pessoa humana e seus direitos fundamentais, seu encontro com o outro, o “bem comum”) afastam definitivamente os males do egoísmo e do individualismo... é antes um ideal projetado no tempo, é revolução do homem novo, é exigência de justiça em todos os planos, é condenação das estruturas iníquas”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Estruturas como aquelas que Jesus detectou &lt;personname productid="em Jerusalém. E" w:st="on"&gt;em Jerusalém. E&lt;/personname&gt; exclamou: “Quantas vezes eu quis reunir teus filhos, como a galinha reúne seus pintinhos debaixo de suas asas... e tu não quiseste! Pois bem, a vossa casa vos é deixada deserta” (Mt 23,37-38). No aconchego dos lares modernos cresce a desertificação do egoísmo, do individualismo. Afastam-lhes as asas da proteção divina.&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-4922273091894371794?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/4922273091894371794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=4922273091894371794&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4922273091894371794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4922273091894371794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/09/as-asas-da-galinha.html' title='AS ASAS DA GALINHA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-5563118421059668381</id><published>2011-09-04T18:18:00.002-03:00</published><updated>2011-09-04T18:18:43.667-03:00</updated><title type='text'>TODA BELEZA É DIVINA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;TODA BELEZA É DIVINA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Todos nós, crentes ou ateus, executivos ou poetas, do bem ou do mal, um dia nos encantamos frente às maravilhas desse mundo, sejam elas uma flor, uma paisagem, uma obra de arte, um animal, um ser humano ou tudo junto. Há aqueles cujo encantamento se dá diante de um espelho. Outros que, cegos por natureza ou pela própria prepotência, nada disso vêem, mas podem sentir. Quão maravilhosa é a brisa num dia quente! Quão aromática é a estação primaveril, quão aconchegante um leito de amor, um lar de harmonia! Assim, um a um, todos nós passamos pela vida levando sempre recordações de beleza, encantamento, gratidão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A harmonia com o universo é uma aspiração humana, que faz parte de sua natureza. Exatamente essa é sua maior aspiração, pois que busca constantemente o belo, o agradável, o prazeroso. Essa necessidade quase vital de harmonizar-se com o meio e consigo mesmo é que faz do ser humano um observador nato e exigente, cuja meta é construir ou adquirir para si aquilo que mais o encanta ou fascina. Não se trata apenas de uma questão de acúmulos materiais, mas também e principalmente de conquistas espirituais, amorosas ou do próprio intelecto. Tudo que é belo nos atrai. Tudo que sacia nossa necessidade de decifrar mistérios, eliminar problemas, buscar novos conhecimentos, realizar projetos, descobrir, inventar, são armas que temos para encontrar a Perfeição, o Belo em nossas vidas. Até a necessidade de aprimorar e modular nossa própria espiritualidade e nossos conhecimentos desse universo é uma busca pela beleza que nos rodeia. Com uma diferença, talvez: essa última não aceita intervenções plásticas, cirurgias de correção, falsetes, simulações, pois a beleza legítima estará na integridade da alma pura, sem máculas e da inteligência capaz de definir o que é certo ou errado, bom ou mal na construção da própria felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Definitivamente, tudo que é belo manifesta a presença e ação de Deus. Bento XVI, em sua fala semanal das audiências públicas que realiza às quarta-feiras, abordou o assunto, falando do caminho da beleza: “Talvez já tenha lhes acontecido que, diante de uma escultura, um quadro, alguns versos de poesia ou uma peça musical, tenham sentido uma íntima emoção, uma sensação de alegria; percebam claramente que, diante de vocês, não existe somente matéria, um pedaço de mármore ou de bronze, uma tela pintada, um conjunto de letras ou um cúmulo de sons, e sim algo maior. Este “algo” “nos fala”, é capaz de tocar o coração, de comunicar uma mensagem, de elevar a alma”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Para o Papa, a beleza é realmente um caminho que nos aproxima de Deus. Na arte sacra, por exemplo, todos os detalhes de uma expressão artística contribuem para um encontro com o divino, como “verdadeiros caminhos rumo a Deus, a Beleza suprema”. Daí a importância de templos belos e majestosos, da música sacra, da arte como expressão de fé, que nos ajudam a “crescer na relação com Ele, na oração”, concluiu o sumo pontífice. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por outro lado, fico a imaginar a importância que damos ao “templo vivo”, a interioridade humana que nos aponta por primeiro a beleza de Deus. É triste constatar que, apesar de toda beleza que nos rodeia, pouco ou nada fazemos para preservar nossa beleza interior, a harmonia de que necessitamos para compreendermos e contemplarmos com maiores admirações e respeito nosso próprio corpo, nossa alma, a mais bela criação do mais primoroso artista do Universo, Deus, Criador de tudo e de todos. Por mais céticos que possamos ser, nenhum argumento do mundo materialista se sobrepõe à fonte de toda beleza, aquela que transforma o caos da prepotência humana e dobra o joelho dos indiferentes diante das maravilhas do Universo. Daí a importância de bem cuidarmos do templo de Deus que somos.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-5563118421059668381?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/5563118421059668381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=5563118421059668381&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5563118421059668381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5563118421059668381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/09/toda-beleza-e-divina.html' title='TODA BELEZA É DIVINA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-1097896462276199466</id><published>2011-08-28T19:00:00.002-03:00</published><updated>2011-08-28T19:00:40.754-03:00</updated><title type='text'>O SOFÁ DE OURO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O SOFÁ DE OURO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A queda do ditador líbio Muammar Gaddafi revelou ao mundo um exótico sofá dourado, em forma de sereia. Diziam fazer parte de seu mobiliário, cujo acervo portentoso e valiosíssimo bem combina com o luxo, a ostentação, a disparidade econômica sempre presente em qualquer regime ditatorial, autocrático ou absolutista.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Da mesma forma se encontraram pias e banheiras de ouro nos aposentos de Saddam Russein, pares de sapatos aos milhares na mansão da primeira dama Imelda Marcos, nas Filipinas, quadros valiosíssimos com o ex-banqueiro ítalo brasileiro que bem conhecemos, saques de guerra que constituíam verdadeiras fortunas e davam sustentação ao auto coroado imperador Napoleão Bonaparte... E outros mais. Ah, Rainha de Sabá! Como foi longe sua escola! Ali Babá e os quarenta ladrões ainda afrontam o mundo com seus sonhos de poder atrelados ao luxo, às riquezas da usurpação, às mordomias subsidiadas pelo povo. Voos cegos do poder, mesmo quando o veículo é um simples helicóptero no meio dessa selva ou um jatinho em direção às ensolaradas praias da vida... Até quando o mundo verá tais descalabros?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Mas ele não é qualquer pessoa”, sentencia um deles. Sim, talvez haja uma diferenciação. O que salta aos olhos de qualquer plebeu é a disparidade de um poder megalomaníaco, sobre nações onde a desigualdade, a saúde da população, a miséria e a fome fazem vítimas aos borbolhões, enquanto seus mandatários se esbaldam com aquilo que é público. Mesmo Salomão, conhecido historicamente por seus palácios, sua riqueza e seu poder sobre as nações, além de seu tino administrativo recheado de vitórias e conquistas, deixou em sua biografia a marca da justiça acima de tudo. Foi o rei da sabedoria, que soube conduzir seu povo à glória entre todas as nações da época.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Poder e glória não se conquistam sobre a miséria e a injustiça! Nenhuma nação será reconhecida como próspera e abençoada quando seu povo padece sob os descalabros do mando e desmando, do autoritarismo puro e simples de governantes inescrupulosos. Dia mais, dia menos, a ruína virá.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O que mais assusta nestas histórias é seu custo social. As ruínas dos regimes ditatoriais, das democracias de fachada e dos reinados opressores não são seus palácios escancarados pela revolta popular, mas a certeza de que um dia cairão, desmoralizados, ridicularizados, pois que nenhuma injustiça praticada com os braços do aparente poder humano prevalecerá para sempre. Hão de cair, pedra sobre pedra, diante do ridículo que representam. Isso a história nos prova.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O sofá de Gaddafi – esse moderno remanescente dos regimes mantidos a ferro e fogo – é mais um símbolo canhoto do grotesco e falível poderio humano. Curioso é o simbolismo dessa peça de mau gosto e desconfortável, que homenageia a filha do ditador nos traços daquela sereia. Triste pai, triste filha. Nem este, nem aquela sabem quão delicioso é repousar a cabeça num simples travesseiro de penas, de painas, mas dormir o sono dos justos, sem as sereias das ilusões humanas, sem o ouro de suas ambições desmedidas.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Que não se iludam os que assim constroem suas vidas, cegos pelos sonhos de poder e alheios à soberana Justiça. Não importa quão grande ou irrisória é sua sede de poder. Atente para sua vulnerabilidade, sua transitoriedade. Ninguém constrói uma vida sólida, um nicho de poder e glória sobre os alicerces da injustiça, da ganância e exploração do outro. Pois o absolutismo do poder humano só é real quando vindo do alto, predestinado, abençoado por Deus. Esse, sim, seja em qualquer estágio ou abrangência, será reconhecido e terá sua história selada pelas graças de Deus e unção do povo. Ou, se preferir, pelas graças do povo e unção de Deus. Merecerá seu descanso em sofás dourados, na eternidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-1097896462276199466?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/1097896462276199466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=1097896462276199466&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1097896462276199466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1097896462276199466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/08/o-sofa-de-ouro.html' title='O SOFÁ DE OURO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-2434551859409751784</id><published>2011-08-21T18:33:00.002-03:00</published><updated>2011-08-21T18:33:24.362-03:00</updated><title type='text'>O CENTRO DA ECONOMIA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O CENTRO DA ECONOMIA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;D. Quixote de &lt;personname productid="la Mancha" w:st="on"&gt;la Mancha&lt;/personname&gt;, a maior criação do espanhol Miguel de Cervantes, ao se deparar com enormes moinhos de vento julgou estar diante de ferozes dragões. Disposto a erradicar da face da terra qualquer ameaça à integridade de sua amada Dulcineia, não pensou duas vezes para combater aqueles gigantescos inimigos. Lançou-se contra eles com sua cavalgadura, o asno Rocinante, munido apenas de tosca armadura de latas, além de uma precária lança improvisada. Era preciso destruir aquelas “potestades” terríveis e ameaçadoras que rondavam o reino de sua amada. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Deu no que deu: uma fábula aparentemente ridícula, mas que ainda muito nos serve para entender o esforço humano de constante vigília e auto defesa, principalmente quando o perigo que ronda seu território é uma nebulosa gigantesca, não totalmente compreensível aos olhos turvos do povo, esse eterno defensor quixoteano de seus sonhos de amor, liberdade, dignidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Oh doce néctar do homem simples! Moinhos de vento são hoje os luminosos eletrônicos, cujos painéis assombram o mundo com suas oscilações mercadológicas, seus vai-e-vens em conformidade com o humor dos “investidores”, a insegurança monetária de uma economia atrelada aos ventos dos interesses financeiros, da guerra silenciosa de bombas, mas ensurdecedora e fatal pelos tiros e quedas que atingem a muitos. Tudo para tão somente salvaguardar o poderio financeiro de poucos. De suas entranhas emanam as chamas de um inferno globalizado. Dragões, sim, porém mais reais que o singelo moinho de vento e suas tétricas pás a abanar o mundo. Esse dragão da avareza não abana apenas, abala. Sopra sua língua ardente sobre crédulos e incrédulos (credores e devedores), com seu diabólico olhar em brasa, cego, carcomido pela ambição.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tem razão o Papa. Ao se dirigir para as terras de Cervantes, rumo a mais uma Jornada Mundial da Juventude, Bento XVI foi profético: “O homem deve ser colocado no centro da economia. Esta não deve ser medida segundo o maior lucro possível, mas segundo o bem estar de todos”. Dentro do contexto de insegurança monetária dos grandes blocos econômicos, a frase simples parece-nos mais uma afirmativa quixoteana diante do dragão indomável. Mas não. É, ao contrário, uma das afirmativas mais profundas que a voz da Igreja poderia oferecer ao mundo neste momento de crise. Pudera os homens de boa vontade penetrar um pouco mais na revelação que essa verdade contém. Há muito a Economia humana deixa de lado sua prioridade única: o bem estar de todos. Há muito que o centro do objetivo econômico não prioriza o ser humano, mas seu poderio, o lucro acima da dignidade, o status além dos territórios da justiça, da igualdade, da fraternidade universal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O que vemos acontecer no mundo de hoje é a manutenção do poder sem limites, sem critérios, sem medidas que justifiquem suas danosas conseqüências para se preservá-lo. A amada Dulcineia – aquela que representa um sonho de amor, o ideal de uma vida – continua prisioneira dos reinados opressores, de países que priorizam suas soberanias e ignoram o direito à soberania daqueles que ainda acreditam no amor entre os povos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não. O Papa não fez uma afirmativa utópica. Não é ele um D. Quixote da modernidade, mas luta contra os moinhos que o mundo constrói para si. Bento XVI apenas nos lembra um ensinamento de Jesus: “Que aproveitará ao homem ganhar o mundo todo, se vier a perder a sua alma? Ou que dará um homem em troca de sua alma?” (Mt 16,26). Sua essência, sua dignidade? Ou ainda: “O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; e o homem mau do mau tesouro tira o mal; porque a boca fala da abundância do coração” (Lc 6,45).&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-2434551859409751784?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/2434551859409751784/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=2434551859409751784&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2434551859409751784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2434551859409751784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/08/o-centro-da-economia.html' title='O CENTRO DA ECONOMIA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-5397649934797386103</id><published>2011-08-15T11:24:00.002-03:00</published><updated>2011-08-15T11:24:35.145-03:00</updated><title type='text'>DEPENDE DE VOCÊ</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;DEPENDE DE VOCÊ&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nada se compara à preciosidade de uma vida. Num tempo em que os bens materiais são mais importantes que o bem estar do indivíduo, pois que este se submete a qualquer sacrifício para obtê-los, mesmo passando por cima da própria dignidade, o sentido da vida perde espaço para a prioridade da posse. Viver torna-se um jogo competitivo, onde muitos dão as cartas e outros sucumbem sob o mando e desmando de uma minoria. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Uma parábola do mundo budista dizia que certo homem, muito rico, um dia viu seu ouro se transformar &lt;personname productid="em cinzas. Recolheu-se" w:st="on"&gt;em cinzas. Recolheu-se&lt;/personname&gt; em seu leito de angústias recusando qualquer alimento. Sem seus bens, a vida não tinha razão de ser. Um amigo tentou confortá-lo e reanimá-lo: “Tu não fizeste bom uso de tua riqueza, pois que Ouro acumulado não vale mais que cinza. Agora escuta com atenção o meu conselho. Estende esteiras na praça, junta em montes essas cinzas e finge negociar com elas”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Perdido por perdido, não custava tentar. Então o rico moribundo assim o fez. Os amigos lhe perguntavam: “Por que vendes cinzas?” E comentavam sua loucura. Algum tempo depois uma criança órfã e muito pobre passou pelo seu improvisado bazar e se encantou com suas mercadorias: “Senhor, por que empilhas ouro e prata para vender?” Admirado, o homem que se dispunha a desfazer-se das “cinzas” que lhe restavam, pediu à menina que lhe apontasse suas riquezas. A menina encheu as mãos de cinzas e estas se transformaram em ouro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Descobriu assim que o ouro nas mãos do avarento de nada vale, mas quando posto nas mãos do pobre, partilhado e não apenas retido para si, de cinza que era, torna-se ouro puro, abençoado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A história nos remete para outra, quando duas pessoas fizeram uma aposta de vida ou morte. A pessoa que se julgava mais esperta, dona de soluções que sempre lhe favoreciam na vida, topou o desafio com ares de dono da verdade. Afinal, tinha em mãos um pássaro, um segredo de vida que lhe possibilitara muitas conquistas. Ao outro cabia desvendar esse segredo, responder-lhe acertadamente se o pássaro que possuía em mãos estava vivo ou morto. Se dissesse não, abriria a mão e daria liberdade ao pássaro. Se dissesse sim, o apertaria impiedosamente, até tirar-lhe a vida. De qualquer forma, ganharia a aposta... Mas eis que a resposta pôs por terra sua pretensa sabedoria: “Depende de você”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sim, a vida depende de nós. Juntar riquezas, acumular bens, também depende da visão mental que vem da sabedoria do Espírito, não da esperteza humana. Essa é a aposta que Deus faz com os homens. Esse é o pacto: colocar em nossas mãos o privilégio da escolha entre a vida e a morte, entre a riqueza do mundo material – as cinzas que nos sobram – e o vislumbre das cinzas que somos – a consciência de que nenhuma riqueza será verdadeira sem a visão do pobre, a solidariedade, a responsabilidade de bem gerir as riquezas que a vida nos concede. Um pássaro nas mãos vale mais que dois voando, diz o povo. Mas enquanto o temos, enquanto a decisão de permitir-lhe a vida ou asfixiá-la apenas e tão somente para dela obtermos proveito, não é uma aposta ganha. Quem assim joga na vida, perderá – com certeza – a visão beatífica dos tesouros verdadeiros, aqueles que acumulamos do outro lado.&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Junte as cinzas que lhe restam. Não as lance ao vento; negocie com elas, faça-as reluzentes, brilhantes aos olhos não dos homens, mas de Deus, do Cristo que passa na pessoa do pobre. Não aprisione um pássaro só para dele se aproveitar, ganhar, ganhar, ganhar. Liberte-se, liberte-o. Pois sua vida depende de você, está em suas mãos.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-5397649934797386103?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/5397649934797386103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=5397649934797386103&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5397649934797386103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5397649934797386103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/08/depende-de-voce.html' title='DEPENDE DE VOCÊ'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7748834444948831449</id><published>2011-08-07T18:02:00.002-03:00</published><updated>2011-08-07T18:02:47.397-03:00</updated><title type='text'>O CHIFRE DO DIABO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O CHIFRE DO DIABO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A fome na África nunca foi novidade. Mas continua fazendo vítimas, em especial crianças. A ONU só considera situação endêmica quando morrem duas para cada dez mil pessoas ou quando 30% da população sofre desnutrição aguda. Fora disso, eventuais mortes são acasos do destino ou fatalidades circunstanciais, que não merecem maiores preocupações. É preciso que o mundo veja por primeiro, estampada em seus jornais e revistas, fotos de crianças esqueléticas, olhos vidrados e bocas ressequidas, para se sensibilizarem um pouco mais e esboçarem alguma reação emergencial. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ora, o chamado Chifre da África, região compreendida pela Somália, Djibuti, Etiópia e Quênia, volta a figurar em nossos noticiários como vítima da maior epidemia de fome dos últimos sessenta anos. Está mais para chifre do Diabo, do que um simples desenho geográfico no mapa-mundi. Estima-se que mais de 560 mil pessoas possam morrer vitimadas pela maior atrocidade humana que o mundo permite acontecer, pois não se concebe num mundo globalizado a existência desse tipo de morte. A fome é o lado mais atroz da indiferença e egoísmo humano. Fossem estes membros de uma sociedade melhor estruturada no meio produtivo já teríamos enviados toneladas de alimentos ou mesmo manifestados com mais eficiência nossa solidariedade e ajuda fraterna. Mas são povos tribais, negros, sem cultura, sem qualificações que nos interessem, sem...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A persistir esse indiferentismo, temo pela justiça que vem do alto. Enquanto humanos somos, nada justifica a morte de um único semelhante porque lhe falta o pão de cada dia. Mais ainda quando este sobra na mesa farta de muitos. Sabemos que humanidade subentende seres inteligentes e capazes de superar os maiores desafios possíveis para preservação da vida, da espécie, de todo e qualquer direito fundamental de sua própria individualidade. Fome justificável só a de Deus, a maior e mais bela das necessidades humanas. Sede só aquela que não saciamos nunca pelo desejo de perfeição, de novos conhecimentos. Morrer de fome ou de sede é crime de genocídio. Todos nós teremos culpa no cartório do Pai, pois é este um pecado social. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Enquanto isso, no Brasil se discute a prática de infanticídio indígena. Esse acontece em algumas tribos brasileiras, quando a criança nasce com alguma deficiência física, quando é filha de mãe solteira ou mesmo pelo simples fato de ser gêmeo. A Câmara esvaziou o projeto da Lei Muwaji (nome da índia que salvou sua filha da morte por possuir paralisia cerebral) que tentava responsabilizar servidores públicos e a própria FUNAI por não impedirem esse macabro ritual indígena, praticado por algumas tribos ainda arredias da civilização brasileira. Mas é exatamente de um sobrevivente dessa prática, o índio Edson Bakairi, que quando criança foi enterrado vivo e salvo por agentes indigenistas, que vem o grito de socorro: “Somos índios, somos cidadãos brasileiros!... Manifestamos nosso repúdio à prática do infanticídio e a maneira irresponsável e desumana com que essa questão vem sendo tratada pelos Órgãos Governamentais. Não aceitamos os argumentos antropológicos baseados no relativismo cultural. Não aceitamos o infanticídio como prática cultural justificável”...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tanto lá, como cá, a morte de crianças inocentes, pela fome ou pela perversidade de algumas culturas, é um termômetro inquestionável da animalesca ignorância humana. Esta que demonstra com clareza a pior das fomes, a falta de Deus. Esta que aproxima o humano de sua mais vil identidade, o animal que somos. Então, tanto lá, como cá, o chifre do Diabo faz jus a todos, pois ilustra perfeitamente o lado caricato de uma humanidade sem um mínimo de respeito à vida. E dizemos ser esta um direito humano!&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7748834444948831449?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7748834444948831449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7748834444948831449&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7748834444948831449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7748834444948831449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/08/o-chifre-do-diabo.html' title='O CHIFRE DO DIABO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-1630680380377280586</id><published>2011-07-31T17:32:00.002-03:00</published><updated>2011-07-31T17:32:46.370-03:00</updated><title type='text'>CORAÇÃO DE PEDRA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CORAÇÃO DE PEDRA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Estamos habituados ou mesmo condicionados a definir Igreja como simples instituição religiosa. Nada mais que isso. São raras as vezes que a aceitamos como povo e mais raro é defini-la como pessoa, gente, indivíduo... Pois bem: igreja somos nós, pessoas batizadas em nome de uma fé.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essa auto definição deveria penetrar mais a fundo o coração das pessoas cristãs. Ao fundar sua Igreja, Jesus não se dirigiu para um monte de pedras perfiladas artisticamente, nem para um grupo de pessoas simpáticas à sua doutrina, mas para uma única pessoa, Pedro. Escolheu-o como seu primeiro representante, para assim oficializar sua morada entre nós, sua nova casa, o templo vivo da fé, o coração humano.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A “pedra” de Pedro pode representar, também, o coração fechado e insensível da pessoa humana, agora tocado pelo coração misericordioso do Cristo, que se abre a todos e se torna revelação, o segredo das chaves celestiais. A partir desse novo coração, essa maneira diferente de olhar o mundo, seus mistérios, suas misérias, mas também suas riquezas e alegrias, as maravilhas que rodeiam e constituem nossas vidas, é que nasce a Igreja de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Poucos conseguem penetrar na amplitude dessa visão de Igreja. Sua abrangência não é meramente humana, terrena que seja ou de poderes transcendentes, mas penetra também (e principalmente) nossos limites físicos, nossa interioridade. Esse é o mais amplo e precioso campo missionário do Cristo e de sua Igreja. A partir dele é que nasce a casa de Deus entre nós e &lt;personname productid="em nós. Ela" w:st="on"&gt;em nós. Ela&lt;/personname&gt; se torna visível através da vida comunitária.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quando entendermos essa dimensão pessoal de experiência com Deus estaremos dando início ao projeto de Cristo em nossas vidas: “Sobre esta pedra construirei a minha Igreja”. O primeiro passo é preparar o terreno, abrindo nossos corações para a serenidade e seriedade de sua doutrina, ou seja, precisamos penetrar um pouco mais na solidez do indiferentismo humano, aplainar os sentimentos de comodismo e descrença aos projetos de Deus sobre nossas vidas, romper os limites do existencialismo sem esperança e buscar com mais audácia os desafios que a fé nos apresenta. Enfim, abrir as portas do coração de carne para o cerne do coração de Deus; buscar as coisas do alto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os rótulos dados à Igreja, nos dias de hoje, são nossos maiores desafios, o maior dos contra testemunhos cristãos. Ninguém é de Pedro, Paulo, André ou Tiago... Todos somos de Cristo. É nessa divisão de forças, nessa falta de unidade evangélica, que nos tornamos fracos, inaptos para o desafio de construir nossa fé sobre uma pedra consistente, como era a fé genuína do então discípulo incerto e impulsivo que Pedro representava. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O coração humano, em sua anatomia, é o mais vulnerável dos órgãos, mas também o mais importante, a sede da nossa vitalidade. Da mesma forma, representa nossa capacidade de amar ou mesmo odiar... Enquanto nossas definições para a vida forem meramente atreladas ao biológico, teremos no peito apenas e tão somente uma bomba de drenagem que nos mantêm vivos, mas quando compreendermos que é nele que residem os mais nobres sentimentos da única criatura capaz de amar, entenderemos o sentido da pedra-viva da qual nos falou Jesus. É sobre essa pedra que nasce a Igreja de Cristo. Mas, para nossa vergonha, muitos cristãos continuam como meras e insignificantes pedras, insensíveis ao desafio de “vivificar” seus corações, de não continuarem a ser pedras de tropeço da obra redentora.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então, quando nos abrirmos para esse desafio de ser igreja, vencer o medo, a insegurança, os preconceitos e tudo mais, estaremos livres da condição de pedras, para nos tornarmos templos, moradas de Deus no mundo! Quer maior privilégio?&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-1630680380377280586?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/1630680380377280586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=1630680380377280586&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1630680380377280586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1630680380377280586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/07/coracao-de-pedra.html' title='CORAÇÃO DE PEDRA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-4991246164045490207</id><published>2011-07-24T17:20:00.000-03:00</published><updated>2011-07-24T17:20:48.241-03:00</updated><title type='text'>AVÓS NA SEGUNDA IDADE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;AVÓS NA SEGUNDA IDADE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A netinha, sempre vivaz e curiosa, chegou-se até à avó e lhe perguntou:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Vovó, o que significa velhice?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A avó, tomada pela surpresa da pergunta, tomou no colo a pequena, sorriu-lhe com um quase pesar nos olhos e propôs uma resposta um tanto quanto enigmática.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Velhice, minha filha, é o que você vê em meu rosto...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A criança fitou por alguns segundo a serenidade estampada naquele rosto, já não tão jovem, porém marcado pelo amor e devoção aos seus e surpreendeu a todos com uma conclusão inesperada.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Ah, como é linda a velhice!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Desconsiderando a pureza dessa conclusão, que também nos remete a um elogio de profundo respeito à beleza da figura dos avós na vida familiar, é real a afirmativa dessa criança: cada dia mais se nota a beleza e jovialidade de muitos avós. O dom de contemplar e conviver com a segunda e até terceira geração familiar tem premiado muitos casais cada dia mais jovens. Sem desmerecer ou desqualificar os avós que o foram na plenitude de seus dias, estendo a todos os avós do mundo o elogio mais que verdadeiro da netinha acima: Ah, como é linda a velhice!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A beleza independe da idade, das máscaras que vestimos, da pintura, do botox, de qualquer plástica ou milagre das clínicas de estética. Rusgas e marcas também estampam certa beleza. Esta que não se vê com os olhos, mas com o coração. Mais que a tez alva e cabelos sedosos, beleza maior é aquela que flui da íris serena de avós conscientes de suas responsabilidades e levam adiante a missão sagrada de esteio e referência familiar. “Na sua posteridade permanecem os seus bens... Os filhos de seus filhos são uma santa linhagem e os seus descendentes mantêm-se fiéis às alianças” (Eclo 44, 11-12).&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Alianças que o Senhor fez com seu povo. Aliança que eles próprios um dia fizeram entre si, jurando fidelidade mútua, amor aos filhos, aos netos, aos bisnetos... “Por causa deles seus filhos permanecem para sempre, e sua posteridade, assim como a sua glória, não terá fim” (Eclo 44, 13).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Qualquer reduto familiar tem em seus ascendentes um ponto de referência, seja este positivo ou não. Daí a importância dos avós até na constituição social e no equilíbrio moral, ético, religioso que seja, de todo e qualquer indivíduo que busque uma vida equilibrada, normal diante dos homens e de Deus. Ou será que Ana e Joaquim não foram uma referência positiva para a criação e formação psicológica do menino Jesus? Sabemos que Jesus não conviveu com seus avós, mas a história sagrada nos legou seus nomes como santos e deles fizemos patronos do Dia dos Avós (28 de Julho). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ah, avós! Quem me dera ainda tê-los!&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas na ausência que hoje noto, eis que a vida me surpreende como um deles... Então visto a carapuça da idade que solapa meu chão e enfeita a vida com as flores inquietas, perfumadas, vivazes, dos netos que hoje tenho. Vovô, vovó! Como é doce ouvir esse nome! &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Se você, pai e mãe, ainda não penetrou na “beleza” dessa idade, sossegue; um dia chegará lá! Então virão os netinhos, sempre prontos a quebrar sua rotina, a bagunçar sua casa, sua vida, a cobrar uma explicação qualquer, uma história que seja: “Ó vovó, ó vovô, conte-nos uma história bonita”! E, com ares de poeta, como Bilac escreveu, fará sua parte com orgulho. “Então, com frases pausadas/Conta história de quimeras,/Em que há palácios de fadas,/E princesas encantadas... E os netinhos estremecem/Os contos acompanhando,/E as travessuras esquecem,/-Até que, a fronte inclinando/Sobre o seu colo, adormecem...”&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="display: none; mso-hide: all;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-4991246164045490207?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/4991246164045490207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=4991246164045490207&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4991246164045490207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4991246164045490207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/07/avos-na-segunda-idade.html' title='AVÓS NA SEGUNDA IDADE'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-760153892028282392</id><published>2011-07-17T20:37:00.000-03:00</published><updated>2011-07-17T20:37:00.253-03:00</updated><title type='text'>BEIJO COM PIMENTA</title><content type='html'>&lt;h1 style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;BEIJO COM PIMENTA&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-indent: 35.4pt;"&gt;O beijo é melhor que o chocolate, pois aguça todos os sentidos, libera endorfinas e possui a vantagem de queimar calorias. Isso o doce não faz. Esse é o mais novo argumento governamental para que nossos estudantes, dos 13 aos 19 anos, possam melhor “curtir a vida”, seguindo à risca a cartilha “Saúde e prevenção nas escolas”, que ensina: “Sexo não é só penetração. Seduza, beije, cheire, experimente”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Absurdo? Pois é isso que se desprende (ou seria exala?) desse impresso elaborado pelos ministérios da Saúde e da Educação, para incrementar a distribuição gratuita de 100 milhões de camisinhas aos alunos da rede pública de ensino. Com deslavada “naturalidade”, a agenda “oficial” induz ao sexo sem compromisso, em outras palavras, à prostituição infanto-juvenil. “A realidade é essa: “ficar” hoje é parte da vida de muitos jovens”, dizia a diretora do Programa Nacional DST/Aids, cujo nome não merece citação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“É uma coisa de adulto, querendo ser jovem”, diz uma psicóloga. Adultos pervertidos, que transferem para o vigor da juventude o comportamento sadomasoquista de suas frustrações. Eis o gancho. Verdadeiramente, grande percentual de nossa juventude (48%) já possui uma vida sexual ativa. Isso não justifica uma educação escandalosamente promíscua, que coloca os valores morais (para não dizer dos valores religiosos) na vala comum, induzindo a todos ao sexo sem compromisso, ao “liberou geral” que as campanhas no mínimo inescrupulosas vendem a seu público alvo. Só assim para justificar a disponibilidade de camisinhas junto às máquinas dos refrigerantes, das balas e guloseimas mais, como planejam certos “especialistas” do governo. Viva a sociedade de consumo!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Enquanto isso, que se danem os princípios básicos da sociedade, a opinião dos pais, a voz da Igreja, a ética, os bons costumes. “É imenso o clamor que se eleva de Sodoma e Gomorra, e o seu pecado é muito grande” (Gen 18,20). Enterramos no passado o exemplo de pureza e castidade do jovem Domingos Sávio, cujo “suave e magnífico exemplo de santidade juvenil” (Paulo VI), seguia a cartilha do catecismo cristão: “Antes morrer do que pecar”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O Estado não é responsável pelos valores mais íntimos do indivíduo. Vem antes a família, a formação religiosa, o meio que constrói sua personalidade. “Os pais, que transmitiram a vida aos filhos, têm uma gravíssima obrigação de educar a prole e, por isso, devem ser reconhecidos como seus primeiros e principais educadores. Esta função educativa é de tanto peso que, onde não existir, dificilmente poderá ser suprimida... A família é, portanto, a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade” (Vat II – Dec Sobre a Ed Cristã).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Respeitemos as etapas. Sexo, sexualidade, dons de Deus para a preservação da vida, é algo santo e sublime que só a união conjugal pode elevar ao grau de um ato de plenitude humana. Diz a Igreja: “não é em absoluto algo meramente biológico, mas diz respeito ao núcleo íntimo da pessoa humana como tal” (FC 11).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Respeitemos nossas crianças, nossos adolescentes e jovens. Eles também têm o direito de opção livre e madura, de uma sexualidade sadia, agradável a Deus. Não precisam provar nada a ninguém, mas a si próprios. Não precisam da tutela do Estado, para se sentirem adultos. “Nenhum país do mundo, nenhum sistema político pode pensar no seu futuro como através da imagem dessas novas gerações que assumirão dos pais o múltiplo patrimônio dos valores, dos deveres e das aspirações da nação à qual pertencem” (JPII-ONU-1979). Com chocolate ou sem, com mil beijos adocicados ou apimentados, não importa, um dia compreenderão que sexualidade também é dom de Deus, merece respeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoBodyText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b&gt;WAGNER PEDRO MENEZES&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-760153892028282392?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/760153892028282392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=760153892028282392&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/760153892028282392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/760153892028282392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/07/beijo-com-pimenta.html' title='BEIJO COM PIMENTA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-3324761359312831739</id><published>2011-07-10T18:48:00.002-03:00</published><updated>2011-07-10T18:48:50.705-03:00</updated><title type='text'>A SANTA PECADORA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A SANTA PECADORA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Um simples olhar sobre a vida pregressa de muitas pessoas estampa no consciente coletivo um rótulo nada atraente: pecam diante de Deus. Quantas vezes assim não dizemos ou pensamos do comportamento anticristão de muitos; não nos aproximamos desta ou daquela pessoa por discordarmos de suas atitudes, pensamentos e vida dissoluta? O conceito da fé é gerador do preconceito social, quando vemos as pessoas pelas aparências e não pela igualdade da fraqueza humana, que nos coloca numa vala comum. Quem somos nós para julgar?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Neste rol de conceitos e preconceitos está em questão o bem e o mal, a justiça e a injustiça, o certo e o errado, Igreja e Sociedade, Deus e o Diabo. Acontece que o Povo Eleito, - este que somos nós, os cristãos – está inserido nesta realidade tanto quanto todos os demais, que catalogamos como infiéis, pecadores, agnósticos... Nem por isso somos melhores ou mais santos do que estes. A fé pura e simples não garante a salvação. Nem o Batismo, nem a vida comunitária (ou eclesial), nem a assiduidade aos atos litúrgicos, aos sacramentos. “Se quiser salvar-se, terá que nascer de novo”, diria Jesus a um dos seus interlocutores. Ou, buscando novas vocações, diria aos fariseus: “Não vim chamar à conversão os justos, mas sim os pecadores” (Lc 5,32). Ou ainda, falando a um jovem rico e virtuoso: “Se queres ser perfeito, vai, vente teus bens, dá-os aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me” (Mt 19,21).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Três, portanto, são as condições básicas para a garantia de vida eterna: nascer de novo, reconhecer os próprios pecados e não ter apego à matéria. Todas elas voltadas para seu único e maior mandamento: “Amar ao próximo como a si mesmo”. Diante dessas condições, fica fácil perceber a prepotência de muitos que se acham maiores e melhores do que a maioria a seu redor. Triste é constatar serem estes membros ativos e assíduos freqüentadores das nossas igrejas, ou, na somatória dos fatos, a própria Igreja. Não por acaso ela é tida como instituição “santa e pecadora”; portadora da mais sólida proposta divina à humanidade redimida em seu sangue, mas igualmente fraca e muitas vezes pecadora enquanto constituída de pessoas falíveis e inseguras como somos todos nós. A santidade que almejamos só é possível quando renovada diuturnamente. Por isso o cristão faz da vida um constante “nascer para o alto”, um exercício contínuo de renovação interior para compreender e receber a graça de uma espiritualidade sólida. Por isso a humildade de reconhecer nossos próprios deslizes e fraquezas nos proporciona um coração mais atento e aberto à aceitação do outro, em especial daqueles que nossos conceitos apontam como pecadores. Maior pecado é o nosso. Por isso somos convidados a “vender tudo”, em especial os bens espirituais que julgamos só nossos e os recursos materiais que nossa consciência justifica muitas vezes como bênçãos dos céus. Nenhuma riqueza neste mundo será justificável sem seu uso social, sem a ótica da necessidade alheia, os pobres que cruzam nosso caminho. Muito menos se retermos nossa fé como riqueza inviolável e impenetrável para o outro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aí então poderemos compreender um pouco mais o mandamento da fraternidade universal: amar como amamos nossa própria carne, nossa própria espiritualidade. E como isso é difícil! Tão extraordinariamente desafiador e profundo, que o próprio Cristo, do alto de sua cruz de doação plena, total, por nós, por você, por todos os pecadores (não pelo pecado) deste mundo, deixou escapar: “Pai, se possível, afasta de mim esse cálice”. Sua carne, sua fraqueza humana quase falou mais alto. Mas renovou-se, nasceu de novo seu espírito sobre-humano, a santidade plena de que era portador desde a Origem: “Mas não se faça como eu quero, mas como tu queres”. No auge desse parto de amor de Deus por suas criaturas e que devemos reconhecer na Igreja que somos a vida santa e pecadora que possuímos.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-3324761359312831739?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/3324761359312831739/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=3324761359312831739&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3324761359312831739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3324761359312831739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/07/santa-pecadora.html' title='A SANTA PECADORA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-6152870624703365703</id><published>2011-07-03T19:45:00.002-03:00</published><updated>2011-07-03T19:45:24.316-03:00</updated><title type='text'>UMA JORNADA DE PESO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;UMA JORNADA DE PESO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mais de dez mil jovens de vários estados brasileiros terão o privilégio de representar o Brasil numa JMJ, Jornada Mundial da Juventude. O encontro já se firma como tradição e terá como figura central dentre seus assessores o papa Bento XVI. Será em Madri, Espanha, de &lt;metricconverter productid="16 a" w:st="on"&gt;16 a&lt;/metricconverter&gt; 21 de agosto próximo. Será mais uma oportunidade para a juventude católica brasileira sentir-se inserida no contexto de uma Igreja verdadeiramente Universal.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O encontro acontece desde &lt;metricconverter productid="1986, a" w:st="on"&gt;1986, a&lt;/metricconverter&gt; cada dois ou três anos, não apenas com o objetivo de congraçamento entre os jovens, mas para celebrar de maneira universal a fé e a alegria da revelação messiânica de Jesus a toda a humanidade, em especial aos jovens. Resgata a afirmativa de Pedro diante da questão: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem”? E Pedro não hesita na resposta: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”! Da mesma forma que, por ocasião da primeira jornada presidida por João Paulo II, fundador desse evento, este lhes deixou uma frase de efeito e uma cruz como presentes: “Só em Cristo morto, mas ressuscitado, se encontra a redenção”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Simultaneamente, as dioceses brasileiras estão sendo convidadas a realizarem uma pré-missão entre os dias 10 e 15 de agosto, dando oportunidade aos jovens que aqui ficarem de se sentirem unidos a esse encontro. Serão convidados à oração, reflexão ou quaisquer outras atividades que possam inseri-los nesse evento mundial. Para tanto, o secretário nacional da Pontifícia Obra da Propagação da Fé e Juventude Missionária, padre Marcelo Gualberto, que chefia a delegação brasileira, faz questão de divulgar o site &lt;a href="http://www.jmjbrasil.com.br/jmj/"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;www.jmjbrasil.com.br/jmj/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, onde estarão sendo postadas todas as referências e atividades desse grande acontecimento católico. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Dadas essas informações básicas, não há nada mais revelador que antever, nas entrelinhas dessas atividades, um grande sinal de esperança, pois que num painel de grandes contradições ou mesmo negativas à crença cristã, eis que nossa juventude se levanta e diz não às opiniões contrárias à sua fé. Nem tudo está perdido, como às vezes deixamos escapar. O Cristo, Filho de Deus vivo, não deixou de lado seu cajado e continua apascentando seu rebanho, em especial nossos jovens, como a maior riqueza desse mundo. Diria o poeta &lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&lt;/span&gt;Fontoura Xavier: “Sondai a terra...no seu ventre aflito/ Revolvei-lhe o recôndito tesouro;/ E, envolto nas agruras do granito,/ Encontrareis o ouro...” É que às vezes não percebemos a preciosidade que temos dentre nós.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Também é revelador o aspecto missionário dessa jornada. Desde seu início, há uma grande preocupação da Igreja em associar a JMJ à dimensão missionária da vida cristã, cuja ação se dá não só por mero atributo que a doutrina cristã nos confia, mas sim pelo entusiasmo que o anúncio do Evangelho nos proporciona. Daí que um jovem renovado pelas revelações cristãs e com o coração transbordante de alegria nessa experiência pessoal com Cristo, nunca mais será o mesmo. Multipliquem, pois, esses dez mil por cem... “Quem encontrou um tesouro, vende tudo e compra o terreno”. Quem encontrou Jesus Cristo, se despoja do passado e investe no presente, naquilo que enche seu coração de alegria.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por essas e outras é que acredito mais e mais na força transformadora de nossa juventude cristã. Ela nos enche de esperança. Ela, só ela, tem em mãos o trunfo que buscamos para a construção de um mundo melhor, um mundo sem as aflições e conflitos que hoje dominam nossos noticiários, nossa história. Pois que das agruras do indiferentismo humano às propostas de Cristo já estamos cansados, não pelas frustrações que colhemos, mas pela decepção de uma colheita frustrada. Também, pudera, colher o quê, se plantamos pouco? Mas uma nova safra virá, mais frutuosa do que a nossa.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-6152870624703365703?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/6152870624703365703/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=6152870624703365703&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/6152870624703365703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/6152870624703365703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/07/uma-jornada-de-peso.html' title='UMA JORNADA DE PESO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-829198946321812400</id><published>2011-06-26T20:39:00.000-03:00</published><updated>2011-06-26T20:39:07.031-03:00</updated><title type='text'>APOLOGIA DO RIDÍCULO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;APOLOGIA DO RIDÍCULO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Quando Sócrates proclamou sua apologia da própria defesa nos tribunais, visava única e exclusivamente por sua pele a salvo. Mesmo assim, condenado pelas circunstâncias políticas que rejeitavam seu trabalho com os jovens – pois que lhes oferecia mais senso crítico e conscientização de cidadania – o grande filósofo despediu-se da vida com uma taça de cicuta; um brinde nefasto aos que preferiam os jovens anestesiados da verdade, da sensatez, da lucidez que poderia lhes apontar seus direitos e deveres e dar-lhes a alegria de uma vida digna; devolver-lhes o sonho de uma sociedade justa. Assim os poderosos da época silenciaram a voz da verdade. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A bizarra história se repete. Desta feita, pipocam aqui e acolá sérias evidências de que manobras e interesses políticos querem manter à margem a efetiva participação dos jovens nas questões sociais, políticas e econômicas que lhes dizem respeito. Senão, como entender esse efusivo grito de “liberou geral” e evidente manipulação de massas que grassam em nossas cidades? Marcha da Liberdade fazendo apologia da maconha, parada pelos direitos dos gays, para celebrar suas “conquistas”, pela liberdade de expressão - de alguns, desde nós outros nos calemos – pelo direito de não ter deveres... Nesse passo, logo estarão reivindicando o direito de sexo em praça pública, de suicídio ao som de rock e sob muitos holofotes, de nudismo nos shoppings e igrejas e outras “cositas” mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Diante do caos anunciado, que toma conta de grande parcela da nossa juventude – já alheia a quase tudo que lhe diz respeito (para citar como exemplo apenas família, trabalho e política) – a preconizada liberalização da maconha será tudo o que o Diabo sonha. Caos por caos, por que não oficializá-lo? Então... Como sempre, a voz da Igreja se levanta um tanto quanto solitária nessa guerra de Davi e Golias e de sua cátedra atira a primeira pedra: “A Igreja se opõe a qualquer tipo de droga, a não ser em casos terapêuticos”, disse o cardeal Raymundo Damasceno, presidente da CNBB. E reiterou: “Não queremos jovens anestesiados”. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Desse alerta surge a evidência: os que lutam pela aprovação dessa aberração (tornar lícito o que o próprio organismo humano rejeita pela sua nocividade) querem tão somente aumentar o poder de controle sobre suas massas de manobra. É mais uma vez o poder econômico e político ditando normas contrárias à normalidade de um povo consciente, politizado e maduro na sua cultura, na sua dignidade, nas suas expressões de fé, de respeito mútuo, responsabilidades.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O angu está fervendo. O que vemos em nossas ruas e praças e em alguns veículos canhotos da imprensa nanica é a apologia do ridículo, com toda sua retórica e falsetes. A marcha ré da cultura e história de um povo. O contraponto de uma minoria insatisfeita, que desconhece o mal que fazem a si própria e à sociedade, pois a pauta de suas reivindicações nada possui em comum com a maioria. Atrelados ao grito esnobe dessa falsa liberdade estão os interesses partidários, que vêem tão somente números e numerários de sua sustentabilidade. Eis a palavra em voga! Infelizmente, nossa política é feita pelos núcleos de interesses coletivos, mas também setoriais. Então que se preservem as alas desses setores, sejam eles liberais, evangélicos, pró-maconha, pró-aborto, pró isto ou aquilo: sempre haverá políticos que se elegem defendendo suas causas. Basta gritar em uníssono: Viva a maconha! Vivam as lésbicas! Salvem as tartarugas! Deus salve a América! Deus é brasileiro!...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tudo bem que alguns me apontem o dedo acusando-me de fundamentalismo cristão. Mas para esses cito hoje uma máxima budista. “A razão dessas grandes diferenças é porque, não conhecendo dois princípios básicos (direito individual e coletivo) o espírito torna-se confuso e começa a agir erradamente. É como se procurasse cozinhar iguarias , fervendo pedras e areias, o que certamente não poderia dar certo”.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-829198946321812400?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/829198946321812400/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=829198946321812400&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/829198946321812400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/829198946321812400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/06/apologia-do-ridiculo.html' title='APOLOGIA DO RIDÍCULO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-5518541003065028342</id><published>2011-06-19T19:29:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T19:29:12.018-03:00</updated><title type='text'>O MACHO DA ESPÉCIE HUMANA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O MACHO DA ESPÉCIE HUMANA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Até que enfim uma mulher brasileira, tomada pelas arbitrariedades sociais e questões de justiça, lança uma inusitada campanha: “Salvem os Homens!”. Até que enfim! Trata-se de inteligente reflexão feita pela atriz Fernanda Montenegro, que circula na internet e possui todas as diretrizes para as mulheres que desejem preservar seus relacionamentos conjugais, pois “os novos costumes e o desrespeito à natureza tem afetado a sobrevivência de vários seres e entre os mais ameaçados está o macho da espécie humana”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Finalmente uma voz de peso no clã feminista tem a coragem de dizer verdades. Fala de seus 56 anos “de muito amor e companheirismo”, - binômio em decadência no relacionamento de muitos casais de verdade - mas ao mesmo tempo é capaz de reconhecer o valor da reciprocidade, pois “acredito que era ele também que me mantinha firme no relacionamento”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Surpreendentemente, o segredo que nos revela e relativamente simples. Nenhuma grande teoria psicológica, nem vastas teses acadêmicas, mas a pureza das coisas pequenas dá sabor e vida ao relacionamento homem-mulher. 1. Homem não pode ser mantido em cativeiro, pois se for engaiolado fugirá ou morrerá dentro. 2. Ninguém vive de vento. Homem vive de carinho, comida e bebida. Dê-lhe em abundância. 3. O carinho faz parte de seu cardápio porque homem mal tratado fica vulnerável a interessar-se na rua por quem o trate melhor. 4. Respeite sua natureza, seu trabalho, sua cerveja, futebol, pescaria, amigos, liberdade, carros... Caso contrário case-se com uma mulher. 5. Não anule sua origem. Ele nasceu para ser provedor da família e é natural valorizar seus negócios, trabalho, dinheiro, investimentos, empreendimentos... 6. O cérebro masculino não é um mito, por isso desacreditam da capacidade feminina e procuram aquelas que fingem não possuí-lo (e algumas realmente não possuem! Também, 7 bilhões de neurônios a menos).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Na visão dessa espetacular atriz e mulher por excelência, o segredo do bom relacionamento está na compreensão e respeito mútuos, cujos exercícios exigem não mera submissão, mas adequação. Quando fala da pseudo inferioridade feminina, lembra que alguns vão tentar provar, a qualquer custo, que a inteligência masculina é realmente superior. “Não fuja desses, aprenda com eles e cresça. E não se preocupe, pois, ao contrário do que ocorre com as mulheres a inteligência não funciona como repelente para os homens”. Corajosa essa sua afirmativa, que conclui com um conselho mais que especial: “Não faça sombra sobre ele... Se você quiser ser uma grande mulher tenha um grande homem ao seu lado, nunca atrás. Assim, quando ele brilhar, você vai pegar um bronzeado. Porém, se ele estiver atrás, você vai levar um pé-na-bunda”. Ah, ah, ah. Querem o nome desse conselho? Astúcia. Sim, astúcia é a maior aliada da inteligência feminina. Sempre foi.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sabem o que eu acho? Por trás da beleza e aparente ingenuidade ou fragilidade feminina Deus escondeu os neurônios da inteligência biológica, para envolvê-los com um pouco mais de calor humano e irradiá-los com os fluídos que emanam do coração: o amor. Tolos somos nós, homens, que pensamos ser superiores a elas. Mas, não generalizemos, pois muitas delas, infelizmente, nunca compreenderão a riqueza de um relacionamento “para sempre”, pois que homens e mulheres do nosso tempo, mais que inteligentes, são medrosos por natureza. Conclui Montenegro: “É, minha amiga, se você acha que homem dá muito trabalho, case-se com uma mulher e aí você vai ver o que é mau humor. Só tem homem bom quem sabe faze-lo ser bom!”. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Obrigada Fernanda. Obrigado Fernando.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-5518541003065028342?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/5518541003065028342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=5518541003065028342&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5518541003065028342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5518541003065028342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/06/o-macho-da-especie-humana.html' title='O MACHO DA ESPÉCIE HUMANA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-4386101091852643990</id><published>2011-06-12T20:59:00.000-03:00</published><updated>2011-06-12T20:59:20.385-03:00</updated><title type='text'>Palavras de Esperança: ESSA PARADA EU TOPO</title><content type='html'>&lt;a href="http://wmeac.blogspot.com/2011/06/essa-parada-eu-topo.html?spref=bl"&gt;Palavras de Esperança: ESSA PARADA EU TOPO&lt;/a&gt;: "ESSA PARADA EU TOPO Topo qualquer parada que me proporcione a oportunidade de demonstrar meu orgulho por ser cristão. Sei dos ri..."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-4386101091852643990?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/06/essa-parada-eu-topo.html?spref=bl' title='Palavras de Esperança: ESSA PARADA EU TOPO'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/4386101091852643990/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=4386101091852643990&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4386101091852643990'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4386101091852643990'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/06/palavras-de-esperanca-essa-parada-eu.html' title='Palavras de Esperança: ESSA PARADA EU TOPO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-2307348198461401569</id><published>2011-06-12T20:58:00.002-03:00</published><updated>2011-06-12T20:58:41.662-03:00</updated><title type='text'>ESSA PARADA EU TOPO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;ESSA PARADA EU TOPO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Topo qualquer parada que me proporcione a oportunidade de demonstrar meu orgulho por ser cristão. Sei dos riscos que corro. Sei que muitos santos e santas, aqueles e aquelas que assim se intitulam, já fazem micagem para o que escrevo a seguir. Só não sei se continuarão nesta leitura.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas, vamos lá. Por um mundo sem racismo, machismo ou qualquer tipo de preconceito contra a harmonia preestabelecida na ordem da criação é que Jesus veio ao mundo e deu sua vida. Recordou o pensamento do Pai, quando contemplando sua obra viu que tudo era bom, até que um naco de bela e luzidia maçã envenenasse a pureza do coração humano. Então Jesus veio, para recuperar o brilho natural do pomo de Adão, dar-lhe a dignidade da perfeição humana e renovar a aliança do Sinai, aquela cujos mandamentos fez brilhar um arco íris de sete cores, desde então símbolo do primeiro pacto de amor entre Deus e os homens.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Neste pacto constava um mandamento: manter a pureza do corpo, ou seja, ser casto. É claro que castidade não representa somente a abstinência de uma vida sexual, pois que senão todos os casais estariam impossibilitados de viverem a plenitude do amor e a humanidade encerraria seu ciclo reprodutivo. A castidade proposta por Deus selou a aliança com seu povo, reprimindo antes a promiscuidade. Tinha como exemplo o triste fim de Sodoma e Gomorra.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Lá, civilizações libertinas e dadas aos excessos dos prazeres, o acordo de Abraão com Deus reduziu-se a uma única condição: “Não destruirei a cidade se nela encontrar dez homens justos”. Encontrou apenas um, Lot, salvo da chuva de fogo e enxofre que destruiu sua cidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Páginas da história bíblica, que pouco ou nada dizem a nosso respeito, dirão aqueles que nos acusam de preconceitos, ou, como querem hoje, homofobia. Chique, esse termo. É mais uma invenção linguística, criada em 1971 pelo psicólogo George Weinberg, para se justificar e mascarar uma situação contrária à ordem da natureza humana. Combinam a palavra grega phobos (fobia, medo) com o prefixo que dá nome à mais perfeita criatura divina, homo (também significando iguais). Fobia tem aqueles que se negam a encarar a própria realidade (racional, eu penso) e concluir pela anormalidade de seus atos e ações, contrários aos planos de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ora, pior que a dita homofobia (vamos aqui considerá-la dentro da finalidade de quem a inventou) é a xenofobia (medo de encarar a realidade) cuja consequência é rejeitar qualquer padrão social, religioso, ético ou até político. Se, do lado de cá, somos homofóbicos, do lado de lá estão os xenofóbicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No entanto, a fé cristã nos ensina a tolerância paciente, a caridade fraterna, a compreensão das fraquezas humanas, porém nunca o compactuar-se com seus deslizes. Sob o ponto de vista da moral e ética, nada mais reconfortante do que a misericórdia divina, cujos ensinamentos primam pelo respeito à liberdade do indivíduo. Este, sim, é dono de seu próprio nariz, sua própria salvação. Ao cristão resta continuar como pedra no sapato, sinal de alerta, porém consciente de seus próprios limites. “Tudo é permitido, mas nem tudo edifica” (1 Cor 10,23). O que assistimos hoje é uma perversão generalizada no conceito da sexualidade humana. Uma parada dura para pais e educadores que ainda prezam um mínimo de princípio cristão. Nessa cruzada, o que pesa é uma pequena aragem do bom senso, ou seja: liberdade nunca foi sinônimo de libertinagem.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-2307348198461401569?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/2307348198461401569/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=2307348198461401569&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2307348198461401569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2307348198461401569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/06/essa-parada-eu-topo.html' title='ESSA PARADA EU TOPO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-1072292971329647106</id><published>2011-06-05T20:26:00.000-03:00</published><updated>2011-06-05T20:26:10.667-03:00</updated><title type='text'>TEMOR E REVERÊNCIA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;TEMOR E REVERÊNCIA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Uma das questões básicas da filosofia, imaginada por Sócrates e registrada pelo seu fiel pupilo e também filósofo Platão, dizia respeito à relação humana com o divino. “Não queres celebrar a Zeus que fez e engendrou tudo isto; pois onde está o temor, também está a reverência”. Apesar do tom afirmativo da questão, apesar de sua formulação ter sido feita quase meio milênio antes da revelação cristã e apesar da confusa definição do culto a Deus e aos deuses da antiga Grécia, o tema continua atual, atualíssimo nos dias de hoje. Ainda persiste na alma humana a mesma incógnita da não diferenciação entre temor a Deus ou reverência pura e simples. E Sócrates levava adiante essa questão: Você teme a Deus porque o ama ou ama a Deus porque o teme?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Continuamos no impasse dessa resposta, quando as manifestações de fé do homem moderno se dão muito mais pelas circunstâncias de um momento do que pela necessidade de um relacionamento natural. Muitos há que manifestam sua crença em Deus mais por temor do que por reverência, por amor. Praticam a mesma fé primária das civilizações aborígines, tribais, onde qualquer acontecimento inusitado, desastre sismológico ou epidemiológico, qualquer ameaça física era uma manifestação da ira divina. São piores que nossos primitivos índios cujo deus-trovão tinha a capacidade de afugentá-los de suas lidas diárias e enfurná-los em suas ocas ou buraco qualquer. Ora, por temor também amo a Deus, pois esse sentimento só é compreensível quando me leva à preocupação de nunca decepcioná-lo em minhas ações diárias. Não inutilmente, é esse o último dos dons do Espírito Santo, que nos foi dado como diadema de graças para melhor nos relacionarmos com o Pai.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O que falta a muitos cristãos é exatamente a compreensão cristalina desse temor que devotamos a Deus. Temor do respeito. O mesmo respeito que nos leva à reverência, ao reconhecimento filial de seu amor por nós, de sua proteção, de sua lealdade... Quem descobre em sua vida a necessidade de manifestar sua reverência a Deus não por puro temor, mas por respeito, por gratidão acima de tudo, está a meio caminho da verdadeira espiritualidade. Ainda lhe falta a compreensão e aceitação dos demais dons do Espírito, quais a Sabedoria, o Entendimento, o Conselho, a Fortaleza, a Ciência e a Piedade. Como se vê, a fé não é um sentimento obscurantista, uma relação instável e circunstancial com algo desconhecido, mas exige aprofundamento, imersão em seus mistérios e abertura plena aos seus dons. Daí que cristão sem unção é um desbravador sem coragem de aprofundar-se na selva do amor de Deus. Bate à porta, mas não entra. Ao primeiro sopro deixa tudo e foge. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Um amigo de fé mandou-me uma história que circula pela internet. Um menino ganhou um estilingue. Saiu por ai a praticar sua pontaria. Sem muito jeito com a coisa, voltava decepcionado para casa, quando cruzou o caminho de um pato no quintal. Mirou e... acertou na cabeça. Diante do pato morto, assustou-se com o próprio feito e escondeu entre entulhos a prova do crime, sua pobre vítima. Mas a irmã viu tudo e passou a exigir que o irmão fizesse as tarefas que eram dela, sob a ameaça de contar tudo à avó, dona da ave morta. Assim, em troca do silêncio, o menino se submeteu às chantagens da menina e por muitos dias lavou louças, limpou a casa por medo da delação. Cansou-se dessa situação e resolveu, ele próprio, confessar-se com a avó. Mas a surpresa foi inversa, pois que esta já conhecia a verdade, pois que viu tudo da janela... Só não sabia por quanto tempo o menino continuaria escravo daquela mentira.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Verdade acima de tudo. Pois que de sua janela Deus-Pai continua a observar nossas ações na vida e sua vigilância nos deixa livres para nos submetermos ao seu amor e perdão constante ou escravos das ciladas e mentiras que o mundo nos arma. A Ele, só a Ele devemos temor e reverência.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-1072292971329647106?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/1072292971329647106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=1072292971329647106&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1072292971329647106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1072292971329647106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/06/temor-e-reverencia.html' title='TEMOR E REVERÊNCIA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-6580395207710504440</id><published>2011-05-29T22:48:00.002-03:00</published><updated>2011-05-29T22:48:52.812-03:00</updated><title type='text'>SAIA JUSTA EM MANCHETES</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;SAIA JUSTA EM MANCHETES&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Em semana rica de assuntos, com boas e más notícias, qualquer escriba vacila em suas opções e acaba por escolher a esmo o assunto a discutir. Senão, vejamos alguns itens: errar na concordância verbal é tolerável, diz livro do MEC; vetado o kit homofóbico; assassino preso depois de onze anos; ministro diz que ganhar bem não é crime; conflito no campo faz três novas vítimas; estatuto da terra ameniza proteção às matas; três minutos e meio foi o tempo da queda para a morte (Air France, 31.05.2009 - 228 mortos) e, em meio a tudo, ex reaparece para livrar da saia justa sua sucessora...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Como vemos, assunto não falta. Mas, no excesso destes corremos o risco da indiferença ou não aprofundamento, pois que lá fora a vida grita por ações e decisões imediatas. Vivemos num mundo onde qualquer cochilo pode representar mais que eventuais erros de concordância gramatical, apologia a opções sexuais, mirabolantes recursos contra as garras da lei, o milagre da multiplicação... por vinte, a semente dos mártires na seara conflitante de nossos campos sem lei, o tempo que nos resta nesta travessia e, - oh Pai Previdente! – o socorro que sempre nos chega na hora H. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então fiquemos com esse socorro. Não que as maracutaias humanas, suas fatalidades e pretensões acima dos princípios éticos e morais mereçam atenções divinas, mas fazem parte da história que escrevemos diariamente. Os fatos são reais, mas a história seria outra se ao menos pudéssemos buscar mais fidelidade à cartilha da vontade de Deus, essa que nunca admitirá erros de concordância ou meio termo complacente com nossas displicências; nem mesmo com o típico jeitinho que sempre encontramos para justificar nossa primária ignorância religiosa. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quando nossas leis criam barreiras contra determinado grupo social em favorecimento ou detrimento de outro, deixam sua imparcialidade e se tornam injustas. Alimentam a homofobia, medo entre iguais, em todos os aspectos. Já nos basta a triste invencionice da cota racial nas nossas universidades. Já é vergonhosa a morosidade dos nossos processos sociais, que prioriza a condenação aos menos favorecidos e empurra o mais possível julgamentos da classe elitista. Essa mesma que não se sacia com pouco e justifica seus lucros astronômicos como consequência natural dos postos privilegiados herdados pelo poder, que emana do povo. Pobre povo!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Esse mesmo povo entrincheirado nos campos e matas, longe de suas origens, que ainda se arma de esperança na lida diária pela sobrevivência. Mas, quando levanta suas vozes em defesa dos recursos naturais donde extraem o mínimo para continuar vivendo, são brutalmente assassinados ou expulsos do chão que lhes dá sustento. O sangue dos mártires é semente, já diz nossa origem cristã. Impossível será drenar da terra a marca profunda de uma vida que tomba em sua defesa. Impossível sustar a fertilidade proporcionada pelos ideais de racionalidade, justiça e mais fraternidade entre os homens, quando no mínimo pode-se silenciar uma voz, não uma ideia, um princípio de fé. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Onde nos leva esse voo cego? A uma travessia duvidosa, pois que nem todos temos clareza do ideal que buscamos nesta vida. A sociedade que tenta se equilibrar sem as bases da vontade de Deus, longe da fé e dos mandamentos que a regem, se perde facilmente nas diretrizes de sua própria governabilidade. Alça um voo sem destino. Farta-se com suas leis, mas se afunda facilmente na lógica gravitacional do menor esforço: tudo que sobe, desce. Pois triste é a Nação sem Deus. “Ficaste cheia, ficaste por demais pesada, no seio dos mares! Conduziram-te os teus remeiros até as grandes águas...” (Ez 27, 25-26). Nação assim nenhum governante, nem sequer o próprio Deus poderá reconduzir ao rumo de um futuro mais promissor. Porém, sempre haverá tempo de se corrigir uma rota, em conformidade com os ideais do Pai que nos criou.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-6580395207710504440?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/6580395207710504440/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=6580395207710504440&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/6580395207710504440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/6580395207710504440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/05/saia-justa-em-manchetes.html' title='SAIA JUSTA EM MANCHETES'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-943234106952029272</id><published>2011-05-23T08:31:00.002-03:00</published><updated>2011-05-23T08:31:41.341-03:00</updated><title type='text'>CLEMENTE PIEDOSA E DOCE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CLEMENTE PIEDOSA E DOCE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Maio nos lembra Maria. Outrora nos lembrava as noivas e seus vestidos brancos a simbolizar pureza. Mas ainda festejamos a maternidade, como dom maior daquelas que são capazes de gerar a vida. Sim, ainda, pois a proveta ai está e não duvido se um dia surpreendidos formos com incubadoras sofisticadas a substituir o sagrado ventre maternal... Mas, enquanto a lógica persiste apesar das pretensões da Ciência que no campo genético já faz diabruras nunca antes imagináveis, o sim de Maria continua música para os ouvidos angelicais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Salve Rainha! A maternidade humana está intrinsecamente ligada ao ato da Criação, pois que dá continuidade à obra divina. Com ela nos aproximamos mais da misericórdia do Pai, pois que a cada nascimento renasce a esperança de dias melhores e os céus glorificam o seu Nome, enchendo de luz qualquer vale das lágrimas e da insignificância humana. Uma criança assim gerada é depositária dos mais nobres sentimentos e dos mais sagrados sonhos que possamos imaginar para qualquer lar, doce lar. O que é nobre, o que é sagrado dá ares de realeza à maternidade de qualquer mulher; independe de sua condição social. Por isso delas se diz: rainha do lar!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Vida doçura e esperança nossa! Quem possui outra imagem de suas próprias mães? Por mais indignos, insubordinados, rebeldes e alheios que possamos ser, qualquer filho ou filha têm na figura materna um hiato de paz, de aconchego, de esperança por dias melhores, por caminhos mais largos, por sonhos mais belos. O olhar de mãe, o colo, as mãos, a proteção, o levantar-se das muitas quedas, as vigílias nas noites febris, o cuidado com as ruas, o trânsito, a escola, o lanche, o remédio... Ah, mãe, quanta doçura, quanto carinho, quanto amor! &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pois até Deus, na pessoa de Jesus, experimentou esse privilégio humano: os desvelos de uma mãe. Não era degredado, nem filho de Eva, mas Filho de Deus! Princípio e Fim, Alfa e Omega, a origem de Jesus poderia dispensar a figura materna de Maria, não fosse ela um instrumento precioso aos olhos do Pai. Sua maior e mais preciosa virtude, condição mínima para merecer tão sublime privilégio, Deus não buscou no histórico de sua saúde física, jovialidade, pureza, nem na descendência de seu povo, sua origem, sua formação, suas crenças, nem nas posses ou tradições familiares, nem na cor de sua pele, no idioma que falava, na cultura que possuía... Seu único e maior mérito para ser mãe do Redentor estava em seus lábios e em seu coração submisso à vontade de Deus. Sim! Sim, eu posso, eu aceito, eu quero... eu agradeço! Eis o segredo de uma maternidade abençoada, privilegiada com hosanas e glórias! Eis o sim de Maria!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essa é nossa advogada, mãe de Deus e dos homens, cujo olhar maternal suplicamos sobre a humanidade, sobre cada um de nós. Cristianismo sem a maternidade de Maria é órfão, incompleto, imperfeito. Não se compreende uma fé que ignore a importância da mediação de Nossa Senhora no processo da Redenção, pois o próprio Jesus dela se serviu para ser quem foi, realizar o que realizou, ensinar o que nos ensinou. E, numa festa nupcial, quando o filho já adulto e bem formado ainda vacilava no início de sua missão, nada como um empurrãozinho materno. “Mãe, minha hora ainda não chegou”. Como não, depois de tanto desterro, tanto sofrimento, tanta expectativa humana por uma esperança maior? Então Maria dá as coordenadas para o primeiro milagre, o início de todos os demais: “Façam tudo o que ele mandar”.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-943234106952029272?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/943234106952029272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=943234106952029272&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/943234106952029272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/943234106952029272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/05/clemente-piedosa-e-doce.html' title='CLEMENTE PIEDOSA E DOCE'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-9033571448375197671</id><published>2011-05-15T22:15:00.002-03:00</published><updated>2011-05-15T22:15:13.229-03:00</updated><title type='text'>LENHA NA FOGUEIRA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;LENHA NA FOGUEIRA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Tentar mudanças na lei dos usos e costumes de um povo é ir contra a corrente de um processo inviolável, sagrado. É usar de violência silenciosa, sagaz, mas tão sórdida como qualquer ato de violência física ou moral. É nadar contra a corrente dos que constroem ou pelo menos tentam construir uma sociedade minimamente equilibrada. Mas não é, com certeza, o que pensa uma minoria ao reivindicar direitos, passando por cima da normalidade de uma vida social que se equilibra sobre princípios, ética, moralidade e, por último, religiosidade histórica e cultural.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então aqui vai a bomba: Senado brasileiro tenta aprovar lei da homofobia!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas onde está o pavio dessa bomba? Ante que me enquadrem no time dos contrários, devo explicações. É importante que se diga que um cristão, por mais relapso que possa ser, tem por princípio a não discriminação de quem quer que seja. Não seria eu esse louco de atear fogo numa fogueira que já arde, mas posso ao menos contribuir para que esta não ganhe maiores proporções e sapeque a todos. Qualquer proteção legal contra minorias sociais é sempre um instrumento de justiça, desde que esse instrumento não venha acompanhado de aberrações e acintes mais discriminatórios que o próprio preconceito. Entre proteger e glorificar há enorme distância.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pois no afã de mudanças, que configurem uma legislação moderna, aberta, avançada em suas cláusulas, os políticos brasileiros cometem excessos imperdoáveis. Urge nossa atenção e denúncias prévias. Já não bastasse a redundância desnecessária da lei que aprovou a união civil entre pessoas do mesmo sexo (ora, não somos todos iguais perante a lei? – pra que então essa aberração, senão para construir uma falsa ideia familiar que nunca existirá na prática), querem avançar um pouco mais com seus grilhões de insegurança social. A vida homoafetiva é tão incerta em sua formação que exige o preto no branco, leis claras e ostensivas, como que a exigir um bastião intocável, um pedestal de proteções acima dos direitos dos demais. Daí o exagero em suas formulações e a preocupação que me toca.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Imaginem que além de exceder em suas glorificações, o projeto da senadora Marta Suplicy – que desde sempre empunhou essa emblemática bandeira com obsessão indisfarçável – estabelece punições à sociedade hétera em tudo, até na sua dualidade sexual, tornando criminosos e estabelecendo penas de &lt;metricconverter productid="2 a" w:st="on"&gt;2 a&lt;/metricconverter&gt; 5 anos de prisão aos que a infringirem. Ou seja, o simples fato de discordarmos desse desvio de conduta moral poderá nos custar um sol quadrado. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os que deixarem escapar suas convicções contra o homossexualismo estarão sujeitos a processos por discriminação. Nesse time me enquadro como missionário católico e imagino as mãos atadas de muitos sacerdotes e pastores que sequer poderão orientar seus fiéis sobre o sentido de uma vida sexual sadia, normal. Instaura-se aqui uma verdadeira perseguição religiosa, aos moldes dos primeiros tempos do cristianismo, onde quem não adorasse a César, perdia a cabeça literalmente. Quem não “endeusar” meninas de gogó e meninos que menstruam... espadas nestes!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pior situação para os pais e educadores. Imagine se uma professora resolver seguir à risca o que pontifica esse vasto enunciado contra a maioria de vida afetiva ao menos natural, falando a seus alunos sobre as “belezas e normalidades” do homossexualismo e os pais se sentirem lesados no direito que têm de conduzirem a educação de seus filhos. Quem responderá por quem? Onde essa corda arrebenta? Imaginem ainda o absurdo da situação daqueles pais que poderão perder a guarda sobre seus filhos, se tentarem uma reabilitação ou reeducação para filhos e filhas indecisos em suas opções sexuais. Qualquer direito pessoal nunca poderá ser maior que o direito do outro. Qualquer dever, idem.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-9033571448375197671?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/9033571448375197671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=9033571448375197671&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/9033571448375197671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/9033571448375197671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/05/lenha-na-fogueira.html' title='LENHA NA FOGUEIRA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-2964133562255374231</id><published>2011-05-08T20:11:00.002-03:00</published><updated>2011-05-08T20:11:55.983-03:00</updated><title type='text'>O QUEIJO E AS VIRTUDES</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O QUEIJO E AS VIRTUDES&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Já vai longe o tempo em que a sociedade sabia dar valor às pequenas virtudes. Não que essas inexistam no campo pessoal dos que buscam uma vida agradável. Senão aos olhos dos homens, ao menos aos olhos de Deus elas são preciosas Para muitos, virtudes são caretices, invenção de beatos. Não combina com a voracidade dos tempos atuais. Para outros, é uma prática concernente à vida religiosa, da qual pouquíssimos comungam coerentemente. Que cada qual cuide de seu queijo, senão o outro leva!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Lembra aqui velha anedota escolar, quando um padre, um jovem político e um caboclo viajavam juntos pelo sertão. Numa casa seus moradores deram-lhes um pequeno pedaço de queijo, o pouco que podiam oferecer aos inesperados viajantes. Sem saber como dividir a pequena refeição, combinaram entre si de que o queijo seria daquele que, naquela noite, tivesse o sonho mais bonito. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Na manhã seguinte cada qual contou seu sonho. O padre, como lhe convinha pelos conhecimentos do ofício, disse ter sonhado que subia aos céus pela escada de Jacó e enquanto o fazia, contemplava um mundo cheio de ganância e miséria, que deixava para trás sem nenhuma tristeza. O jovem político, mais ardiloso, disse que, no sonho, já estava no céu, à espera do padre. E o caboclo?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;- Bem, eu sonhei que via o padre subindo a escada, enquanto o doutorzinho aqui já o esperava no céu. Gritava aos dois que voltassem, pois esqueceram o queijo. Como não me responderam e como já gozavam das alegrias do céu, comi o queijo...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não importa o sonho. A realidade é que, enquanto muitos tecem planos para se apossarem das prendas que pensam merecer; enquanto a lábia de alguns produz teorias e planos para surrupiar egoisticamente o que um gesto de partilha, mesmo do pouco, contentaria a todos, Deus dá aos pobres a inteligência necessária para receberem o quinhão que os mantêm vivos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A verdade é que todos constroem suas interpretações de virtudes, desde que delas possam se aproveitar, receber algum benefício. Infelizmente, tanto no campo religioso, quanto no campo político, as interpretações se moldam mais aos interesses pessoais. Enquanto sonham com um paraíso pessoal, pobres se contentam com as migalhas de uma cruel realidade. Não fosse essa paciente e obstinada virtude da simplicidade e da sabedoria popular, o que seria daqueles que pensam conduzir o destino do povo? Que sonham gozar das alegrias celestes ainda em vida? Que caminham com o povo com o olhar gordo sobre o pouco que lhes sobra? Que ambicionam até o último naco de um queijo mal partilhado?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nenhuma virtude terá valor, nenhum dogma religioso, nenhum ideal político, se não houver por primeiro a prática da caridade, rainha das virtudes. Por primeiro, o pequeno, o pobre. Depois, sim, poderemos sonhar com nosso paraíso pessoal. “Aspirai aos dons superiores. E agora, ainda vou indicar-vos o caminho mais excelente de todos” (1Cor 12,21). A caridade não se restringe a um simples pedaço de queijo. Com uma renúncia, mesmo que circunstancial, ela será autêntica. Pois cinco pães e um peixe alimentaram uma multidão no deserto. Não sonhe com o céu nas alturas, quando por primeiro devemos sonhar com o céu entre nós. Pois que a escada de Jacó é o caminho mais curto entre o Céu e a Terra..., desde que saibamos partilhar com justiça aquelas sacas de trigo distribuídas entre irmãos. Sem trapaças, sem orgulho, sem privilégios...&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Então está dito: nem religião, nem política, nem astúcia pessoal. O que nos levará ao céu, ao confronto de nossas misérias com a abundância da casa paterna, é a prática das virtudes que a fé nos exige. Faça delas a fonte de energias das quais necessita, para não reclamar um dia que alguém lhe roubou seu queijo...&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-2964133562255374231?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/2964133562255374231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=2964133562255374231&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2964133562255374231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2964133562255374231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/05/o-queijo-e-as-virtudes.html' title='O QUEIJO E AS VIRTUDES'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7510395062914741093</id><published>2011-05-01T21:30:00.002-03:00</published><updated>2011-05-01T21:30:20.011-03:00</updated><title type='text'>SANTO SÚBITO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;SANTO SÚBITO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O mais rápido processo de beatificação da história da Igreja foi o de João Paulo II. Falecido a 02 de abril de 2005, foi proclamado beato seis anos depois, num significativo 1º. de maio, dia do Trabalhador. Em 27 anos de pontificado – o terceiro maior da Igreja, (34 anos de Pedro e 31 de Pio IX) – foi o Papa dos recordes e do pioneirismo, o que mais viajou (129 países), o que fez maior número de santos (482), de beatos (1340), o que mais dialogou com as grandes religiões monoteístas, o primeiro a visitar o Muro das Lamentações, a pregar numa sinagoga e a visitar a Grécia depois do cisma de 1054, além de ser um poliglota com pleno domínio de 14 idiomas. Foi um incansável trabalhador da messe.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas sua beatificação não ocorre pelos itens de um pontificado extraordinário. Ao contrário, emerge do grito do povo reunido na Praça de São Pedro, quando da cerimônia de suas exéquias. “Santo, santo, santo já”, proclamava aquela multidão ansiosa por verem reconhecidas as virtudes daquele que, sem dúvidas, fora o maior e mais influente dos líderes dos últimos tempos, em especial do século passado. Seu lema era um desafio à humanidade: “Não temais, mas abri as portas ao Redentor”. Seu baluarte era um sonho de Paz, pois dizia que “a guerra é sempre uma derrota da humanidade”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pastor sem fronteiras, também foi vítima. Atribuem-lhe influências pela queda do comunismo a partir da Polônia, pela derrubada do muro de Berlim, bem como pela manutenção de muitas das rígidas regras da Igreja, em especial as que dizem respeito à família ou à estrutura hierárquica da própria Igreja (manutenção do celibato, por exemplo). Muitas vezes incompreendido e por isso perseguido, sofreu na carne um atentado. Era o dia 13 de maio de 1981. O tiro certeiro do turco Ali Agca deixou sequelas, como também sinais de uma fé inabalável. Foi pessoalmente à cela do seu malfeitor para perdoá-lo. Um ano depois, estava em Portugal, no santuário de Fátima, para “agradecer à Virgem por salvar sua vida”. Lá deixou sobre o altar a bala que o feriu e esta foi incrustada na coroa da Virgem, onde se encaixou como peça que faltava, servindo até hoje como ornamento à miraculosa imagem. Dizem alguns exegetas ser este fato a confirmação do terceiro segredo de Fátima. Verdade ou não, o fato maior é que João Paulo tinha especial afeto a essa devoção, sendo ele próprio um dos incentivadores da beatificação e posterior santificação dos pastorinhos de Leiria. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;De todas as virtudes desse santo homem, salta-nos sempre sua obstinação diante das cruzes que carregou, não como imposição que lhe era devida, mas com amor e resignação filiais aos padecimentos do Cristo pela humanidade. “Coragem, não tenham medo”, repetia sempre, em qualquer lugar, em qualquer circunstância, como Cristo a exortar a própria platéia na sua via-crúcis. Seu martírio lento diante de uma saúde extremamente debilitada, do mal de Parkinson, dos problemas pulmonares, de longe lembrava o “atleta de Cristo” do início de seu pontificado, mas lembrava-nos sempre o calvário do próprio Cristo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Hoje beato. Amanhã (mas um amanhã bem próximo) veremos a elevação de seu nome ao plantel dos santos e santas da fé católica. Não sem antes revermos, mais uma vez, uma de suas mais perfeitas e objetivas frases sobre o assunto, um apelo a todos nós. Ei-la: “A vocação do cristão é a santidade, em todo momento de sua vida. Na primavera da juventude, na plenitude do verão da idade madura, e depois também no outono e no inverno da velhice, e por último, na hora da morte”. Portanto, seja você também um santo, santo já!&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7510395062914741093?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7510395062914741093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7510395062914741093&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7510395062914741093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7510395062914741093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/05/santo-subito.html' title='SANTO SÚBITO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7135873621864369477</id><published>2011-05-01T21:26:00.001-03:00</published><updated>2011-05-01T21:26:50.678-03:00</updated><title type='text'>A ARCA DO FIM DO MUNDO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A ARCA DO FIM DO MUNDO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Da Noruega vem o bacalhau. E seu cheiro também. Agradável para alguns, horrível para outros. Da Noruega vem a notícia: está pronta a arca do fim do mundo! Cheirando a bacalhau (o sabor da santa semana), o “homem” agora pode morrer sossegado: suas sementes serão preservadas...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A insaciável genialidade humana acaba de construir um gigantesco cofre no círculo Ártico, para guardar milhões de amostras de sementes. Um projeto de preservação vegetal, “último refúgio das lavouras do mundo”, segundo seu diretor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E o refúgio do lavrador? Onde será? De nada adiantarão sementes preservadas de uma possível hecatombe mundial, se, após esta, não mais existirem lavradores para cultivá-las. Mais lógico e prudente seria preservar aquele que semeia, que trabalha a terra e seleciona a semente, ou seja, o próprio homem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Uma das parábolas mais diretamente relacionadas à salvação do mundo também nos fala de sementes. Dizia Jesus que o Reino dos céus se compara à menor delas, ao pequenino grão de mostarda, que quase não distinguimos a olho nu. Pois bem: “é esta a menor de todas as sementes, mas quando cresce, torna-se um arbusto maior que todas as hortaliças, de sorte que os pássaros vêm aninhar-se em seus ramos” (Mt 13,32).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essa excessiva preocupação humana em preservar o que lhe serve como elemento de subsistência, tem seu lado positivo, não se pode negar. Nele está embutido o desejo de eternizar-se, o que também não é de todo mal. Só que nossa eternidade, como indivíduos, será possível somente no aspecto espiritual. Isso muitos ignoram ou fazem vistas grossas, negando ou rejeitando a eternidade oferecida pela generosidade Daquele que tudo criou, até as sementes. Ser eterno soa-lhes como castigo...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eis o que escreveu o poeta, aquele da cidade das pedras, mas de um coração de carne, sensível a tudo: “Eterno, mas até quando? É esse marulho em nós de um mar profundo. Naufragamos sem praia; e na solidão dos botos afundamos” (Drumond).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então que se eternize ao menos nossa espécie, conclui os donos da nossa Ciência e Tecnologia. Que se dane o indivíduo! – parecem dizer-nos. Essa triste conclusão se pode tirar das tentativas quase desesperadas que hoje a humanidade faz para salvar sua espécie, seus animais, suas plantas, seu planeta ao menos. “De que adianta salvar a vida, se viermos a perder a alma”? Quem arrisca responder?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O fato é que há muito já se construiu uma arca redentora. E poucos usufruem de sua segurança. Finitos somos biologicamente, mas infinita é a vida humana sob os critérios da fé, cuja guardiã é uma nau indestrutível, inviolável, sobre a qual “nem as portas do Inferno prevalecerão”. Você conhece essa arca? A Igreja que somos, a inquebrantável nau que navega sobre águas tempestuosas, mares desconhecidos e traiçoeiros, ventos turbulentos a lhe solapar diuturnamente, a vilipendiar sua estrutura; ela, somente ela um dia aportará em porto seguro, abrir-nos-á suas portas para a Eternidade, o coração de Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essa mesquinha aspiração humana de salvar-se por méritos próprios, sem a compreensão e aceitação dos mistérios que turvam sua realidade física, é esforço vão. “Quem poderá dizer ao homem o que acontecerá depois dele debaixo do sol”? (Ecle 6,12). Quem poderá subsistir sem a opção pela verdadeira vida, a única que nos acena com promessas de eternidade? Por que por a salvo insignificantes sementes biológicas, quando a salvação do mundo está no segredo de preservarmos nossa semente de vida plena, nosso espírito?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Retomemos o poeta: “Eternos! Eternos, miseravelmente. O relógio no pulso é nosso confidente”.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7135873621864369477?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7135873621864369477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7135873621864369477&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7135873621864369477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7135873621864369477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/05/arca-do-fim-do-mundo.html' title='A ARCA DO FIM DO MUNDO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-8013849728367570964</id><published>2011-04-24T21:28:00.000-03:00</published><updated>2011-04-24T21:28:18.338-03:00</updated><title type='text'>O LUXO DO LIXO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O LUXO DO LIXO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Em muitas feiras agropecuárias, comuns no interior, é possível encontrar um stand com o curioso título acima. Nele são exibidas curiosidades coletadas como lixos em nossas cidades. Há preciosidades como livros raríssimos, fotos familiares, vestidos de noivas quase intactos, anéis, jóias, dentaduras, perucas, cristais, relógios com cuco, de bolso, de pulso, de parede, et cetera e tal. Dentre os livros, o mais predominante são exemplares quase intactos da Bíblia Sagrada, seguido pelos dicionários da língua pátria. Real e sintomático esse detalhe. Você mesmo pode conferir em qualquer usina de reciclagem ou empresa de coletas do lixo urbano.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Dentre eles - o luxo do nosso lixo - nunca soube de um recém-nascido. De fetos abortados sim, e muitos, que a razão e a ética não expõe publicamente, nem sequer os cataloga, para evitar problemas com a polícia ou coisa assim. Mas que são muitos, isto são. Porém, é sabido que se quisermos conhecer uma família em sua essência, sem invadir sua privacidade, basta analisarmos o lixo que produz. Ele diz mais que qualquer histórico formal. Ele é capaz de fornecer um raio x completo não só da realidade financeira de qualquer família, como até dos padrões morais e éticos dos que ali convivem. Incrível, mas o lixo que produzimos reflete o que somos!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O que dizer, então, de uma sociedade onde uma mãe com aparentes sintomas de depressão pós parto, sentindo-se o lixo dos lixos, é capaz de caminhar serena e decididamente até uma caçamba de entulhos urbanos e nela depositar sua filha recém-nascida? Uma sociedade saturada pela violência, pelas afrontas aos direitos patrimoniais, pela falta de confiança entre seus pares, que vê suas ruas e praças infestadas de câmaras de vigilância, que nos roubam a liberdade de ir e vir sem sermos vigiados, mas que flagram a cena da pobre mãe que condenamos de imediato? Em contrapartida – e dando continuidade ao triste roteiro da realidade não exibida nas feiras, mas no cotidiano suburbano e sob o breu das noites dos andarilhos de nossas ruas – um segundo desafortunado busca no lixo o que comer, o que possa proporcionar um pouco de esperança para sua vida também solitária e talvez deprimida e, ó susto!, ali encontra a pobre criança, o estranho entulho dessa sociedade... Por fim, fechando o drama, inseguro diante de sua própria insegurança social, o pobre andarilho não é capaz de agir por si, mas busca a ajuda de alguém de maior conceito social, um professor e depois a autoridade policial.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E a mãe, pobre mãe, da mesma forma como entrou, sai de cena, tranqüila, aliviada de um peso a mais, uma filha pra criar Deus sabe lá com que condições! Posteriormente, acaba presa e definitivamente estigmatizada pelo delito.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A Bíblia tem histórias assemelhadas. José, o menino oculto em um poço e depois vendido pelos irmãos, tornou-se rei e salvou seu povo da miséria e da fome. Moisés, o menino salvo das águas, foi de certa forma um enjeitado pela classe dominante de sua época. Para ganhar o direito à vida, sua mãe pos sua vida sob risco. Tornou-se o libertador de seu povo. Jesus, a criança que a caça infanticida de Herodes não conseguiu alcançar, - mas que forçou José e Maria a buscarem o exílio em terras distantes da própria origem – também experimentou em sua infância a dor da rejeição e do infortúnio longe dos seus. Tornou-se o Messias, o Salvador do Mundo. Mesmo com esse histórico de provações e injustiças durante suas infâncias, nenhum deles foi atirado ao lixo. Porque a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular. Mas, diz a palavra: “De teus escombros não se poderá tirar pedra de ângulo, nem pedra de alicerce, porque te hás de transformar em eterna ruína” (Jer 51,26). Do lixo social em que nos metemos se erguem as muralhas de uma nova Babilônia e desta não restará pedra sobre pedra. Nada do seu luxo aparente terá valor, se a injustiça continuar maior que a solidariedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-8013849728367570964?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/8013849728367570964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=8013849728367570964&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/8013849728367570964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/8013849728367570964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/04/o-luxo-do-lixo.html' title='O LUXO DO LIXO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7779765244265654246</id><published>2011-04-17T21:53:00.000-03:00</published><updated>2011-04-17T21:53:36.424-03:00</updated><title type='text'>COLO DE MÃE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;COLO DE MÃE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Das cenas marcantes do Gólgota, sem sombras de dúvidas, escolho aquela imaginada e registrada por Michelangelo como a mais inquietante. Também, pudera, um filho morto entregue aos braços da mãe! Esculpida no mais caro e melhor mármore do mundo, a pedra de Carrara, a imagem da virgem Maria com Jesus morto nos braços é considerada uma das mais perfeitas e encantadoras obras cinzeladas por mãos humanas. Recebeu o nome italiano de Pietà ou Piedade para nossa linguagem lusitana. Cristo crucificado é o auge dessa história de um amor tresloucado – o amor do Criador para com sua criatura – mas não há como ser insensível diante da comovente cena do filho morto no colo da mãe.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aliás, todas as etapas da via-crúcis cristã são por demais contundentes com o indiferentismo daqueles que figuraram (e ainda figuram) no misterioso quadro da Paixão e Morte de um Deus. Só ganham o perfume da consolação e possível aceitação quando a figura de Maria entra na cena. Mesmo ao longe – como quando se desesperou ao saber que Pilatos lavara as mãos e entregara à morte seu único filho – seu olhar materno certamente buscou o olhar aflito do filho e o inundou com o lenitivo de seu amor incondicional.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Depois, na quarta estação de dor e decepção, Maria se encontra com seu filho e passa a caminhar com ele, perfazendo um caminho pedregoso, humilhante, de quedas constantes, degradantes, mas que a mágica e silenciosa presença materna – só ela! – é capaz de dar forças além das próprias forças; que só um coração de mãe é capaz – ou pensa ser capaz; ou até desconhece que é capaz – de proporcionar. Quem desconhece a poderosa força de fé e coragem que flui de um coração materno? Pois Maria não precisou dizer nada, nem chorar, nem se lamentar... Bastou olhar nos olhos, no fundo dos olhos de seu precioso rebento e neles colocar um pouco de sua dor, mas muito de seu amor... Bastou isso, somente isso!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então Jesus prossegue na dura caminhada para a morte. Mais dois tombos, a solidariedade quase obrigada, impingida, de um Cirineu pouco lhe atenuou o sofrimento, mas fez questão de parar diante das mulheres – dentre elas certamente sua mãe – olhar-lhes nos olhos e as consolar com um enigmático conselho: “Filhas de Jerusalém, não choreis sobre mim, mas chorai sobre vós mesmas e sobre vossos filhos” (Lc 23,28). Logo estaria crucificado. Depois morto e entregue aos braços da mãe. Piedade, piedade! Só então é que a ternura de um olhar materno nos dá a dimensão exata do maior crime da humanidade... Só ali, inerte, derrotado em sua frágil condição humana, é que a figura materna se agiganta diante de nossos olhos, apenas para nos dizer de sua importância, sua sagrada e sublime missão de abrigar em seus braços as filhas e filhos aparentemente destroçados e mortos insepultos pelas mazelas de um mundo sem fé, sem esperança. Descem o filho da cruz para o colo da Mãe! O regaço mais acolhedor, o único e definitivo embalo do verdadeiro ninar, consolar, retornar para a vida, a verdadeira vida, só um colo materno pode oferecer! Atentem mães, observem Maria e sua dor: mesmo esvaída em lágrimas, logo mais teria seu filho de volta, ressuscitado!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Filhas do mundo de hoje, não chorem a dor de um passado. Aquela dor, Cristo já curou. Chorem, sim, pela dor do presente que torna insensível muitos corações maternos e indiferentes muitos dos filhos e filhas resgatados no Amor de Deus ao custo de dores e sofrimentos sem limites. Chorem por vocês, pelos seus filhos sem o colo da Mãe...&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7779765244265654246?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7779765244265654246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7779765244265654246&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7779765244265654246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7779765244265654246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/04/colo-de-mae.html' title='COLO DE MÃE'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-3315687113625064367</id><published>2011-04-10T20:07:00.000-03:00</published><updated>2011-04-10T20:07:32.007-03:00</updated><title type='text'>QUE JESUS NOS DESPERTE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;QUE JESUS NOS DESPERTE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O crime do Realengo é um desses episódios que faz arcar a espinha dorsal de qualquer orgulho patriótico. Não tem como ser indiferente a ele e aos seus desdobramentos. Muito já se disse e muito ainda se dirá sobre suas motivações, responsabilidades e conseqüências. Doze inocentes vítimas fatais e um não menos inocente, pois que sua ação só é compreensível se o considerarmos vítima de uma insanidade sem tipificação específica. Talvez nem mesmo os maiores especialistas da área consigam um diagnóstico convincente. De nada adianta isso agora, senão para evitarmos outras tragédias.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não é preciso nenhum doutorado para se perceber um fato: atos extremos de violência são gritos de protestos de alguém não amado, carente, deslocado do meio. Alguém que, como o atirador Wellington Menezes, 23, há muito vivia isolado de tudo e de todos, num mundinho próprio e com uma religiosidade distorcida, confusa entre o certo e o errado, o puro e o impuro, o justo e o injusto. “Nada que seja impuro poderá tocar meu sangue”, instruía em sua carta de despedida. E ainda recomendava para retirarem suas vestes, banharem seu corpo e o envolverem num lençol branco. “Quero ser sepultado ao lado da sepultura onde minha mãe dorme”!&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ah, infinito aconchego do colo materno! Quem não o deseja?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas, no auge de sua reveladora carta de despedida, o pobre demente expõe sua fé: “Preciso da visita de um fiel seguidor de Deus em minha sepultura pelo menos uma vez, preciso que ele ore diante de minha sepultura pedindo o perdão de Deus pelo que eu fiz, rogando para que na sua vinda Jesus me desperte do sono da morte para a vida eterna”. Triste lampejo de fé... Uma fé abstrata, superficial, que “ouviu falar” de um amor maior, mas nunca o encontrou na clausura de suas carências afetivas ou sequer pode vivenciá-la na redoma que construiu para seus dilemas pessoais. Que Jesus nos desperte desse perigoso individualismo em que nos metemos, indiferentes aos dramas que se desenrolam ao nosso lado. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;De forma alguma apresento justificativas para tamanha monstruosidade. Busco tão somente uma razão. Disse um colega de classe do atirador: “Nós temos certeza de que, quando ele subia aquelas escadas viajava no tempo, até dez anos atrás, quando estudávamos juntos” (FSP). Vingança pelas humilhações passadas? Bullying é o americanismo &lt;personname productid="em voga. J￡" w:st="on"&gt;em voga. Já&lt;/personname&gt; muitos de seus vizinhos citaram seu procedimento estranho, sem amigos, introspectivo e usuário inveterado da internet. Citaram mudanças de religião. Mas ninguém citou uso de drogas. Volto ao diagnóstico inicial: comportamento típico das pessoas mal amadas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sim, porque mesmo que se confirmasse uma doença mental, sentir-se amado sem maiores pretensões seria um lenitivo eficaz. Porque a raiz de todos os males é a falta de amor.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Como reagir e evitar novas tragédias? São Paulo nos dá uma resposta bem próxima ao lampejo da fé demonstrado pelo atirador em questão. “Mas tu, ó homem de Deus, foge desses vícios e procura com todo empenho a piedade, a fé. Conquista a vida eterna, para a qual foste chamado e fizeste aquele nobre profissão de fé perante muitas testemunhas. Em presença de Deus que dá vida a todas as coisas e de Cristo Jesus, que ante Pôncio Pilatos abertamente testemunhou a verdade, recomendo-te que guardes o mandamento sem mácula, irrepreensível, até a Aparição de nosso Senhor Jesus Cristo, a qual a seu tempo será realizada”... (II Tim 6, 11-15). Só Jesus é capaz de nos despertar de uma vida sem esperanças maiores, sem sentido.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-3315687113625064367?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/3315687113625064367/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=3315687113625064367&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3315687113625064367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3315687113625064367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/04/que-jesus-nos-desperte.html' title='QUE JESUS NOS DESPERTE'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-2898007797373119764</id><published>2011-04-03T20:45:00.000-03:00</published><updated>2011-04-03T20:45:11.706-03:00</updated><title type='text'>INTOLERÂNCIA ZERO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;INTOLERÂNCIA ZERO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tanto o pobre pastor americano que queimou um exemplar do livro sagrado dos muçulmanos, o Alcorão, quanto os seguidores afegãos de Alá que retaliam a ofensa matando ocidentais e queimando bandeiras ou atacando embaixadas, agiram e agem como cegos, tristes cegos. A intolerância não condiz com a vontade de Deus, nunca. Assim, com gestos de intolerância aqui, protestos ali e revolta acolá, o mundo caminha para um precipício sem igual. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Lembro-me, com tristeza, da intolerância que um dia maculou o seio da comunidade cristã, pois que aos católicos era proibido o uso de Bíblias evangélicas e aos evangélicos, vice-versa. Ainda perduram por aí resquícios dessa intolerância religiosa, que nada constrói e só contribui para nos afastar mais e mais uns dos outros, nunca proporcionando o diálogo sereno e exemplar que a fé cristã nos sugere.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sabemos por experiência com a vontade de Deus que tais atitudes estão ausentes de qualquer livro sagrado, pois que em todos eles o Pai se nos revela como ágape, amor pleno, total, independentemente da facção religiosa à qual nos inserimos, seja ela cristã, muçulmana, judaica ou mesmo das correntes do livre pensamento. Isso não muda, não pode mudar o caráter amoroso do Pai Criador. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O importante é que as três grandes religiões monoteístas nos ensinam o respeito e a crença num único Deus, ao qual devemos obediência e respeito aos seus ensinamentos, sejam estes revelados por Jesus, Maomé ou Moisés. Os cinco pilares do Islã não diferem em nada dos pilares da fé cristã ou judaica. Exigem a profissão de fé, a oração, o jejum, a solidariedade e a peregrinação ou ao menos o olhar constante aos pontos de referências sagrados de cada religião. Curiosamente, as três religiões têm em comum uma mesma cidade santa, Jerusalém. Lá Maomé subiu ao céu para se encontrar com Moisés e Jesus. Lá Jesus ressuscitou dos mortos. Lá Abraão ergueu seu grande altar para sacrificar seu filho único, Isaac. Ou seja, a Cidade Santa, palco das grandes revelações divinas - em especial para os cristãos cenário do Calvário (morte) e Ressurreição (vida plena) de Jesus - não pode continuar como ponto de divergências que afetam ainda hoje a Paz entre os homens, mas deveria ser (e há de ser) o ponto de confluência de todas as questões que dificultam a harmonia entre os povos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não por acaso, o tema central do Alcorão é o duplo movimento do homem em direção a Deus e Deus em direção ao homem. “Na verdade, somos de Deus e a Ele retornamos” (II,156). O tema central desse importante livro sagrado é exatamente a prática da bondade, generosidade e justiça no relacionamento social. Em nada difere das propostas bíblicas ou do tora judaico. Também registra passagens do Antigo Testamento judaico-cristão e prega a vida após a morte, o Juízo Final e a ressurreição. Como vemos, temos muito em comum.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Notícias, como as que hoje nos dão conta das retaliações religiosas no mundo, ferem, com certeza, o coração do Pai que temos &lt;personname productid="em comum. N￣o" w:st="on"&gt;em comum. Não&lt;/personname&gt; podemos entender e aceitar tais divisões, donde emanam atitudes mal-cheirosas que nunca partiram ou partiriam de Deus: vingança, ódio, fanatismo. Isso é próprio do humano sem Deus. Isso só denigre a ação missionária de qualquer religião. Afasta e dificulta o ser humano de entender nossa fé, nosso mínimo esforço de dizer ao mundo que Deus nos ama e deseja a salvação de todos, independentemente de qualquer credo ou profissão religiosa. Shallon, meu irmão judeu! Alá nos guarde! Deus seja louvado! Deus salve a América...&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-2898007797373119764?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/2898007797373119764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=2898007797373119764&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2898007797373119764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2898007797373119764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/04/intolerancia-zero.html' title='INTOLERÂNCIA ZERO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-892976649866563754</id><published>2011-03-27T20:45:00.000-03:00</published><updated>2011-03-27T20:45:13.720-03:00</updated><title type='text'>BICO DO PAPAGAIO OU DO URUBU?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;BICO DO PAPAGAIO OU DO URUBU?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A Verdade tem que ser dita. A novela Araguaia resgata oportunamente parte da triste história desse país. Levada ao ar pela Rede Globo, é uma das raras produções da teledramaturgia brasileira que traz um mínimo de sobriedade, faz justiça e serve até como entretenimento cultural. Pena, pena mesmo que o seu público e audiência maior se percam em função do horário não tão nobre como merecia ser. Nem tudo é perfeito. Ainda mais quando o tema proposto é conflitante e oferece senso crítico a seus telespectadores. Pudera, não é o feitio da casa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas convenhamos, já é um grande passo. Além disso, há que se respeitar os interesses de seus patrocinadores, não é mesmo? Então, discutir uma temática que denuncia&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;a negritude&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;de uma página já virada em nossa história, cujos efeitos ainda perduram e maculam a memória de muitos “desaparecidos”, não é lá um assunto que se deva discutir em horário nobre. Para este espaço, o melhor é mesmo a frivolidade das relações incestuosas, amorais, etc. e tal. Pelo menos é essa a conhecida e assumida política da emissora global.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mesmo assim, teimo em afirmar a qualidade do enredo &lt;personname productid="em pauta. O Bico" w:st="on"&gt;&lt;personname productid="em pauta. O" w:st="on"&gt;em pauta. O&lt;/personname&gt; Bico&lt;/personname&gt; do Papagaio (região da confluência entre os rios Araguaia e Tocantins) continua sendo palco de muitos conflitos sociais e ainda mantêm uma relação equidistante entre Estado e Igreja, classes dominantes e populares, poder da bala e poder da memória libertadora. Muitos tombaram naquelas pragas. Muitos ainda tombarão. O reencontro com o passado recente e o grito silencioso do presente ainda ecoa por lá. Faz jus aos nomes de Pe. Josimo Morais Tavares, de irmã Dorothy Stang e de centenas de brasileiros anônimos que por lá derramaram seu sangue (especialmente os perseguidos pela ditadura militar). Muitos são os nomes dos “desaparecidos da guerrilha”, cujos corpos o sistema político ainda teima em manter na clandestinidade, sem assumir as evidências dos fatos. Afinal, é mais barato custear um mistério do que admitir uma barbárie.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Acontece que o rio das Araras Vermelhas (Araguaia) continua seu curso, levando consigo não só as águas mais piscosas do mundo, mas o suor, o sangue, o sonho de seus ribeirinhos. Seus vales, suas terras férteis, a vastidão de suas riquezas naturais alimentam o sonho dos desvalidos que por lá aportam e fincam suas raízes. Mas antes chegou a posse fantasmagórica dos poderosos, com suas escrituras seladas e carimbadas pelo poder do dinheiro. Não do suor. Não do trabalho e do direito aos que da terra tiram sustento. Daí o conflito. Daí o reencontro sempre litigioso entre poderosos e invasores, entre grandes multinacionais da “engorda do rebanho” e aqueles que tão somente querem alimentar o “pequenino rebanho” de suas famílias.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pe. Josimo, o mártir da região – nasceu em Marabá (1953) e foi assassinado em Imperetriz (1986) – ao longo de sua vida assumiu conscientemente a defesa de seu povo. Escreveu um dia: “Se me calar, quem os defenderá? Quem lutará em seu favor? A minha vida nada vale em vista da morte de tantos lavradores assassinados, violentados despejados de suas terras, deixando mulheres e filhos abandonados, sem carinho, sem pão, sem lar”. Já irmã Dorothy, assassinada em 2005 na mesma região, deixou-nos uma afirmativa que só se ouve dos verdadeiros profetas: “Não vou fugir e nem abandonar a luta desses agricultores que estão desprotegidos no meio da floresta. Eles tem o sagrado direito a uma vida melhor numa terra onde possam viver e produzir com dignidade sem devastar”. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Araguaia, por tudo isso, pelo seu passado e presente, continua símbolo de uma história real, atual, bem brasileira. Nenhum urubu dos bastidores – os carniceiros do povo – poderá apagá-la e desvirtuá-la, pois a Verdade tem que ser dita.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-892976649866563754?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/892976649866563754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=892976649866563754&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/892976649866563754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/892976649866563754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/03/bico-do-papagaio-ou-do-urubu.html' title='BICO DO PAPAGAIO OU DO URUBU?'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-5977375798105853721</id><published>2011-03-20T18:59:00.000-03:00</published><updated>2011-03-20T18:59:43.976-03:00</updated><title type='text'>ORAÇÃO DO TEMPO PRESENTE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;ORAÇÃO DO TEMPO PRESENTE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Pai amoroso e criador sem limites: &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Disseram-me que nem tudo que fizestes foi tão perfeito assim. Que houve falhas. Que a crosta terrestre deixa a desejar com suas absurdas divisões geológicas – placas tectônicas, dizem os esnobes -, que põem em risco a vida dos que habitam sobre elas. Que o Paraíso terrestre, sempre belo, exuberante, fascinantemente encantador, às vezes se torna tétrico, ameaçador, incontrolavelmente destrutivo e sádico com a vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Disseram-me que a Perfeição de tua obra deixa muito a desejar, pois que existem doenças, fome, desavenças, desigualdade social, moral, intelectual e tudo mais que faz da raça humana um povo em busca constante da própria felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Disseram-me que, se tudo estivesse pronto, acabado, perfeito, nós não necessitaríamos de pesquisas científicas, de perigosas manipulações atômicas, genéticas e até psicológicas ou espirituais. Que bombas e usinas nucleares inexistiriam, pois que outras fontes energéticas, sobrenaturais, supririam toda e qualquer necessidade do consumismo humano. Por outro lado, armas de defesa nunca teriam sentido se cá neste mundo seus moradores entendessem, de uma vez por todas, o significado do verbo amar. Do próprio amor. Do Amor que tu és.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Disseram-me que as ridículas divisões territoriais – dos países e povos que se digladiam apenas para marcar seus lugares ao Sol – são provas incontestes de que nos destes um mundo imperfeito, com suas fronteiras a provocar vergonhosa disputa pela própria soberania, a construir guerras e promover mortandade entre semelhantes.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Onde, oh Pai, está a Perfeição de tua obra?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Parece-me que o caos domina. Mas nesta hora é que um espelho me desnuda e revela a imagem do “eu” que sou. Deus e eu. O eu no centro da tua divindade. Depois do &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;d&lt;/b&gt;ivino e antes do &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;s&lt;/b&gt;er semelhante a ti. O eu que se esquece de olhar para o próprio umbigo, para a imagem intrínseca com Aquele que o criou e o elevou à categoria de protagonista da vida, da Terra, do Universo onde o colocastes.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A perfeição em pessoa! Sim, a perfeição, a obra completa, acabada, definitivamente pronta para todo e qualquer embate, merecedora das vitórias, do progresso, das mais saborosas conquistas, do prazeroso jogo da vida, da alegre busca de si mesmo, de sua Origem, somos nós, seus filhos, sua criatura tal e qual.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então, Deus e Pai, permitas-me repetir o poeta e seu dilema: “Onde estás que não respondes? Em que estrela tu te escondes?” Ou o Papa, lembrando o holocausto judeu: “Por que tu te calastes?” Ou o povo indignado: “Por que Senhor, por quê?”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas, no fundo desse grito de dor e angústia, tu te revelas em tua misericórdia, em tua solidariedade. Tu nos apresentas teu Filho – último e mais precioso dos bens que nos destes – e o apresenta preso à cruz, dilacerado, vilipendiado, apenas para confirmar o que já vinha concluindo: eis o homem! “Ecce homo?” A perfeição da carne, da matéria, da vida transitória não é tudo, sem a Perfeição da alma, do Espírito que soprastes sobre nós... Antes, “o Espírito de Deus pairava sobre as águas”. Agora, tu, do alto das nuvens que pairam sobre o mundo, me dizes mais uma vez: “Este é o meu Filho amado, no qual pus todo o meu agrado. Escutai-o!”. Tu nos apresentas a Perfeição &lt;personname productid="em pessoa. E" w:st="on"&gt;em pessoa. E&lt;/personname&gt; nos convida à ação, à transfiguração de tudo, de todos: “Levantai-vos e não tenhais medo”. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Isso só tu nos dizes. O mundo não é perfeito, porque necessita do toque humano, da criatividade que nos é inerente, da responsabilidade... Mas o homem, a matéria física e orgânica com que nos vestes, esta sim, é perfeita, capaz de tudo quando fiel ao teu amor sem limites. Ensina-nos, Pai, a dizer “amém” aos teus projetos de perfeição.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-5977375798105853721?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/5977375798105853721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=5977375798105853721&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5977375798105853721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5977375798105853721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/03/oracao-do-tempo-presente.html' title='ORAÇÃO DO TEMPO PRESENTE'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-3947578940625190443</id><published>2011-03-15T09:26:00.002-03:00</published><updated>2011-03-15T09:26:52.866-03:00</updated><title type='text'>QUARENTENA ESPIRITUAL</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;QUARENTENA ESPIRITUAL&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Quando os primeiros astronautas foram ao espaço, um procedimento era obrigatório ao retornarem à Terra: a quarentena. Sem conhecerem o que o mundo sideral poderia oferecer-lhes de ruim ou com que tipo de bactérias o contacto com o desconhecido poderia contaminá-los, ficavam isolados de tudo e de todos durante quarenta dias.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas a prática e o simbolismo numérico dessa prática remontam às mais remotas eras. Já a própria caminhada libertadora do Povo de Deus no deserto, durante quarenta anos, não deixa de ser uma referência à quarentena espiritual com sua ação purificadora diante da perspectiva de vida nova em terra de promissão. Ou seja: a plenitude espiritual só é possível após vencermos os desertos de nossas limitações e provações terrenas. Ninguém experimenta a plenitude de uma conquista sem lutar e fazer por merecê-la.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Também Cristo nos ensinou a respeito. E o fez de uma maneira bem pedagógica, antes mesmo de iniciar seu próprio ministério. Retirou-se para o deserto e durante quarenta dias abandonou-se à oração e ao jejum. Praticou um verdadeiro retiro, preparando-se espiritualmente para o embate que viria depois, numa clara referência à necessidade que temos de, como humanos, buscar forças na sabedoria divina. Cristo nos ensinou a assumir nossa responsabilidade missionária com o mundo de maneira submissa, porém nunca negligente com as revelações da fé. Estas só serão autênticas quando vazias dos dilemas e inseguranças próprias da nossa humanidade. Sem nossa purificação, nossa assepsia espiritual, dificilmente saborearemos em sua totalidade as alegrias de um mundo novo, uma vida nova, cujo significado está presente nos ensinamentos de Cristo. Portanto, viver o cristianismo é penetrar nas alegrias de sua doutrina.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por isso, de quando em quando, é salutar e primordial uma quarentena que nos purifique das mazelas do mundo. A quaresma nos dá essa oportunidade. Tempo de maior proximidade com Deus e conosco mesmo, ela nos confronta com o mundo numa perspectiva de vida nova, renovação espiritual. Por isso, a Igreja nos convida a uma atitude de conversão neste tempo litúrgico, sugerindo-nos maiores atenções aos exemplos do Mestre, à sua prática do jejum e abstinência, ao sereno enfrentamento das tentações mundanas, para nos dizer que não somos melhores do que Ele próprio. Mesmo isento do pecado e das fraquezas humanas, Jesus se deixou tentar e se mortificou tão somente para nos deixar esse exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Num passado não tão remoto, a Igreja se vestia de roxo total. As matracas substituíam o belo sibilar de seus sinos. Velas e incensos cobriam seus átrios. Até os meios de comunicação, em especial muitas emissoras de rádios, deixavam de lado as músicas profanas para irradiar apenas músicas sacras ou eruditas. Jejum era questão de honra durante quarenta dias. A mística do povo aflorava com maiores vibrações durante a Semana Santa, o auge desse tempo litúrgico. O que mudou? Nada. Talvez não sejamos mais tão ostensivos na prática de manifestações religiosas, mas o essencial ainda permanece: é preciso conversão. É preciso mudança de vida. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Ainda bem. Porque somente assim poderemos entender a sequência do ministério redentor. Passado o martírio, a crucificação que nos redimiu e resgatou nossa identidade de filhos de Deus, eis que surge Pentecostes, o tempo da semeadura e da colheita. E, mais um detalhe: o Espírito Santo de Deus nos é dado quarenta dias depois da Ressurreição, da vida nova &lt;personname productid="em Cristo. Ent￣o" w:st="on"&gt;em Cristo. Então&lt;/personname&gt; nossa quarentena purificadora se torna tempo de unidade, de revelação, de amor renovado, de tudo o mais...&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-3947578940625190443?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/3947578940625190443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=3947578940625190443&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3947578940625190443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3947578940625190443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/03/quarentena-espiritual.html' title='QUARENTENA ESPIRITUAL'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-1755690612501632967</id><published>2011-03-07T08:12:00.002-03:00</published><updated>2011-03-07T08:12:39.530-03:00</updated><title type='text'>DEUS NOS ACUDA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;DEUS NOS ACUDA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A Terra está doente. Nossos termômetros já registraram a febre convulsiva, seguida da morbidez gélida. Extremos dos extremos, quente e frio, a provocar ânsias à pobre paciente. Painel claro das visões apocalípticas. Enfim, chegou o fim? Antes que me definam como mais um profeta do fim dos tempos, ouçamos o arfar sorumbático, o pulsar de agonia, o ressonar de um ventre em reboliço, os estertores claros desse planeta a nos pedir piedade. É possível sentir o descompasso com a harmonia do universo. A Terra agoniza! Ouço já os clarins celestiais. Aquela trombeta, aqueles acordes...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Ouçam: não seria o “Silêncio”? Não.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;É um brado, um grito dos anjos: “Não danifiqueis a terra, nem o mar, nem as árvores, até que tenhamos assinalado os servos de nosso Deus em suas frontes” (Ap 7,3). Não destruamos, antes que o tempo se cumpra, esse paraíso que herdamos como morada provisória, acampamento transitório da vida que ainda aprimoramos. Enquanto não cumprirmos a tarefa de levar todos os homens à ciência de Deus, enquanto houver um único vivente sem que lhe tenha sido dado a oportunidade de conversão ou a graça do batismo na fé que nos move, a Terra continuará sendo chão de oportunidades, solo da esperança, base dos nossos sonhos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Não descartemos, antes da hora, o que é essencial para a compreensão dos mistérios que nos cercam. A matéria é o invólucro necessário para a percepção e descoberta do espírito. A Terra, mãe geradora de toda e qualquer fórmula de vida, é o veículo sagrado que nos conduz e nos gera para a vida plena, a perfeição que nos oferece Deus-Pai. Infelizmente, e por conta do individualismo dos interesses, da ganância pessoal e da torpe cegueira que nos impede de respeitar o bem comum, já é possível visualizar sinais de alerta quanto ao incerto futuro do nosso planeta. “O primeiro anjo tocou. Saraiva e fogo, misturados com sangue, foram lançados à terra, e queimou-se uma terça parte da terra, uma terça parte das árvores e toda erva verde” (Ap 8,7). O dia seguinte ainda é sinal de esperança; pior quando inexistir o amanhã!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eis o alerta global: “Pela primeira vez, cientistas afirmam que a temperatura da Terra bateu o recorde dos últimos cem anos!” Querem mais? Pois vejam as catástrofes que se sucedem, observem o murmurinho das centenas ou milhares de vítimas que a “fúria” da natureza contabiliza aqui e acolá, ouçam o rufar monótono dos furacões e tempestades cada dia mais corriqueiro... É, que Deus nos acuda! Que Deus, força criadora e geradora de tudo, até de nossa fé, possa lançar seu olhar de misericórdia sobre sua obra. Quem sabe ainda tenhamos uma nova chance, mais uma oportunidade de recomposição diante das maravilhas que nossos olhos ainda contemplam. Porque, crentes ou ateus, não importa, todos somos unânimes em reconhecer na natureza, na vida, no universo que nos cerca a mais bela das poesias, o mais inspirado dos acordes, a mais perfeita das declarações de amor à vida. Deus seja louvado! Porque sua obra canta os louvores que deixamos de cantar... Mas não seja por isso! Se deixarmos de lado a espiritualidade que nos é peculiar, as pedras, vejam bem, as pedras louvarão ao Senhor. Nossa esperança se prende ao bom senso coletivo, ao instinto de sobrevivência que ainda perdura entre os vivos... Oxalá, esse instinto esteja presente também na vida espiritual. Do contrário, não restará pedra sobre pedra, nem na igreja de Pedro!&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-1755690612501632967?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/1755690612501632967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=1755690612501632967&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1755690612501632967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1755690612501632967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/03/deus-nos-acuda.html' title='DEUS NOS ACUDA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-1539809347055289838</id><published>2011-02-28T08:00:00.000-03:00</published><updated>2011-02-28T08:00:36.982-03:00</updated><title type='text'>FERAS ACUADAS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;FERAS ACUADAS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;O poder embriaga. Tanto quanto cega e isola. É o que vemos acontecer no Oriente Médio, em países onde a ditadura de meia dúzia de senhores feudais preocupa o mundo. Tentam se manter no poder há décadas, mas são destronados pouco a pouco pelo povo, cansado de suas arbitrariedades. Aliada à questão política, uma onda de rejeição paralela se manifesta, a islamofobia, ou seja, o preconceito ocidental pelo crescimento da religião muçulmana, sempre associada a ações de violência, fanatismo e terrorismo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O islamismo ou maometismo é uma das três grandes religiões que pregam a fé num Deus único, criador e pai de todos (o monoteísmo). Como o cristianismo e o judaísmo (os israelitas), sua doutrina está centrada no respeito e temor a Deus, fonte de toda vida e mentor único do ideal da fraternidade humana. Então por que o mundo se alvoroça diante de um crescimento religioso, que deveria contribuir com a Paz mundial? A resposta não é simples, mas sua complexidade se resume única e exclusivamente no mais antigo ideal de qualquer humano: o sonho de poder. Está lá, na fábula do nosso gênesis: “Deus sabe que, em qualquer dia que comerdes dele (do fruto que lhe daria poderes), se abrirão os vossos olhos, e sereis como deuses, conhecendo o bem e o mal” (Gn 3,5). A tentação pelo poder foi a primeira grande derrocada humana.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Vinda da boca da serpente, a promessa de nos aproximarmos dos poderes divinos é sem dúvidas a maior das tentações humanas. Aliada à religiosidade de um povo que se submete a seus líderes como braço de um sistema dominante, o mal que ocasionam torna-se feitos de bravura, de heroísmo diante dum ideal comum. Assim o poder cega até aqueles que dão sustento a ele. Assim a humanidade vê o surgimento de povos, clãs tribais e grupelhos que tudo fazem pela manutenção do poder em suas mãos. O isolamento que se impõem é uma forma de não se contaminarem com ideias e ideais que não sejam os seus. O triste é usarem o nome de Deus para tanto.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;No caso não é o Islã a fera acuada da questão. Tanto lá como cá, a verdade que envolve questões de fé está obscurecida pela triste verdade das ambições humanas. As contradições de Gaddafi, - o líder líbio há 42 anos no poder - não se manifestam na fé que diz defender, mas nas armas das quais faz uso para se manter. Disse Youssef-Qaradhawi, presidente da União Internacional dos Sábios Muçulmanos: “A verdade é que eu não tenho nada a dizer a Gaddafi, porque nós devemos nos dirigir apenas às pessoas razoáveis. As pessoas não razoáveis não devem ser abordadas. Ora, ele não é razoável. Faz tempo que ele é louco” (In Clóvis Rossi, FSP).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então está dito. Com loucos não se brinca. Nem se dá ouvidos. A verdade é que o mundo árabe, temente a Deus, não pode ser colocado na vala comum daqueles que se julgam seus líderes apenas e porque alguns milhões de petrodólares lhes dão sustentabilidade. “Não se pode servir a Deus e ao dinheiro”, diz uma das mais objetivas máximas da fé cristã. Que isso nos sirva de alerta, pois que a embriagues do poder faz suas vítimas tanto lá quanto cá. Questão religiosa é pano de fundo para justificar muitas omissões e a falta de coerência dos que se dizem tementes a Deus. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E quando os poderosos desse mundo se sentem acuados, a besta-fera latente em seus corações mostra a que vieram. Esse é o perigo maior. Acosse um cão e ele há de lhe mostrar os dentes. Insulte um débil mental e ele lhe atirará pedras. Por isso, o senso de preservação nos ensina a domar a fera antes de acuá-la. Mas o mundo age contrário a essa lógica: alimenta e faz crescer a fera; depois foge dela. Cuidado, pois, com as feras de tocaia, que rondam sua fé, porque: “todo aquele que ouve a palavra do reino e não lhe presta a atenção, vem o maligno e arrebata o que foi semeado em seu coração” (Mt 13,19)&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-1539809347055289838?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/1539809347055289838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=1539809347055289838&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1539809347055289838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1539809347055289838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/02/feras-acuadas.html' title='FERAS ACUADAS'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-3585003031407644250</id><published>2011-02-21T08:28:00.000-03:00</published><updated>2011-02-21T08:28:38.130-03:00</updated><title type='text'>A NOBREZA DE UMA NENÊ</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A NOBREZA DE UMA NENÊ&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Não. Não falarei daquela criança recém nascida, jogada do alto de uma ponte no subúrbio do Rio, mas que sobreviveu mesmo dentro da água. Nem daquela envolta num saco de lixo e atirada nas plácidas águas do lago de Pampulha, que espantou o mundo com seu choro débil e sua pertinência pela vida. Nem de tantos outros bebês que a atrocidade humana tem atirado pelas janelas, esgotos e sanitários de uma sociedade distante de Deus e da nobreza de sua Criação. Não.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O que me motiva hoje são reminiscências de uma infância já distante. Quem, afinal, não as possui? Minhas recordações passam pelas primeiras “carteiras” escolares que ocupei na vida, duplas ainda, com saliências para se colocar nossos lápis e nossos tinteiros onde embebíamos a caneta bico de pato, pois que esferográfica ainda era um palavrão inexistente. Meu primeiro dia de aula fez meu coração pulsar quase à boca, atônito que estava diante de um mundo totalmente estranho e colegas idem. Mas eis que surge nossa primeira professora, sorridente e simpática, cuja presença logo desanuviou as tensões da classe. A nobreza que hoje me inspira deu-se logo a conhecer. Paciência e autoridade de um lado e respeito e admiração do outro. Sem dizer da sede de aprendizado que preenchia meu orgulho por cursar o primeiro ano primário. Enfim, era estudante! Enfim, trilhava os primeiros passos de uma longa estrada, envolvido com os mistérios e a arte da palavra escrita. A palmatória, o chapéu de asno, o tapete de tampinhas de garrafas, isso tudo ficou apenas nas lembranças quase folclóricas de uma metodologia onde o respeito falava mais alto do que eventuais insubordinações. Castigo maior era a vergonha de ser pego em procedimento contrário à disciplina escolar. Deu no que deu: tornei-me um cronista da vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Vergonha maior é avaliar o sistema de ensino dos dias atuais e nele encontrar total ausência de disciplina ou mesmo respeito à figura dos mestres. Estes que são humilhados ou ameaçados quando exigem um pouco mais. Estes que adentram suas salas de aulas, preocupados não com a matéria que ministram, mas com a própria integridade física, posta em jogo diante de qualquer cobrança mais severa, qualquer nota abaixo das necessidades dos alunos, qualquer crítica ou exigência maior no desempenho da classe. Alunos, já diplomados no primeiro grau (e até segundo grau), hoje retornam aos exercícios da cartilha, porque a linguagem digital lhes roubou a arte da escrita manual. Pode? Pois são muitos os analfabetos da simples caligrafia do próprio nome.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Matemática, tabuada? Pra que tudo isso se temos acesso fácil às milagrosas calculadoras manuais? História, geografia? Matérias de babacas, pois pouco uso dela se faz no mundo do trabalho... Artes plásticas, desenho? Trarão algum benefício na minha vida profissional? Assim, por exclusão, o currículo escolar vai se moldando aos interesses do profissional do futuro, que sequer conhece o próprio futuro. Como se a arte de ensino estivesse subordinada ao gosto do aprendiz e a função do professor não fosse outra senão preencher esse vazio, de acordo com as exigências de uma cultura individualizada, nunca contextualizada no ambiente social. Onde a nobreza dos conhecimentos gerais, do respeito às suas tradições, à própria história?&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nada mais natural que recordar aqui aquela que me ensinou o be-a-bá e me fez cantar as maravilhas das dez tabuadas. Nada como ter bem presente a figura daquela mulher austera e exigente, que nas horas de folga também nos convidava para um pequeno lanche em sua humilde casa e lá nos ensinava a arte de confeccionar pequenos trabalhos manuais. Tenho ainda bem viva a lembrança de meu primeiro vaso de cerâmica que aprendi a moldar em sua casa. Ou mesmo o deslumbramento que foi transformar dois caroços de manga em dois sapatinhos de boneca... Ah, como me esquecer da minha primeira professora, Dna. Nenê, que era Nobre até no sobrenome!&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-3585003031407644250?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/3585003031407644250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=3585003031407644250&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3585003031407644250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3585003031407644250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/02/nobreza-de-uma-nene.html' title='A NOBREZA DE UMA NENÊ'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-4800666978842356128</id><published>2011-02-13T17:37:00.002-02:00</published><updated>2011-02-13T17:37:49.965-02:00</updated><title type='text'>LIMITES DA TOLERÂNCIA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;LIMITES DA TOLERÂNCIA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Tudo tem limites. Até a paciência; até a tolerância. A liberdade de escolha de um passatempo, uma programação ou mesmo o enredo de uma novela que preencha momentos de lazer no antro sagrado de um lar, num fim de dia, não pode nunca constranger ou inibir o relacionamento entre pessoas. Principalmente se dentre estas houver crianças. Esse princípio básico da auto censura espontânea, sugerido pelo governo brasileiro para não radicalizar ou ressuscitar o antigo regime de censura prévia, parece ter sido mandado para os ares, juntamente com as ondas das transmissões televisivas deste país. Não gostaria de radicalizar, mas não há outro jeito diante da constatação do fato: nossa dita “campeã” de audiência é também campeã do mau caráter sem peias. O que vemos acontecer em sua programação – principalmente em certa novela “nobre” e no mais “propalado” antro de promiscuidade da “casa” – vai além da tolerância permitida por qualquer núcleo familiar do nosso povo, independente de qual seja sua origem religiosa, moral ou social. Não merecemos tanto lixo de uma só vez!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não bastassem as cenas explícitas de sexo, os amores atravessados dos relacionamentos dúbios e contrários à própria natureza do indivíduo, temos que tolerar também as mensagens subliminares do liberalismo sem ética, da permissividade total, das condutas anti familiares, da religiosidade sem religião alguma. O que dizem ser progresso não passa de vil regresso. Roma que o diga. Pelo excesso de liberalismo, pela depravação total dos costumes, pelo excessivo culto ao corpo, à carne, aos prazeres, capitaneou e afundou em seu próprio mar de lamas. Um reino por um momento... O fogo das paixões incendiou e destruiu até a estrutura incontestável de um progresso físico. A Roma da ostentação e do domínio a ferro e fogo caiu sobre si mesma, como vela ardente que iluminou, mas consumiu-se em sua vaidade. Atentem para isso todos os que hoje brilham e pensam dominar o mundo!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Discutir a sexualidade e as relações humanas exige um mínimo de critérios, senão ao menos o respeito à individualidade. Cada caso é um caso. Os dramas e dilemas pessoais se resolvem à luz das palavras amigas, das boas referências familiares ou, no mínimo, sob orientações de um bom psicólogo, quando não uma boa orientação espiritual. Nunca banalizando o problema. Nunca o colocando a um público aberto, heterogêneo, para cuja maioria a questão não lhe diz respeito. Expor tais assuntos em tramas novelescas ou programas de reality shows, sem oportunidades de direcioná-los ou aprofundá-los com um mínimo de respeito ao público alvo, causa-nos indignação. Além do constrangimento que a banalização dos diálogos quase chulos, de baixo calão, tem ocasionado dentre telespectadores, a superficialidade dos enfoques nada constrói.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O que buscamos num canal televisivo é sempre um pouco de higiene mental. Ora, seus formuladores devem ser conhecedores das ciências sociais, que variam de uma cultura para outra, de nação para nação. A comunicação não é matéria uniforme, mas sua arte deve respeitar o público que atinge. Há um dualismo entre o indivíduo e a sociedade, o comportamento e a cultura, a formação e o meio. Mas isso não significa que se deva liberar geral, pois o coletivo vem antes do privado, do individual.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Voltemos a Roma. “Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario... Apesar de conhecerem o justo decreto de Deus que considera dignos de mortes aqueles que fazem tais coisas, não somente as praticam, como também aplaudem os que as cometem” (Rm 1, 26-27;32). Ah, pobre Roma!&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZE wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-4800666978842356128?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/4800666978842356128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=4800666978842356128&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4800666978842356128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4800666978842356128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/02/limites-da-tolerancia.html' title='LIMITES DA TOLERÂNCIA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-3675931290822320406</id><published>2011-02-06T17:10:00.002-02:00</published><updated>2011-02-06T17:10:52.423-02:00</updated><title type='text'>VENTO E VALE</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;VENTO E VALE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A palavra de Deus é como um vento tempestuoso que sopra sobre os vales da incerteza humana. Tal prerrogativa está bem acentuada nas pregações de Jesus, cujas palavras ecoaram e ainda ecoam nas consciências daqueles que “ouvem a palavra e a põem em prática”, a ponto de transformarem suas existências segundo o “sopro” do Espírito. Quem assim se deixa guiar, vence todo e qualquer vale, todo vazio que porventura dificulte suas aspirações de vida, as ameaças e desrespeitos a ela.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O vento da verdade libertadora de Cristo sopra sobre os vales da indignidade e das afrontas humanas. Soprou sobre a cidade de Santo Antonio do Descoberto, na diocese de Luziânia – GO. Lá, dias destes, duas mil pessoas revoltadas com o caos que domina a administração de tudo o que é público, tomaram o controle das principais ruas e estabelecimentos públicos da cidade. Nenhum veículo entrava ou saia. O grito de justiça tornou-se o hino da população. Contra os manifestantes, que apedrejaram a Câmara Municipal e gritavam palavras de ordem para seus governantes, a artilharia da repressão foi rápida e eficiente, com a polícia espancando e soltando bombas contra o povo que devia proteger.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Conta-nos o padre Marcelo José de Oliveira, pároco local, que estava em sua residência quando foi acordado com o som de uma bomba estourando perto de sua casa. Ao abrir o portão, viu um policial espancando um jovem morador da cidade. O padre ficou apavorado e acabou abrindo sua casa para dar abrigo aos que estavam próximos. Não contente com o que via, o religioso foi até a praça da igreja, onde era maior o confronto entre policiais e manifestantes e abriu as portas da paróquia para acolher o povo acuado. “Naquele momento procurei o comandante responsável pela operação e disse que ali era terra sagrada e que ninguém iria encostar a mão em ninguém”. Outra bomba de efeito moral foi disparada e o estilhaço acertou outro padre, que foi ferido na altura da cintura.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Enquanto isso, Marcelo Lopes, um deficiente físico de 31 anos, que só anda de bengalas, saiu em desespero à procura do pai, funcionário da prefeitura. Mas sua busca foi barrada por um policial que lhe deu um tapa no rosto e acionou outra bomba de efeito moral. No caos estabelecido, a gestante Daiane Rodrigues era transportada por uma ambulância, que foi impedida de sair da cidade. Mais tarde, já no Hospital Regional de Ceilândia, deu à luz a um natimorto. Pe. Marcelo conclui: “A manifestação foi o grito de um povo que não agüentava mais ver tanto descaso da prefeitura; eles apenas se uniram em protesto para que o Estado não fique omisso diante do descaso”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Descoberto é apenas um dos muitos “vales” plantados no limite da covardia do poder policial, capaz de surrar a cara de um deficiente e acuar uma população indefesa.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A descoberto fica a ação de truculência dos que seguem o catecismo do poder temporal e rasgam o catecismo cristão. Aos injustiçados, a Igreja abre suas portas, pois que nenhuma mãe foge da luta quando seus filhos clamam e reclamam por suas dores.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A ação profética daquele vigário merece apoio e aplausos, pois que a Igreja por ele representada não fugiu da rinha, nem silenciou sua voz diante da injustiça ali praticada. Que do povo se ouça sua voz, como vento santo que fecunda as sementes de paz, de harmonia, de fraternidade e justiça. Que nos “vales de lágrimas” do cotidiano político, social e pessoal, desse mundo em conflitos, seja o cristão o sal, a luz contra tantos dissabores, tanta negritude entre nós. Que opressores e oprimidos um dia digam, juntos, amém.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-3675931290822320406?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/3675931290822320406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=3675931290822320406&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3675931290822320406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/3675931290822320406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/02/vento-e-vale.html' title='VENTO E VALE'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7379868871350193471</id><published>2011-01-31T07:48:00.000-02:00</published><updated>2011-01-31T07:48:49.447-02:00</updated><title type='text'>IGREJA E REDES SOCIAIS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;IGREJA E REDES SOCIAIS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;Quando Cristo proclamou seu mais famoso discurso, não o fez com os recursos tecnológicos de que hoje dispomos, mas conseguiu perpetuá-lo até as gerações atuais. No Sermão da Montanha fez ecoar a força da simplicidade e o magnetismo da Verdade que impregnava sua pessoa – humana enquanto divina e divina conquanto humana. Usou apenas de um artifício: ocupar uma vale e voltar-se contra o vento para que suas palavras chegassem aos ouvidos de todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Hoje, quando a Igreja retoma o discurso cristão com a missão de proclamá-lo a todos os povos, o adapta sim à linguagem e aos meios de comunicação modernos, para que todos nós tenhamos a alegria e o privilégio de apreciá-lo. Não usamos de brisas passageiras, mas da troante e poderosa rede de comunicação que faz pequeno o universo humano, mas grandioso o ser que ocupa esse universo doado pelo Criador. Sempre atento às evoluções mundiais, o Papa chama a atenção da Igreja para melhor proveito das redes sociais na obra da Evangelização. Em seu documento “Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital”, que já fornece subsídios para a celebração do Dia Mundial das Comunicações Sociais (5 de Junho), Bento XVI nos lembra que: “comunicar o Evangelho através dos novos mídia significa não é só inserir conteúdos declaradamente religiosos nas plataformas dos diversos meios, mas também testemunhar com coerência, no próprio perfil digital e no modo de comunicar, escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Bem oportuna e atual é essa colocação do Santo Padre. A Igreja não pode perder sua força extraordinária de formadora não só de opinião, mas também orientadora da conduta social. Chegar até aqui e deixar de lado sua figura de mestra e doutora na arte de conduzir seu povo, através da sua identidade de ligação entre as verdades humanas e a Verdade celestial, é no mínimo uma atitude de afronta à sua integridade institucional.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Há riscos? Sim, como em qualquer outro canal das comunicações sociais humanas. A internet está poluída, os twitter alçam voos desconhecidos, os blogs... Conhecemos seu lado profano, pernicioso, mas igualmente as possibilidades que alavancam, a interatividade, a eficiência de um tet a tet virtual, mas muitas vezes salvador, providencial. São nesses canais que a voz e o pensamento humano circulam em toda e qualquer língua, deixando Babel abobalhada. Assim, chegaremos aos céus!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não pesemos apenas os riscos. Olhemos também os prós, pois o perigo maior é estarmos nos escondendo atrás de justificativas vazias para não nos comprometermos publicamente. Pergunta o Papa: “Existe o risco de estarmos mais distraídos, porque a nossa atenção é fragmentada e absorvida por um mundo “diferente” daquele em que vivemos? Temos tempo para refletir criticamente sobre as nossas opções e alimentar relações humanas que sejam verdadeiramente profundas e duradouras?” Mas sua resposta afugenta qualquer risco, pois “usadas sabiamente” as redes sociais modernas “podem contribuir para satisfazer o desejo de sentido da verdade e unidade, que permanece a aspiração mais profunda do ser humano”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então vamos tuiutar! Então vamos organizar nossas tribos cibernéticas, nossas comunidades interativas. Venha blogar comigo. A mensagem cristã cabe em qualquer lugar, até na brisa da tecnologia humana, até nos vales de suas incertezas e inseguranças. Felizes os que proclamam a Palavra, felizes os que não se envergonham da Fé que possuem...&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Felizes somos nós, cristãos de um Novo Milênio, cujo grau de evolução e conhecimentos ainda nos permite descobrir nossas cabeças e louvar a Deus com humildade e gratidão. Comece agora, clique enter e passe adiante essa mensagem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7379868871350193471?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7379868871350193471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7379868871350193471&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7379868871350193471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7379868871350193471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/01/igreja-e-redes-sociais.html' title='IGREJA E REDES SOCIAIS'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-1054622225385077117</id><published>2011-01-16T23:41:00.000-02:00</published><updated>2011-01-16T23:41:05.915-02:00</updated><title type='text'>CAMINHO DO OURO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CAMINHO DO OURO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Havia prometido a mim mesmo que não mais escreveria sobre catástrofes. E continuo neste propósito. Quando muito, buscarei uma reflexão sob as luzes da história, que sempre nos dão pistas para entender, justificar ou apontar responsáveis sobre esta ou aquela tragédia. A atual perfaz um caminho ironicamente venturoso.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tudo começou quando D. Pedro I, imperador e supremo mandatário de um país de vital importância aos olhos da Coroa e de mundo, fazia seu habitual roteiro em direção às Minas, fonte das quintas e provedora maior do império lusitano. As dinastias de Bragança e Orléans se consolidavam no mundo como as mais abastadas. Para manter esse status o próprio imperador gerenciava a fonte de suas riquezas, o ouro das Minas Gerais. Tais ações se tornaram tão constantes que fizeram surgir um caminho entre o Rio e Ouro Preto, originalmente denominado como Estrada Real ou Caminho do Ouro, como o chamavam os inconfidentes e os escravos que por ali viajavam, sempre carregados com o ouro a sangrar da colônia para o reino.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Era o ano de 1822, quando o imperador descobriu uma variante, o caminho do Proença, que o levou à fazenda de um tal padre Correia. Encantado com as belezas do lugar, D. Pedro tratou logo de adquirir uma fazenda vizinha e ali construir um palácio de verão. Assim nasceu Petrópolis, a cidade imperial, refúgio de Pedro.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quase simultaneamente, uma fazenda modelo cuja maior atração era uma cascata onde tropeiros e viajantes refaziam suas forças naquela estrada, também ganhava ares de povoação. Nascia Teresópolis, em homenagem à imperatriz Teresa Cristina. Ali estava o “Dedo de Deus”. Logo mais adiante, um grupo de imigrantes alemães também se encanta com os ares da serra. Estabeleceram-se ao longo do caminho do ouro, a &lt;metricconverter productid="136 km" w:st="on"&gt;136 km&lt;/metricconverter&gt; da Corte, onde fundaram a cidade de Nova Friburgo. Foi a primeira colônia não lusitana neste país avistado por Cabral e propagado por Caminha. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quem caminha sempre alcança. Ou, o caminho se faz caminhando. Assim se delineou a Estrada Real, o Caminho do Ouro que hoje assusta o mundo com seus deslizamentos, inundações e mortandades sem precedentes na nossa história. Onde estaria sua glória, seu encanto, seu magnetismo de graça e bonança que tantas gerações conquistaram?&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Onde sua realeza? &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Ou mesmo sua importância no escoamento das riquezas nacionais? Perguntas um tanto quanto vagas no contexto atual, mas cuja história não difere da realidade que leva um povo a ocupar seus espaços neste mundo, sejam estes promissores ou não. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O fato é que, na vida, todos nós um dia construímos nossos caminhos dourados, nossos sonhos de ocupações paradisíacas, sejam estas estradas amplas e seguras ou trilhas mal traçadas e sinuosas. O fato é que a tragédia do caminho Real, na história ou na vida pessoal, põe a pique nossas construções sobre a areia de muitas ilusões; muitas ambições não edificadas sobre a rocha da lógica, da ponderação, de um mínimo de respeito ao espaço que ocupamos. O fato é que um dia a casa cai.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Das lições de uma tragédia emergem atitudes bem típicas do ser humano, único a se solidarizar com a dor dos semelhantes. Fiquemos, pois, com o lado positivo dessa história, já que na estrada da vida a única bagagem possível, o único ouro que poderemos levar ao Reino, sem riscos dos salteadores do caminho, é o Amor. Só assim o caminho do ouro perfaz o mesmo caminho da Fé. Esta que nos ensina a partilha, a consciência de que nossos tesouros terrenos, nossas posses ao longo do caminho, nossos paraísos particulares não dão garantias de perenidade a nenhum reino humano, a nenhuma herança familiar. Tragédia mesmo são aquelas onde inexiste esperança, solidariedade entre iguais. “Assim acontece com o homem que entesoura para si mesmo e não é rico para Deus” (Lc 12,21).&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-1054622225385077117?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/1054622225385077117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=1054622225385077117&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1054622225385077117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/1054622225385077117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/01/caminho-do-ouro.html' title='CAMINHO DO OURO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7291245675152815930</id><published>2011-01-10T05:44:00.002-02:00</published><updated>2011-01-10T05:44:24.455-02:00</updated><title type='text'>QUALQUER COISA E NADA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;QUALQUER COISA E NADA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Todo início de ano vasculho minhas gavetas e as reordeno eliminando as crostas acumuladas no ano que se foi. Agora também estendo essa prática ao meu computador, entulhando as pastas de lixo e exclusões e tentando dar um caráter de ordem aos arquivos ou e-mails recebidos.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Impressionante como acumulamos tranqueiras, coisas desnecessárias! Aqui, por exemplo, um exemplar de Seleções do Reader`s Digest de 1960, um velho disco em carnaúba, de 79 rpm, uma caixa de rótulos de bebidas.... Epa, esta é preciosa! Abro-a cuidadosamente, pois tenho a intenção de escanear todos os rótulos ali guardados. É que, durante minha infância, meu pai foi um pequeno fabricante de bebidas. Tudo agora se resumia àquela caixa de rótulos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A genialidade e criatividade do meu falecido pai já se revelavam no primeiro rótulo: Caninha Qualquer Coisa! Não foi seu maior sucesso de vendas, devo admitir, mas deu-nos alguns trocados. Afinal, nem o bebum mais inveterado gostaria de beber qualquer coisa... Bebe-se um rótulo, uma marca, algo que se identifique com a personalidade, o status, as exigências sociais dos amigos de copo, de trago, de alegrias ou infortúnios... Mas há também os menos exigentes, aqueles para os quais, no dizer do meu pai “qualquer coisa é melhor que nada”. Então devolvo à gaveta a preciosa caixa de rótulos, pois neste ano ainda hei de postá-los no meu blog, podem crer!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas qualquer coisa ainda me diz que daquilo que consideramos lixo, entulho para nossas vidas prazerosas, cercada dos brilhos da modernidade, do conforto, da moda é que muitas vezes retiramos preciosos tesouros. Até lições de profundos valores morais ou filosofias de vida que nos dão o que pensar. Por exemplo: qualquer coisa é melhor que nada. Olhos atentos e senso de praticidade são os instrumentos de sobrevivência de muitos catadores de lixo nas periferias de nossas cidades. Conheço muitos destes, verdadeiros artistas, cujas fontes de matérias primas são exatamente os lixões e aterros sanitários que nossa sociedade de consumo sem freios, insaciável, faz proliferar ao largo de seus domínios de progresso. Lixões para alguns, fonte de riquezas para muitos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Encham-se os nossos celeiros de frutos variados e abundantes, multipliquem-se aos milhares nossos rebanhos, por miríades cresçam eles em nossos campos, sejam fecundas as nossas novilhas” (Sl 143,13). Que tudo se realize! Que nossos sonhos sejam reais! Pois a genialidade e criatividade de nosso Pai são maiores que qualquer coisa, mais prodigiosa que as pequenas aspirações de pobres almas que se saciam com as riquezas dos lixões mundanos. Infelizes somos nós, que nos contentamos com pouco, que não penetramos nos mananciais da Sabedoria divina, a nos oferecer muito mais. “De onde vem, pois, a sabedoria? Onde está o jazigo da inteligência?” (Jó, 28, 20).&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Aqui é que são elas. Em vida, entulhamos nossa existência com teorias e definições próprias, que embriagam mente e coração, obscurecem nossa visão do Pai, o criador de qualquer coisa, de tudo. Preferimos nossa vã sabedoria. Preferimos nossa visão do nada, da insignificância que nos rodeia, à maravilhosa compreensão de que nada temos, nada somos sem o rótulo divino, o selo que nos identifica no mundo como imagem e semelhança de sua generosidade, seu amor. Ninguém é capaz de reordenar sua vida, passado ou presente, sem selecionar em seu coração o respeito e a gratidão pelas riquezas herdadas do Pai. Essas nunca estarão nos lixões que produzimos. “Há lugares de onde se tira a prata, lugares onde o ouro é apurado” (Jó 28,1). Essas riquezas só nos pertencerão quando a sabedoria da fé deixar o trivial do nosso dia-a-dia e se tornar essencial na nossa vida. Então, sim, poderemos arquivar os muitos rótulos que ostentamos na vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-7291245675152815930?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/7291245675152815930/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=7291245675152815930&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7291245675152815930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/7291245675152815930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/01/qualquer-coisa-e-nada.html' title='QUALQUER COISA E NADA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-2930371200561220248</id><published>2011-01-06T08:12:00.000-02:00</published><updated>2011-01-06T08:12:54.840-02:00</updated><title type='text'>DEUS, UM DELÍRIO?</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;DEUS, UM DELÍRIO?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A interrogação é minha e de muitos de nós. Como também poderia ser uma exclamação. Já a afirmativa é título de livro de um cientista inglês, Richard Dawkins, publicado no final de 2006. Um delírio de um ateu confesso. Mais uma tentativa quixoteana de provar o improvável, negar o óbvio, como todas as demais ações humanas que se levantaram ou teimam em se levantar contra Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Delírio puro e insano de uma criatura que se diz mestre em compreensão pública pela Universidade de Oxford, uma das mais conceituadas cátedras do mundo. Em sua insanidade (que não esconde o desejo de auto promover-se) o infeliz autor ainda dispara: “Meu grande sonho é a completa destruição de todas as religiões do mundo”. Ambição dantesca de uma ignóbil criatura, cuja ciência e prepotência são capazes de aplicar teoria a tudo, mas incapazes de detalhar ou esmiuçar o mistério maior, a origem do “tudo”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por conta desse delírio, o “cientista” criou uma fundação que leva seu nome, com o objetivo de “defender a ciência contra os ataques da ignorância organizada”. Por que não começar combatendo a própria? Uma de suas irônicas definições sobre o sentido da crença divina diz que “religiões não são só coisas sem sentido, mas monstros de espaguetes voadores”. Realmente, para quem é capaz de produzir argumento tão inconsistente, só resta pensar que seu cérebro está cheio de espaguetes. Ou minhocas?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sua pretensa “fundação” pretende “financiar pesquisas sobre a psicologia das crenças, apoiar a educação científica e ajudar a divulgação de idéias racionais”. Ótimo! Quem sabe, assim, não consigam provar a existência de Deus. Talvez o tiro saia pela culatra. A fé não mira o invisível, não é um tiro no escuro, pois seu alvo é a Luz.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Segundo a revista Superinteressante (08/07), que publicou matéria a respeito desse assunto, o movimento dos sem-deus&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;está crescendo no mundo, mas é difícil quantifica-los “porque muitos deles evitam manifestar publicamente sua ausência de crenças”. O próprio papa constata essa triste realidade: “O mundo perdeu o senso do pecado”. O pior deles é a apostasia, a negação de Deus, cujas conseqüências são piores que suas causas, ou seja, leva o mundo a bancarrota, ao Deus dará... O que? Um jeito? Eis a resposta do Apóstolo: “Ninguém de modo algum vos engane. Porque primeiro deve vir a apostasia, e deve manifestar-se o homem da iniqüidade, o filho da perdição” (II Tes 2,3). O Mal dominará a coletividade dos descrentes.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E depois? Voltaremos à estaca zero, ao pó da origem? Qualquer teoria humana, por mais complexa e razoável que nos pareça, se longe do mistério da mão criadora de Deus, perde seus argumentos, sua consistência lógica. “Vossos argumentos são razões de poeira, vossas lapidações são obras de barro! Calai-vos!” (Jó 13,12...) Porque a sabedoria que pensamos dominar é a maior das tolices diante dos mistérios do Universo e das maravilhas da Criação. “Há mais a esperar de um tolo do que dele” (o sábio) (Prov 26,12). Há muito mais sabedoria na fé do simples, do humilde, do que na pretensa ciência dos que argumentam com sua pobre racionalidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Que Deus nos cure de mais esse delírio. Que o homem, a perfeição mais próxima da Perfeição, a imagem mais semelhante ao rosto do Criador, a sensibilidade que mais anseia pelo verdadeiro Amor, que é Deus, um dia possa se posicionar abaixo dos anjos - os únicos que contemplam o rosto de Deus - e reencontrar seu lugar ao Sol, sua santa missão neste mundo. Pois, se “mal podemos compreender o que está sobre a terra, dificilmente encontramos o que temos ao alcance da mão. Quem, portanto, pode descobrir o que se passa no céu?” (Sab 9,16).&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;&lt;span style="color: purple;"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-2930371200561220248?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/2930371200561220248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=2930371200561220248&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2930371200561220248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/2930371200561220248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2011/01/deus-um-delirio.html' title='DEUS, UM DELÍRIO?'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-975996591399650508</id><published>2010-12-27T08:13:00.000-02:00</published><updated>2010-12-27T08:13:31.600-02:00</updated><title type='text'>IDEOLOGIA DO SUCESSO</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;IDEOLOGIA DO SUCESSO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Há no mundo uma falsa ideologia que arrasta milhões: o sucesso. Desde o mais pobre ao mais afortunado dos humanos, desde o mais simples ao mais intelectual, consciente ou inconscientemente, carregam consigo a ideia fixa de uma meta, um mito, um ideal a se alcançar. É o conceito da felicidade, aliado à prosperidade. Feliz e próspero – quem nunca formulou esse desejo para si e para os que lhe são caros? Aliado a esses conceitos e ao desejo insaciável do sucesso permanente, sem limites, é que encontramos forças para enfrentar desafios, concentrar-se no trabalho, passar anos e anos estudando, aprimorando uma ideia, perseguindo um ideal. Este o lado mais positivo da batalha que travamos para obter sucesso, sentir a plenitude de uma vocação, um sonho a alcançar. Ainda bem que é assim. Não fossem esses luzeiros que qualquer vivente traz consigo, as metas delineadas ao longo da vida, seríamos obstinados e abnegados esmoleres das migalhas que porventura nos sobrarem. Se sobrarem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Dias destes, recebi um depoimento via email, intitulado Profissão Ladrão. Nele, um repórter entrevistava João Nerval, conhecido da polícia por seus inúmeros assaltos, dentre eles o último, que lhe rendeu míseros quatorze reais. “Sou sim, ladrão. Não gosto de trabalhar. Essa é a minha profissão” – dizia, sem demonstrar qualquer preocupação quanto ao próprio futuro. Mas o que impressiona é sua ideologia, tranquila, consciente, obstinada no erro, que ainda acrescenta: “Estou com trinta anos e não gosto de trabalhar. Mas se eu não roubar ninguém aqui tem emprego. Através de mim – e de outros – se eu não roubar, ninguém tem trabalho. Todos têm emprego, o policial, o repórter, escrivão, delegado, juiz e promotor, todos sobrevivem às minhas custas. Se eu não roubar, ficam todos desempregados. Estou contribuindo para o bem de todos”!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas a desfaçatez dessa teoria não termina aqui. Diz ainda nosso ladrão profissional: “Estou fazendo um bem para muitos. Aqueles de quem eu roubo é porque estão em pecado e Deus faz justiça. Deus permite que eu roube porque sabe das minhas necessidades. Meu relacionamento é com o Senhor Jesus, que talvez não aprove, mas “passa o pano”. Durma com um barulho desses... Até um reles bate-carteiras tem seu ideal, seu ponto de vista para justificar os próprios erros, aliviar a consciência e seguir em frente nos desvios que construiu para si.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Esse é o ponto. Quantos de nós assim agimos, roubando para si tudo que facilite, encurte ou antecipe o sucesso que almejamos na vida. Não importa os meios escusos que usamos para tal, o desrespeito aos direitos do semelhante, a usurpação de suas oportunidades, o oportunismo que cega nossas consciências na hora de ultrapassar ou tomar o lugar de outros, o “cada um pra si e Deus pra todos” que farisaicamente se coloca como desculpas, na nossa escalada social, profissional ou mesmo esportiva. A ideologia do sucesso necessita do ombro alheio, da mão amiga, do suor derramado daqueles que estão à nossa frente. Porque, nesta vida, ninguém vence sozinho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Acontece que nos contentamos com misérias, muitas vezes. Desde que não se exija muito de nós. Pobre ideologia! Sucesso do insucesso! Quem verdadeiramente se relaciona com Cristo, sabe de sua predileção pelas almas que sonham alto, que vivem o ideal da plenitude, que colocam os limites das próprias imperfeições como aliadas de um sonho maior, mais generoso e gratificante que qualquer ambição de sucesso terreno: vencer não um ano, nem uma existência, mas o tempo e o espaço. Perpetuar-se... Vencer não na vida apenas, mas a vida e sua maior oponente, a morte. Isso não é mera ideologia, nem utopia. Esse é o maior sucesso que a fé cristã pode nos apontar: a prosperidade eterna. Tudo mais é ação de ridículos “ladrões profissionais”, vagabundos assumidos que se saciam com pouco, com míseros trocados da vida, quando poderiam obter maiores sucessos aos olhos do Senhor de Tudo.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-975996591399650508?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/975996591399650508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=975996591399650508&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/975996591399650508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/975996591399650508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2010/12/ideologia-do-sucesso_27.html' title='IDEOLOGIA DO SUCESSO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-101798747396201757</id><published>2010-12-27T08:08:00.000-02:00</published><updated>2010-12-27T08:08:20.524-02:00</updated><title type='text'>IDEOLOGIA DO SUCESSO</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-101798747396201757?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/101798747396201757/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=101798747396201757&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/101798747396201757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/101798747396201757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2010/12/ideologia-do-sucesso.html' title='IDEOLOGIA DO SUCESSO'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-4842752627637687293</id><published>2010-12-23T10:55:00.000-02:00</published><updated>2010-12-23T10:55:02.756-02:00</updated><title type='text'>ENTRE UMA DROGA E OUTRA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;ENTRE UMA DROGA E OUTRA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Ventilam por aí notícias de movimentos que se organizam, para obterem a liberação de drogas consideradas leves. Na Argentina, a maconha já obteve absolvição da justiça, “desde que seu uso seja acompanhado de uma intensa campanha de conscientização sobre os malefícios que causa”. No Brasil, acontecem alguns congressos, capitaneados por autoridades de renome nacional, com o mesmo objetivo de liberar certas drogas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Enquanto isso, na Espanha duas crianças foram internadas por estarem viciadas no uso de celulares. “As duas mostravam um comportamento perturbado e isto era notado nos problemas (sic) na escola, além de terem graves dificuldades para levar uma vida normal”, disse a médica. Os pais a presentearam com os telefones há 18 meses e, desde então, as crianças faziam de tudo para conseguir dinheiro, gasto nos celulares. Mal se alimentavam, ficavam irritadas com freqüência e demonstravam um comportamento anti-social.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Da mesma forma, muitas são as crianças dependentes de outros aparelhos da modernidade, em especial computadores, videogames, jogos eletrônicos e aparelhos musicais. Vivem num mundo virtual, quando não um mundinho particular, que as isola dos deveres e da realidade, pela falta de interlocutores ou de atividades grupais de lazer. Isolam-se em seus castelos de posses e interatividade fictícia, pois ao mesmo tempo em que estão sintonizadas com a evolução tecnológica, são tristemente marginalizadas pela falta de calor humano. Viciam-se no individualismo coletivo de um mundo globalizado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Qual a pior das drogas? Aquela que vai direto à veia e perfaz a corrente sanguínea em direção ao cérebro ou aquela que do cérebro atinge o coração carente de amor, de relacionamento, de atenções e carinhos? Ambas são fatais - não estou aqui para aumentar ou diminuir a nocividade de uma em detrimento da outra -, mas, antes de abrir mão das leis que penalizam as drogas leves, precisamos impor restrições às drogas que nos alienam sem nossa percepção. A pior delas vem embalada como belos presentes, quitutes da tecnologia que afagam momentaneamente os corações das crianças e isentam certos pais de suas culpas no trato com os filhos. Empanturrar crianças com mimos da modernidade, sem um mínimo de critérios ou normas familiares, é uma forma de “abafar o silêncio” dentro de casa, a falta de tempo, de diálogo, de amor. Aqui começa o caminho das drogas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Há de se destacar que drogas existem onde inexiste o amor. Onde a infância não foi vivida na sua plenitude, na simplicidade de sua poesia, tempo de descobertas, de aventuras, de tombos e de saltos, de risos e lágrimas muitas vezes. Dizia o poeta Monsaraz: “Triste daquele a quem falta/Na vida que se evapora/Uma criança que salta/Que canta que ri e chora”. Uma criança livre, porém amada! Sem necessidade de nada que justifique seu desinteresse pela família, pela escola, pela vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Agora, entre uma droga e outra, a pior delas é essa preocupação farisaica em graduar seus malefícios. Essa é leve, aquela fatal. Essa pode, aquela não. Como se a simples classificação pudesse redimir a sociedade de suas culpas em relação ao uso delas. Tudo que conduz a atitudes de fuga do indivíduo – mesmo o isolamento voluntário, a insanidade de alguns e o indiferentismo de outros – é sintoma de um mal maior: a falta de afetividade entre seus pares. Acima da lei está a liberdade de escolha dos próprios caminhos. A escolha certa se dá com o natural discernimento entre o que é bom ou ruim. Discernimento que nasce de uma referência positiva na vida. “Tudo me é permitido, mas nem tudo convém. Tudo me é permitido, mas eu não me deixarei dominar por coisa alguma” (1 Cor 6,12).&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-4842752627637687293?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/4842752627637687293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=4842752627637687293&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4842752627637687293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/4842752627637687293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2010/12/entre-uma-droga-e-outra.html' title='ENTRE UMA DROGA E OUTRA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-8577002928054308191</id><published>2010-12-21T14:34:00.000-02:00</published><updated>2010-12-21T14:34:14.146-02:00</updated><title type='text'>QUE OS ANJOS DIGAM AMÉM</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;QUE OS ANJOS DIGAM AMÉM&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;No limiar de mais um ano, quando sinos repicam anunciando a pureza e simplicidade de uma manjedoura revestida de luz, eis que a Igreja traz boas notícias para o povo brasileiro: a beatificação de Irmã Dulce e a conclusão do processo de canonização (fase diocesana) do advogado Franz de Castro. Parece-nos que, finalmente, a galeria dos santos brasileiros tende a aumentar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Da Irmã Dulce qualquer bom cristão ainda se lembra. Falecida aos 13 de março de 1992, construiu sua história em meio aos pobres de Salvador, na Bahia, onde realizou inúmeras obras de assistência social contando apenas e unicamente com a Providência Divina e a ajuda popular. Dentre suas obras, destaca-se o Hospital Santo Antonio, que nasceu dum velho galinheiro adaptado e se tornou uma referência no serviço à saúde, na educação sanitária e no modelo de assistência social sem fins lucrativos, o mais eficiente de que se tem notícia neste país. Diante da grandiosidade de seus projetos e do sucesso que conseguia sempre, um repórter lhe perguntou: Irmã Dulce, quando Deus a chamar, quem continuará sua obra? Sem pestanejar, disse achar natural esse receio em assumir responsabilidades, mas Deus era dono da obra e Ele certamente saberia o que fazer. E soube. Passados anos, sua obra continua viva, atuante, vibrante como sempre.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sua biografia não nos apresenta uma pessoa forte, segura de si, determinada sempre. Ao contrário, era uma mulher franzina, de um metro e meio de altura, pesando pouco mais de 40 quilos, que sofria de enfisema pulmonar e tinha uma capacidade respiratória de apenas 35 por cento. Dormia numa espreguiçadeira, sentada, nunca passando de quatro horas por noite. Não sabia o que era deitar-se numa cama, pois se assim o fizesse correria o risco de morrer asfixiada. Tossia muito e tinha a voz debilitada. Mas na hora de agir, em defesa dos pobres, era como um gigante.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Agora sua imagem aparentemente franzina está prestes a galgar os altares da devoção católica, como modelo de santidade e de virtudes cristãs. Basta mais um milagre comprovado pelo Vaticano para Dulce dos Pobres ser declarada santa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Já Franz de Castro Holzwarth, nascido em Barra do Piraí (RJ), pode se tornar o primeiro advogado santo da história da nossa Igreja. Quem disse que advogado não vai pro céu? Pois sim, eis que neste país de tanto descrédito nas leis e na justiça, não só existe essa possibilidade, como também até a possibilidade de galgar nossos altares. Talvez seja este o primeiro santo de paletó e gravata que a história recente do nosso país possa apresentar ao mundo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Tudo aconteceu ainda ontem, ou seja, no dia 14 de fevereiro de 1981. Voluntário da Associação de Proteção aos Condenados (Apac), o jovem advogado ajudava na evangelização dos detentos de Jacareí (SP), quando aconteceu uma rebelião de presos. Percebendo a gravidade daquela situação e num gesto de estremado amor, Franz troca de lugar com um dos reféns, pensando em assim proteger aqueles detentos que fugiam. Mas um tiroteio inoportuno mata os cinco fugitivos e o refém voluntário, Dr. Frank. Pela conduta e atuação cristã, pelo testemunho de solidariedade e pela lisura profissional, Frank de Castro poderá ser beatificado e posteriormente canonizado como o primeiro mártir brasileiro. Além disso, seu martírio está bem documentado com gravações do jornalista Carlos Nascimento para uma TV nacional.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por essas e outras, louvo a Deus pelo dom da santidade. Essa que não é impossível, nem distante de nossa realidade. Essa que também se dirige a nós, como convite nunca utópico, nem audacioso, nem prepotente, nem fruto da vaidade pessoal, do ser mais que os demais. Santidade que compete a todos, é direito de todos os que almejam a Perfeição. Esta que só Deus pode nos conceder. E concede. Principalmente quando permitimos seu “nascimento” em nós, no meio de nós. Feliz e santo Natal!&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES wagner@meac.com.br&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-8577002928054308191?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/8577002928054308191/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=8577002928054308191&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/8577002928054308191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/8577002928054308191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2010/12/que-os-anjos-digam-amem.html' title='QUE OS ANJOS DIGAM AMÉM'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-5513335218028284200</id><published>2010-12-13T14:35:00.002-02:00</published><updated>2010-12-13T14:35:17.323-02:00</updated><title type='text'>A TAMAREIRA DE MASSADA</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A TAMAREIRA DE MASSADA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Quando Jerusalém foi tomada e destruída pelos romanos, no ano 70 d.C., alguns poucos sobreviventes se refugiaram na fortaleza de Massada. Era um penhasco imponente, &lt;metricconverter productid="400 metros" w:st="on"&gt;400 metros&lt;/metricconverter&gt; acima da planície a sudoeste do Mar Morto, onde os judeus encontraram um “lugar seguro” – conforme a etimologia do nome -, o último refúgio de uma resistência que já durava séculos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Durou mais dois anos. O cerco romano, comandado por Flávio Silva, além de estratégico, foi ousado, pois marchou sobre a fortaleza com a Décima Legião em peso e uma tropa auxiliar de milhares de soldados, além dos milhares de prisioneiros judeus, que trabalhavam como escravos para o exército romano. Ao amanhecer, as tropas romanas invadiram a muralha pelas fendas abertas por poderosos aríetes com terminais em forma de cabeça de carneiro. Estavam motivadas para entrar em combate contra a resistência de 960 judeus rebelados e entrincheirados. Mas nada encontraram senão um silêncio inquietante, desconcertante... Sabedores de que seriam subjugados impiedosamente, os judeus rebelados preferiram a morte à escravidão. Praticaram um dos mais radicais atos de suicídio coletivo de que se têm notícias na história humana.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essa foi uma das mais trágicas páginas da “Guerra dos Judeus” registrada pelo historiador Flávio José. Dela nos sobra a lição de resistência e amor às tradições que a cultura judaica demonstra ao longo de sua penitente história, desde as mais remotas eras até os dias de hoje. Dela emergem sombras e luzes de uma epopéia humana, polarizada pelos extremos sempre presentes na saga dos povos: dominadores e dominados. Os que subjugam e os que são subjugados. Vencedores e vencidos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Eis que desse relato surge uma semente, um pequenino sinal de esperança! Dois mil anos depois, arqueólogos que pesquisavam o sítio de Massada, em busca de algo mais que lhes fornecesse uma razão lógica para a imponência e sobriedade daquele frio e milenar amontoado de pedras no deserto, encontram uma pista, ou melhor, uma semente! Para sermos mais fiéis, várias delas. Sementes de tamareira, planta da família das palmáceas, cuja fruta, a tâmara, é muito comum na Terra Santa. Um processo de datação por radiocarbono comprovou a preciosidade daquelas sementes: tinham também dois mil anos de história, ou seja, possivelmente foram regadas com o sangue daqueles que saborearam a delícia de suas popas e as nozes de suas entranhas. Como sementes que eram, restava-lhes uma última missão: serem semeadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Assim procederam seus descobridores. Lançadas ao solo previamente preparado, apenas uma delas germinou. Desde 2005 lá está a misteriosa árvore, nascida de uma semente de 2.000 anos, mas que traz em si toda exuberância de uma planta prodigiosa, capaz de vencer qualquer adversidade e ainda produzir frutos, como esperam seus cultivadores. Segundo o Centro de Pesquisa Hadassah, de Jerusalém, que detém a guarda dessa preciosidade botânica, o DNA da planta demonstra pequenas variações com suas similares contemporâneas, mas só o fato de ter sobrevivido é uma lição da natureza que enaltece sobremaneira a preciosidade da vida, seja ela animal ou vegetal. Daí que também lhe deram um “apelido” bem apropriado: Matusalém.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Que maçada, a nossa! Enquanto buscamos razões históricas para justificar fatos que denigrem a dignidade humana, uma pequenina semente vence todos os cercos de seu caminho, todos os ataques contra sua própria vida, para nos encantar com seus dotes, sua simples razão de ser: coragem, eu venci! “O solo pedregoso em que ela caiu, é aquele que acolhe com alegria a palavra ouvida, mas não tem raízes”- diria Jesus. Esses sobram por aí e não sobrevivem ao menor cerco das adversidades. Queremos corações férteis, capazes tão somente de acolher a semente da vida plena. Porque “a terra boa semeada é aquele que ouve a palavra e a compreende e produz fruto”.&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;WAGNER PEDRO MENEZES &lt;a href="mailto:wagner@meac.com.br"&gt;wagner@meac.com.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2606915924609836942-5513335218028284200?l=wmeac.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://wmeac.blogspot.com/feeds/5513335218028284200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2606915924609836942&amp;postID=5513335218028284200&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5513335218028284200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2606915924609836942/posts/default/5513335218028284200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://wmeac.blogspot.com/2010/12/tamareira-de-massada.html' title='A TAMAREIRA DE MASSADA'/><author><name>Palavras de Esperança</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16414042311637871578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2606915924609836942.post-7610546024198858574</id><published>2010-12-05T19:31:00.002-02:00</published><updated>2010-12-05T19:31:40.381-02:00</updated><title type='text'>MÚSICA PARA NOSSOS OUVIDOS</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;MÚSICA PARA NOSSOS OUVIDOS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;“Minha arte deve ser consagrada ao bem dos pobres”. Eis uma frase típica de processos hereditários ou introdução bem apropriada para documentos de partilha. Em outras palavras, “ao povo humilde deixo minha arte”, dizia o artista.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Obras de arte, quando reconhecidas publicamente, são deveras preciosas, verdadeiras fortunas, pode-se dizer. Mas o que dizer quando essa arte é a música, um bem quase abstrato, que retumba em nossos ouvidos, ecoa no coração e pronto? O que dizer quando nesse repertório – em cujo rosário de obras encontramos o “Hino à alegria” – está a ação criativa de um músico totalmente surdo?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Falo, sim, de Ludwig van Beethoven, falecido aos 57 anos (1827), surdo desde os 30 e cujas melhores composições – dentre elas a Nona Sinfonia – foram escritas nesse período de total silêncio. Silêncio que o tornou sensível ao compasso do coração! Deficiência apenas aparente, pois forçou sua criatividade e não o impediu de continuar fazendo o que mais gostava: compondo, regendo, ensinando, emocionando...&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Falar das suas obras, da sua genialidade musical, da mística e profunda sensibilidade que caracterizavam sua alma, muitos já o fizeram. Beethoven foi o gigante sagrado da clássica música universal. Porém, um gigante deficiente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="mso-
